Sinônimo de superação, Ryan Shazier vai além de uma lesão que encerrou a carreira do atleta, na NFL

Danilo Lacalle / Jornalista – Tide Football

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Em sua primeira temporada na Ohio State University, em 2011, Ryan Shazier enfrentou seu primeiro desafio: jogar pelo pior time de futebol americano da universidade, desde os anos 2000. Ainda mais, jogando como reserva. Um desafio e tanto para um jogador que acabara de sair do colegial. Mas, com o tempo, começou a garantir seu espaço e fez, logo no primeiro ano, 58 tackles e um fumble forçado.

O ex-destaque de quatro estrelas da Plantation High School, na Flórida, explodiu na temporada de 2012. Foram 115 tackles, com 17,5 tackles for loss, 5 sacks e uma interceptação contra Penn State. Números que o fizeram ganhar um destaque nacional.

Embora os Buckeyes de 2013 decepcionaram na final da Big Ten, contra Michigan State, e no Orange Bowl, contra Clemson (perdendo dois jogos, após vencer 24 consecutivos), Shazier não decepcionou em sua terceira e última temporada vestindo a camisa da universidade.

Ryan Shazier entrou no Draft da NFL de 2014 como um dos melhores prospectos universitários, depois de compilar mais de 100 tackles em cada uma de suas últimas duas temporadas em Ohio State. O Linebacker foi projetado como uma escolha tardia de primeira rodada e, até mesmo, foi citado para a segunda. O motivo? Afirmavam que ele não era tão grande ou forte quanto alguns dos outros defensores disponíveis. Mas, o que faltou em força, ele compensou em velocidade, como mostrou em seu combine, nas 40 jardas, fazendo apenas em 4,36 segundos Isso já mostrava a determinação do atleta antes mesmo de entrar na liga.

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Dia do Draft. Tensão entre todos os atletas prestes a serem selecionados e correria entre os times para definirem o futuro das franquias. Os Steelers estavam no relógio e eles decidiram que não podiam deixar o talento de Shazier escapar. Resultado: escolheram Ryan na 15ª escolha geral. Anos depois, Shazier revelou que os Cowboys tinham planos de draftado na 16ª escolha antes que os Steelers entrassem no jogo, no último minuto. Foi uma surpresa para muitos, que pensaram que o Steelers atacaria a posição de cornerback, já que faltava profundidade na secundária da equipe.

Logo em setembro de 2014, Shazier deixou uma boa impressão durante o training camp e a pré-temporada, ganhando uma vaga de Linebacker no primeiro time. Ao lado de Lawrence Timmons. Uma baita responsabilidade.

Em seu primeiro jogo como profissional, viu que as coisas corriam diferente na NFL do que era em Ohio State. Jogou contra o Cleveland Browns e não teve os números impressionantes de uma partida universitária. Foram 6 tackles no total e um tapa em um dos passes, que foram apenas um indício do que estava por vir. Na semana seguinte, Shazier dominou. Realizou 11 tackles em uma derrota para o Baltimore Ravens. Uma atuação surpreendente para um Linebacker novato.

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Porém, neste mesmo ano, ficou marcado pelas lesões, conseguindo jogar apenas 9 partidas em toda a temporada. Com isso, teve apenas 36 tackles e dois tackles for loss em seu primeiro ano de NFL. Números decentes, considerando quanto tempo que perdeu.

Janeiro de 2016, nova temporada e um pouco mais de experiência. Semelhante a sua primeira temporada na liga, a campanha de Shazier no segundo ano o viu ficar de fora por vários jogos devido a lesões recorrentes. No entanto, ele certamente aproveitou ao máximo seu tempo em campo, garantindo 87 tackles e 3,5 sacks em apenas 12 jogos. Uma máquina. Ao fazer isso, Shazier ajudou o Steelers a viajarem a Cincinnati para enfrentarem os Bengals no Wildcard dos Playoffs. Foi durante esse jogo que Shazier fez uma das jogadas mais marcantes de sua carreira.

No fim do último quarto, os Steelers perdiam por 16-15. Depois que o quarterback reserva, Landry Jones, lançou uma interceptação, a esperança para vencer já era quase 0. Com apenas 1:36 faltando no relógio, Shazier acertou o Running Back dos Bengals, Jeremy Hill. O fumble foi recuperado pelo Ross Cockrell e, por fim, a jogada resultou no field goal vencedor do jogo com o Chris Boswell, colocando os Steelers na Rodada Divisional dos playoffs.

Na temporada seguinte, a NFL viu Ryan Shazier se transformar em um dos melhores linebackers da liga. Apesar de jogar apenas 12 jogos, Shazier marcou mais 87 tackles e 3,5 sacks. Sim, exatamente os mesmos números que da temporada anterior. Ainda, liderou Pittsburgh em Fumbles Forçados, com 3, e interceptações, também com 3. O currículo foi o suficiente para dar ao linebacker do Steelers uma passagem ao Pro Bowl. Embora certamente preferisse jogar no Super Bowl, a derrota dos Steelers para os Patriots na final da AFC forçou Shazier a comparecer em Orlando. Ainda, fez dois tackles no jogo. Não ia passar batido, não é?

Os Steelers tiveram um início arrasador na temporada de 2017, apresentando um até então recorde de 9 vitórias e 2 derrotas. Porém, logo no primeiro quarto da partida de um Monday Night Football, contra o Cincinnati Bengals, em uma 2ª para 5 jardas, Andy Dalton completou um passe para o estreante Josh Malone, e Shazier apareceu para fazer o tackle. Sempre na mesma intensidade. Na jogada, Shazier parou o jogador dos Bengals antes do First Down, mas não conseguiu se levantar e ficou de costas.

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A equipe médica entrou correndo no campo e o silêncio caiu sobre o Paul Brown Stadium. Shazier foi retirado do campo minutos depois, deixando os Steelers sem o principal líder de sua defesa. Estava claro, porém, que essa lesão era muito maior do que as anteriores que sofrera. Na manhã seguinte, a notícia de que Shazier havia sofrido uma contusão na coluna tomou o mundo dos esportes como uma tempestade, quando as pessoas começaram a estender a mão para enviar suas melhores energias para a pronta recuperação do atleta. Não havia dúvida de que o jovem linebacker estava fora da temporada, naquele ano. Mas, além disso, ele estava prestes a travar a batalha mais desafiadora de sua carreira.

Os meses que se seguiram à lesão de Shazier foram repletos de incertezas, já que a torcida de Pittsburgh esperava ansiosamente por notícias sobre seu astro defensivo. Sem a presença do Linebacker, o time jogou a rodada divisional dos playoffs, cedendo 45 pontos para Blake Bortles e os Jaguars, em uma derrota devastadora. Mas, por mais que os fãs quisessem Shazier de volta ao campo o mais rápido possível, o foco estava em sua saúde e em garantir que a lesão não o deixasse com traumas permanentes.

No fim de fevereiro, o General Manager dos Steelers, Kevin Colbert, anunciou que o coração da defesa do Steelers permaneceria com a equipe, mas não poderia participar da temporada 2018 da NFL. Esta não era uma notícia satisfatória aos fãs, que queriam alguma garantia de que Shazier ficaria bem. Eles conseguiram, dois meses depois, quando Shazier e sua namorada entraram no palco juntos para anunciar a escolha do primeiro round do Steelers.

Ryan Shazier fez um progresso incrível desde que pisou no palco do Draft, há mais de dois anos, e continua a inspirar pessoas em todo o mundo com sua coragem e resiliência. Mesmo que sua carreira tenha sido interrompida, ele será considerado um dos melhores jogadores do Steelers da década e permanecerá no coração dos torcedores para sempre.

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TOP – 05 Jogos para marcar na sua agenda na temporada // College Football // Art.Tide

Por Thiago Dellandrea – Redator College Football e NFL // Tide Football.

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1 – Oklahoma x Texas LONGHORNS (9 de outubro HÓRARIO A DEFINIR)

OKLAHOMA SOONERS

A máquina de Heismans não consegue repetir o sucesso individual no coletivo (o time em campo ainda é composto por 11), Lincoln Riley é um baita treinador ofensivo, mas desde que chegou à força da linha ofensiva caiu, os melhores ols das classes não tendem a olhar com carinho para as ofertas dos Sooners, o lineman mais bem ranqueado a vir na geração Riley chegou esse ano Wanya Morris (5 estrelas da classe de 19), mas honestamente esse mais abandonou Tennessee (graças aos embargos que essa terá) do que buscou Oklahoma, o resultado disso é uma ol mediana para proteger dois qbs 5 estrelas, o atual #7 Spencer Rattler (Junior) e o futuro #13 Caleb Williams (Freshman), os recebedores e principalmente runningbacks são de alto nível (isso explica como tantos rbs deixam oklahoma e pouco fazem falta, RBU que fala?), a defesa não recebe o mesmo afago, o sistema defensivo dos Sooners é falho, mas não podemos culpar o sistema em sí ou seu treinador afinal, pouco talento chega isso dificulta a criação de um time vencedor (que não quer ir somente a passeio nos playoffs), o melhor defensor da equipe é o nose tackle #8 Perrion Winfrey, transferido da JUCO de Iowa Westerns, fora ele #11 Nik Bonitto pode ter impacto na próxima temporada e acaba por ai, Oklahoma é quase totalmente dependente do ataque e muito em razão disso sofre algumas derrotas amargas.

NÃO DEIXE A CARROÇA VIRAR, NÃO DEIXE A CORROÇA TOMBAR

Se realmente é tão fraca assim por qual razão estar nessa lista? Bem, clássico é clássico, Oklahoma quando se encontram tendem a ser possuída pela vontade de massacrar os Longhorns (e ultimamente tem conseguido), o Red River Showndown (como é nomeado esse jogo de rivalidade) nos últimos anos foi um tiroteio de ataques (tendo o ultimo terminado 53 a 45 depois de 4 prorrogações), pouco sabe onde as defesas vão parar nesse dia e no próximo confronto não deve ser diferente, mesmo Texas tendo dado a famosa pipocada no último ano, a defesa conseguiu incomodar e criou chances do ataque matar o jogo antes da prorrogação, as oportunidades perdidas custaram caro e a derrota veio, mas não se pode esperar isso novamente, afinal com um novo HC o ataque de Texas não será mais conservativo (aparentemente), mas principalmente a defesa que conseguiu pressionar fara no mínimo o mesmo, os Sooners precisaram desenvolver seu jogo corrido e comprar para Rattler mostrar se é tudo isso mesmo, agora a parte dificil, descobrir como parar o running back Bijan Robinson.

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TEXAS LONGHORNS

Os Texas têm dois dos atletas ofensivos mais explosivos e promissores do College Football, o running back #5 Bijan Robinson (que fez todas as defesas adversarias passarem vergonha) grande estrela e seu quarterback #11 Casey Thompson mesmo tendo jogado somente um jogo o Alamo Bowl, distribuiu tds e disseminou o caos na defesa do Colorado, agora com Steve Sarkisian como HC (OC de Atlanta em 17 e 18, OC da Alabama em 19 e 20) o ataque deve ganhar mais versatilidade o que faltava e muito, esse time é recheado de talento e deve nos próximos 2 anos ter uma melhora substancial.

TEXAS IS BACK?

OS Longhorns tem uma formidável defesa, o corner #5 D’Shawn Jamison é o melhor marcador e destaque certo no próximo ano, #95 Alfred Collins defensive tackle em 2º ano que foi crucial no interior dessa poderosa defesa (fez uma interceptação no Alamo Bowl digna de OBJ, se esse pesasse 136 quilos), a defesa viu uma quantidade considerável de sênior dizerem adeus, assim uma defesa menos experiente precisara mais da aparição dos poucos não novatos titulares, porém existe essa consciência, como pudemos ver na forma com que a defesa se prostrou no spring game, como a mudança do linebacker #0 DeMarvion Overshown para a posição de outside lb, que não parece grande coisa mas chegou em Austin como safety e pela forma certeira de tacklear o fez ser muito bem aproveitado, como não é um tradicional linebacker constantemente ficava perdido no meio dos bloqueios e agora poderá atuar melhor nas contenções além de ser um marcador excelente, o ataque tem 4/5 dos Ols como Junior (3º ano) ou Senior (4º ano), isso significa experiencia (mas não é garantia de sucesso), o desempenho dela no spring game foi muito bom, ainda mais se pensarmos na qualidade dos defensores enfrentados, o que deve ajudar ainda mais Bijan e Thompson, o grupo de recebedores é liderado pelo RedShirt Freshman #21 Troy Omeire, agora saudável terá grande impacto junto deste rapido conjunto de recebedores, Oklahoma deve ter muita dificuldade em razão da força ofensiva desse ataque, se Sarkisian entregar o que promete (vale destacar que já foi HC em USC Trojans e em Washington Huskies, onde não foi muito bem) agora mais experiente, no comando de um time mais talentoso comparado a suas duas vezes como HC, tem a obrigação de fazer Texas voltar a um patamar competitivo não somente dentro da BIG 12 mas a nível nacional, impondo o jogo corrido Texas vai facilmente cansar a defesa dos Sooners e a defesa, mesmo com as perdas ainda deve conseguir se sobrepor ao ataque de Oklahoma, mas não esperem o jogo ser decidido antes do 2º período.

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2 – Lsu x Florida (16 de outubro HÓRARIO A DEFINIR)

LSU TIGERS

Tendo levado o campeonato nacional na temporada de 2019, existiam grandes expectativas sobre a manutenção de um forte time, 2020 foi um ano difícil acarretado principalmente pelas constantes trocas de quarterbacks, com a transferência de TJ Finley para Auburn não espere que as coisas se resolvam afinal as trocas eram pela dificuldade de ambos em liderar esse ataque, pontos a favor são a linha ofensiva consistente e o grupo de recebedores que mantem um alto nível, a defesa é liderada pelo melhor corner do College Football e vestira a famosa #7 Derek Stingley Jr., mas não somente com um corner se monta uma defesa, a linha defensiva é muito boa contra corrida, mas não possuem um pass rusher solidificado, o grupo de linebackers é liderado pelo transferido de Clemson Mike Jones Jr., a defesa é sem dúvida muito boa, mas ainda necessita de ajustes sobre qual seria a melhor forma de extrair o talento de todos, Stingley é o melhor press corner do college e pode muito bem anular um recebedor (mesmo que DeVonta Smith tenha feito parecer mais um) o restante da defesa não é tão qualificado para marcar man.

THE DBU

O jogo será uma grande disputa e botara frente a frente times com estilos de jogos propícios a se aproveitar da defesa adversaria, o ataque de Lsu tem feito boas outside runs na última temporada e a linha defensiva da Florida apresentou dificuldade contra tal tipo de corrida, os recebedores são rápidos e conseguem esticar bem o campo, o grande confronto será entre o forte interior de ol dos Tigers contra o forte interior de dl dos Gators, na defesa a Lsu apresenta uma equipe leve e ágil e precisa ser disciplinada para conter o jogo corrido adversário, principalmente com as corridas fora de chamada de Emory Jones, parar os tight ends será crucial para a defesa em razão destes serem parte importante do jogo recente da Florida, por outro lado o Death Valley (Tigers Stadium) terá que se provar outra vez.

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FLORIDA GATORS

#5 Emory Jones assumindo a posição de quarterback titular, faz da Florida uma equipe perigosa na extensões e corridas, mas interprete essa fase como um momento de transição, o grupo de recebedores hoje não possui tanto talento e muita pressão cairá sobre #15 Jacob Copeland hoje principal recebedor da equipe, o grupo de tight ends terá que continuar a ser parte importante do ataque, nos bloqueios ou nas recepções, a ol possui algumas caras novas e ainda é cedo para afirmar a sua qualidade, mas ela é mais leve e ágil da anterior. fator de ajuda as corridas, a defesa também têm um dos melhores corners do College #5 Kaiir Elam (destaque no próximo draft), mas sua força está no interior da linha defensiva, essa defesa é muito física e longe de ser das mais rápidas, #51 Ventrell Miller veem ganhando destaque pela disciplina, o linebacker tem sido a principal arma contra as corridas adversarias, porém no geral há muita gente nova os veteranos teram que chamar a responsa.

A BRIGA DE GIGANTES

No pantanal brasileiro Onça caça Jacaré, o ambiente do jogo é favorável a LSU (e não tenha dúvida do impacto disso), para vencer os Gators terão que controlar o jogo corrido e o relógio, permanecer longos drives em campo será crucial para manter a defesa descansada, a parte crucial será o ataque dos Tigers contra a defesa dos Gators, essa defesa é muito mais física e necessita tirar vantagem disso, as blitzs e a marcação man serão parte fundamental para não deixar os rápidos recebedores de Lsu terem um dia feliz, assim como forçar as 3 longas tudo para comprar tempo para a linha defensiva botar as mãos do ainda incerto, quarterback de Lsu.

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3 – Georgia x Clemson (4 de setembro as 20:30)

GEORGIA BULLDOGS

A estreia em horário nobre em um jogo grande, tenta apontar a equipe a grandes coisas na temporada, a busca pela SEC segue sendo o objetivo principal, ser forte dentro de uma conferência como essa significa ser uma ameaça (e uma vaga garantida) nos playoffs, os Bulldogs foram uma máquina com JT Daniels (transferido de USC), sabemos que qb em Georgia é um problema desde… Aaron Murray em 2013, enquanto a volta deste sempre houve talento, grandes running backs, excelentes recebedores e uma linha ofensiva completamente fora da curva, faltava “somente” alguém para direcionar esse time ao rumo certo e Daniels pode ser esse cara, uma temporada boa pode o projetar na primeira rodada e sem dúvida ele sabe disso, porém será necessário bater um rival indireto seu antigo concorrente em Mater Dei, Bryce Young, quarterback de Alabama, mas não tão distante está Clemson, que nada tem a ver com isso, Georgia perdeu a secundaria inteira, porém recrutou outra no portal de transferência, inclusive um ex-Clemson Derion Kendrick (lei do ex?) que terá uma batalha contra com Justyn Ross principal recebedor de Clemson… em 2018.

CÃO QUE LADRA, MORDE?

O spring game foi sensacional, a atuação dos 4 quarterback foi digna de ambos merecerem ser titular se e somente se JT Daniels não tivesse acabado com o jogo, a linha ofensiva titular foi perfeita nos bloqueios com destaque a nova dupla de tackles, #73 Xavier Truss e #70 Warren McClendon, que mostraram segurança independente do cara a ser protegido, o grupo de recebedores é inexperiente e sem Pickens parecia ser o ponto fraco, mas seus lançadores souberam bem (e principalmente as chamadas das jogadas) como aproveitar as características de cada um destacam-se #10 Kearis Jackson (rápido), #81 Marcus Rosemy-Jacksaint (grande estatura e capacidade de brigar pela bola) e o Freshman #5 Adonai Mitchell (com cola nas mãos), a dupla de running backs #3 Zamir White e #4 James Cook devem fazer algo semelhante aos Browns e aterrorizar os adversários com muito talento no backfield, mas principalmente os kickers que buscavam a todo momento acertar alguém desavisado na arquibancada com seus chutes potentes e sem direção, na defesa ajustes ainda precisam ser feitos, aparentemente haverá problemas no pass rusher no decorrer da temporada, houve muita sobrecarga no trio da dl, com #4 Nolan Smith e #17 Nakobe Dean sendo os alvos favoritos da distribuição de porradas no segundo nível da ol (que deve acontecer e muito na temporada) vimos os dois principais linebackers da equipe ficarem presos no trafego e causando uma completa confusão e dificuldade de parar as corridas, ainda sim são questões de disciplina relacionadas a contenção de gap e principalmente comunicação entre os defensores, hoje a Georgia tem a chave para vencer os Tigers, tempo de pocket, conseguindo esticar o campo e sabiamente sabendo quando soltar a bola no rb para ganhos curtos, a linha ofensiva novamente será a chave para o sucesso da equipe e a defesa vai precisa de encontrar a forma que aproveite melhor seus linebackers e principalmente descobrir como os transferidos vão jogar, afinal nenhum dos 3 dbs transferidos entrou em campo no spring game.

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CLEMSON TIGERS

O último ano foi tenebroso e chegar nos playoffs pode até ludibriar sobre quanto a equipe sofria, a defesa penou contra quase qualquer equipe que jogou, os passes furavam a defesa com tanta facilidade que parecíamos estar jogando madden no rookie, causada principalmente pelos longos períodos de tempo que a dl permitia o adversário ficar com a bola, vários ajustes foram feitos mas é claro que algo deu errado, penso que poderiam ter aproveitado melhor seus explosivos edges em um 3-4, Clemson tem uma quantidade considerável de pass rushers no interior (inclusive com 2 dts 5 estrelas) que poderia facilmente pressionar por mais lados e até pela razão de um linebacker a mais não vir a ter tanto impacto assim, jamais quero aqui desmerecer o trabalho e a ida aos Playoffs, mas o placar elástico contra Ohio State, mostra como o “gás” acabava e assim era esticado um tapete vermelho que direcionava a endzone, o ataque por sua vez foi desestabilizado e pouco conseguiu brigar com a defesa de Ohio, vale ressaltar que no lado dos Buckeyes o pass rusher não vinha de boas atuações e pode ser considerado como abaixo do nível habitual, mesmo engolindo Lawrence sem do, ainda sofreu 400 jardas aéreas (é, não disse que a secundaria ajudou).

A PRIMEIRA OU A ULTIMA IMPRESSÃO QUE FICA?

O começo de Lawrence foi fenomenal, o time ao redor ajudou muito e não há demérito algum nisso, mas o último jogo foi tão recheado de decepções, e o time ao redor ajudou muito novamente nisso, Clemson não conseguiu repetir a campanha de freshman de Lawrence que levou o time a conquista do campeonato nacional, podemos tirar disso que houve uma acomodação (o que não pode acontecer) ainda mais por se jogar na ACC, onde sejamos honestos, está longe dos seus melhores dias e para ser realmente franco, sem Notre Dame no último ano dificilmente ocorresse uma “final” da ACC, a equipe descarrilhou pelo peso da própria corroa digamos assim, o hype grandioso e chegada de atletas novatos já jogando como freshman, fez deles “grandes vencedores” que não venceram nada, parece confuso mas a maior parte das faltas de Clemson foram desses novatos, nada anormal se pensássemos que acontece pela transição para o college, mas quando analisarmos o comportamento desses atletas em primeiro e segundo ano, as faltas cometidas, percebemos que a maior parte delas é fora de jogo, condutas anti desportiva como a troca de socos no jogo de Louinsville (muito inteligente socar o capacete aliás), onde o retornado já havia sido tackeado e a disputa que culminou em briga estava longe da jogada, pode ser frustração claro mas nada jamais justifica e é esse o que necessita mudar no futuro dos Tigers, aqueles atletas que jogaram 4 anos 2 ou 3 deles sem estar na briga direta do Nacional (famosa geração Watson), tinha uma mentalidade diferente e jogava com frieza afinal não se vence a Alabama na trocação de socos.

CAÇAR OU SER CAÇADO

O time de Clemson é forte e tem um solido ataque, é cedo para comentar sobre a linha ofensiva, porém há excelentes skill positions nesse time e DJ Uiagelelei é um dos melhores Sophomore (2º ano) do college football e um quarterback promissor, a defesa tem como principal referencia a linha defensiva, do grupo de linebackers e a secundaria não são das mais consistentes e precisaram tirar vantagem da falta de experiencia dos recebedores dos Bulldogs para tentar minar Daniels, ainda sim precisaram passar por uma das mais solidas linhas ofensivas do college, o que em algum momento deve acontecer, a chave da possível vitória é forçar as 3º longas, pois se permitirem opções de passar ou correr nas 3 decidas curtas Clemson não conseguira segurar, vencer a batalha dos turnovers e principalmente não manter a defesa longos drives em campo será fundamental.

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4 – Miami x Alabama (4 de setembro as 16:30)

ALABAMA CRIMSON TIDE

Se questionarem a mim sobre o que esperar da Alabama direi, outro título nacional, mesmo sabendo que nos últimos 3 anos somente 1 atleta titular é o mesmo, a capacidade de preparação e desenvolvimento desse time é monstruoso e constantemente falamos sobre, mas não se enganem ao olharem os recrutamentos, a Crimson Tide sempre está entre os melhores recrutadores, porém há outras que também estão e? Voltamos novamente ao efeito Nick Saban e acho melhor não nos repetirmos aqui.

O ELEFANTE NO MEIO DO FURAÇÃO

O mascote da Tide representa muito bem o que é esse time, o elefante já foi uma das maiores armas de guerra da antiguidade, com força, aparentemente imparável e devastador no efeito psicológico dos adversários, o Big AI (elefante da tide) no entanto não pretende machucar ninguém e só incomoda os torcedores parados nas arquibancadas, podemos definir a atua geração da alabama por uma palavra, disciplina, o ataque avança devagar (para o bolt) e constante, o jogo corrido rende a anos, as linhas ofensivas eram solidas, mesmo comparando os running backs e os ols, vemos caras como o Derrick Henry e T.J. Yeldon (com estilos muito diferente) terem sucesso, isso se dá pela capacidade de extrair dos atletas e por isso devemos esperar que novas estrelas apareçam, a equipe tem atletas semelhantes ao da última temporada e o grupo de recebedores faram um grande espetáculo no confronto contra a secundaria de Miami.

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MIAMI HURRICANES

Miami se vê longe da disputa dentro da ACC, times como Clemson se tornaram potencias e outros pegaram papel de destaque na conferência como a North Carolina, o recente fracasso se podemos dizer assim nos últimos 3 anos tirou potenciais recrutas e prejudicou o desenvolvimento da equipe, Manny Diaz assumiu o comando e trouxe o quarterback #1 D’Eriq King transferido de Houston, o Safety #21 Bubba Bolden de USC, a Primeira rodada dos Dolphins Jaelan Phillips de UCLA, entre outros talentosos jogadores que veem compensando estes anos ruins de recrutamento, Miami tem tudo para se reerguer e buscar o trono de destaque da Florida ACC.

A TEMPESTADA FARA CHUVER EM ATLANTA

Para destruir meu título o estádio é coberto, mesmo assim Miami não deixará a Alabama simplesmente levar a vitória na semana 1 do college, esse confronto não fora agendado à toa, Miami tem uma poderosa linha ofensiva e um lançador que adora correr, enquanto a Alabama tem um interior de linha defensiva novo e a incrível capacidade de deixar os lançadores correrem para fora do pocket, ainda sim nem só de corridas vive um time de fa, o jogo aéreo terá que funcionar principalmente nas 3 descidas, enquanto isso para combater a velocidade de John Metchie III e de outros recebedores a secundaria responde na mesma moeda, o transferido da Georgia #2 Tyrique Stevenson  junto com o experiente #8 DJ Ivey podem (além de queimar minha língua) fazer das longas separações conquistadas pelos recebedores de alabama algo somente no imaginar no dia 4 de setembro, man press que tem gerado resultado em Miami principalmente pela capacidade de cobertura e suporte dos safetys ao fundo do campo, com relação ao front 7 é ainda cedo para dizer afinal há muitas caras novas.

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O JOGO – Michigan x Ohio State (27 de novembro, HÓRARIO A DEFINIR)

Não necessita de muitas justificativas para ser considerado o jogo mais esperado do ano, existe um diferencial nesse confronto em Ann Arbor casa dos Wolverines, ambos os times estão na teórica par de igualdade, ambas perderam seus quarterbacks, Michigan teve 8 jogadores selecionados no draft e Ohio State 10, Justin Fields ter saído na primeira rodada do draft enquanto Joe Milton se transferiu para o Tennessee, mostram a diferença de desenvolvimento das duas mesmo com semelhanças na dominação nos recrutamentos, ambas adquirem talento e o draft prova isso, mas somente Ohio State conseguiu realmente montar um time.

MICHIGAN

Jim Harbaugh se firmou como recrutador de qbs… transferidos, apesar dos pesares não é nada incomum, Mike Leach é o HC de mais sucesso fazendo seus qbs inflarem seus números com um poderoso jogo aéreo, Michigan com uma linha ofensiva melhor, mais talento ao redor deste qb consegue até mais certo? Na verdade, o que vemos é o oposto, todo lançador que comprou a promessa de Jim Harbaugh não encontrou nada além de frustrações, John O’Korn e Shea Patterson eram dois dos melhores Freshmans em seus respectivos anos no College e em Michigan viram seus nomes sumirem nos mocks rumo ao esquecimento, talento em ambos não faltou, experiencia junto com os embargos de expectativa… mas o principal culpado é seu HeadCoach, vemos em Michigan uma falta de identidade, sabe quando pensamos em um time e ligamos rapidamente ao poderoso jogo corrido ou a tradicional linha defensiva? com Harbaugh a única vez que vimos isso foi com Peppers, quando ele lançava corria recebia, batia o punt e tackeava o retornado, enfim víamos mérito no Harbaugh, certo? Na verdade, a razão disso foi um time perdido a volta de Jabrill Peppers, assim como vemos nos anos seguintes, o primeiro quarterback recrutado fora do portal a jogar por Michigan foi Joe Milton agora dando adeus deixa o qb room com Alan Bowman transferido de Texas Tech, J.J. McCarthy 5 estrelas da classe de 21 e Cade McNamara 4 estrelas da classe de 19, nenhuma das grandes nenhuma universidade tem um futuro tão incerto quanto, apesar disso Michigan tem talento e principalmente vontade de fazer diferente frente ao sucesso do rival.

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THE GAME

Michigan novamente tem uma sólida defesa, o safety #30 Daxton Hill e o lb #12 Josh Ross devem ser os principais defensores da equipe e terão muito seus nomes chamados neste ano, resta saber se por mérito ou necessidade…no ataque não temos grandes nomes apesar da consistência do runningback sênior Hassan Haskins, o grupo de recebedores deve ter dificuldades (ainda mais se ocorrerem muitas mudanças de quarterbacks) mesmo com Ohio não tendo a secundaria das mais fortes dos últimos anos, devemos esperar muitas chamadas no jogo corrido para tirar a pressão do seu lançador novato deixar os safetys no fundo do campo desconfortais com a pressão do suporte nas corridas, a defesa por sua vez terá que pressionar o lançador adversário e principalmente, magicamente descobrir como parar o melhor grupo de recebedores do college, ser o último jogo da temporada regular no calendário joga a pressão toda contra Ohio e compra tempo para descobrir como vencer esse ano.

OHIO STATE

No spring game vimos 3 quarterbacks jogando MUITO, meu destaque e o possível titular #7 C.J. Stroud foi cirúrgico, certo certo não temos contato… é um jogo treino… jogo é jogo treino é treino e tudo mais, mas Stroud é semelhante no estilo a Justin Fields em um time que ainda deve jogar da mesma forma, com um grupo de recebedores mais lapidado junto a uma linha ofensiva experiente, deve fazer de novo com que esse time chegue à final da BIG 10 por outro lado a defesa não deve ter grande melhora, pondo mais pressão na eficiência deste ataque, o defensive end #11 Tyreke Smith deve ser o principal atleta do lado defensivo da bola, porém não tenha expectativas de algo do impacto dos irmãos Bosa (espero muito errar nessa), outro possível destaque é o cornerback #7 Sevyn Banks que nas inconsistentes atuações de  Shaun Wade (selecionado pelos Ravens no ultimo draft), teve seus momentos na parte final da temporada e podia muito bem ter assumido a posição de cb2, desta vez Michigan chega a ter mais talento no time do que Ohio e Ryan Day (HC de Ohio) não é Urban Meyer (atual HC dos Jaguars), os Buckeyes ainda tem a cara do seu último treinador, uma linha ofensiva forte e agressiva no segundo nível, a imposição do jogo corrido e a defesa, joga da exata mesma formula criada por Meyer em Ohio, a secundaria é agressiva mas da pouco apoio as corridas (nas derrotas quase sempre recaem a necessidade de sua ajuda), a linha defensiva tem sempre, dois defensive tackles conscientes contra corrida (semelhante com Alabama) e dois pass rushers que quase sempre não tem gap definido de ataque e tentam cercar o quarterback adversário, a diferença está na escolha dos quarterbacks, Day gosta de lançadores ágeis que consigam sair e esticar jogadas, mas pouco buscou mudar a volta deste para conseguir extrair mais desse estilo, afinal a mudança natural seria tornar a linha mais ágil, porém como está indo para a 3 temporada, pode ser que somente agora comecemos a ver a nova cara de Ohio State.

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PASS RUSHER

É MUITO curioso como os ends/edges de Ohio State jogam, Urban definiu Larry Johnson (dl Coach de Ohio) como um dos melhores treinadores defensivos do College Football, este que criou uma forma de leitura e ataque (que refinou a busca no recrutamento em 3 características tamanho, força e agilidade), baseadas em 4 técnicas, 1º a stance, deixando livre ao atleta decidir a melhor forma e mais eficiente de se alinhar, 2º a explosão o famoso “olho na bola”, 3º e ai que começa a baguncinha, depois do snap o defensor deve dar 4 passos correndo no ombro de fora tackle e no quarto vamos para a reação o 4º passo, onde o defensor lê o tackle, se o tackle foi vencido nessa corrida o defensor deve continuar contornando esse bloqueador, se o tackle conseguiu acompanhar, mas manteve suas mãos baixas, bull rush, se o tackle mantem as mãos altas o defensor deve buscar tirar as mãos antes que sofra o grapeio (quando o ol consegue segurar o shoulder), por fim se o tackle está protegendo a parte de fora tornando impossível vence-lo na corrida o defensor deve fazer o “counter” seja girando ou no jogo de mãos buscando passar entre o guard e esse tackle, parece muito complexo e é mesmo ahaha, o grande sucesso recente do pass rusher e as conquistas dos Buckeyes está muito ligado a essa técnica, que cria muito mais possibilidades e torna muito mais imprevisível para o bloqueador.

THE GAME

O jogo para Ohio será muito mais difícil, pelas mudanças de elenco e da vontade de Michigan em ser a razão da ausência dos Buckeyes nos playoffs, a defesa no último ano teve muitas dificuldades em encontrar uma forma de comprar tempo para o pass rusher, as marcações em zona não conseguiram ser eficazes, talvez pelo pouco tempo de atuação (e menos jogos) em conjunto dos atletas, mas o pior foi as corridas, a dificuldade em pará-las foi gigante, os linebackers constantemente erravam os gaps e poucas vezes continham as corridas outsides ou com pull (lado negativo da liberdade dos dls), isso precisa mudar, afinal se repetirem os times no último ano, ambos terão como base, o jogo corrido.

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T-Rex lança primeira série de futebol americano da América Latina e muda o cenário do esporte no Brasil

A série Chance4Life, do T-Rex, equipe de futebol americano da cidade de Timbó, Santa Catarina, estreou nesta sexta-feira no Youtube e trouxe diversos aspectos de uma produção profissional de alta qualidade

Por: Danilo Lacalle (@danlacalle) – Jornalista

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O T-Rex, equipe de futebol americano da cidade de Timbó, é conhecido no Brasil por seu sucesso em campo, onde já conquistou dois títulos nacionais e cinco estaduais. Fora dele, o clube também é reconhecido por suas ações sociais. Na sexta-feira, 4 de junho, o time que já fazia um trabalho de divulgação expressivo nas redes sociais e no Youtube, estreou em mais uma vertente: o das séries, com a Chance4Life, uma produção autoral e totalmente cinematográfica.

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Chance 4 Life é a primeira da América Latina


A Chance4Life, que é a primeira série sobre futebol americano da América Latina, não decepcionou. Em seu primeiro episódio, “Fantasmas”, o time de Timbó trouxe toda a intensidade da equipe e os problemas que foram vivenciados na final do Campeonato Nacional de 2019, onde foram superados pelo João Pessoa Espectros.


E alguns pontos chamam a atenção para a produção: o storytelling realizado no primeiro episódio dá um norte de como a série vai funcionar. Trazendo histórias que foram vivenciadas pelos atletas e seus relatos, além de tomadas cinematográficas, dignas de uma série de alto budget de produção. Se você gosta de Last Chance U, série original da Netflix dirigida por Greg Whiteley, a Chance4Life é perfeita para você. Mas se engana quem acha que esta é uma cópia da produção norte-americana.


Com tomadas diferentes e todo o hype próprio que vem da equipe de Timbó, o Rex consegue passar toda a essencia do time, no documentário. Garra, suor, esforço e muita organização extra-campo. Com a Chance 4 Life é possível visualizar todo o trabalho que é realizado nos bastidores para que tudo flua da maneira que vemos, nas redes sociais.

T-Rex mostra originalidade e profissionalismo com série de futebol americano


Muitos fatores trouxeram a assinatura e originalidade do seriado, como o Lut elaborado para padronizar as cores de toda a produção – onde predomina o vermelho, do time -, a trilha sonora totalmente baseada no Edi Rock, membro do grupo Racionais MC’s e embaixador da série, além do aprofundamento e maior diversidade de personagens apresentados. Tudo isso formou um combo perfeito para os fãs do futebol americano maratonarem. E, para quem não conhece tanto do esporte, ser introduzido e se apaixonar pela filosofia da modalidade – que é muito bem explicada logo no primeiro episódio. Principalmente pelos atletas, que mostram como é viver em prol do futebol americano e o quão difícil é a disciplina para poder se destacar no cenário.

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A produção, por ser a primeira da América Latina, representa – e muito – para o cenário do esporte no Brasil. Isso porque a série vai além de um simples documentário, mas sim, apresenta-se como um modelo de negócio que pode ser replicado pelo continente. E, além disso, aumenta – e muito – a visibilidade da modalidade em terras brasileiras, já que ficará disponível na Unifique Play e poderá ser acessado por espectadores em qualquer lugar do mundo.


A série completa conta com 8 episódios, nesta primeira temporada. Além disso, 100 pessoas estão envolvidas na produção, contando com atletas, treinadores e colaboradores da equipe.


Ainda, a produção brasileira busca trazer o dia-a-dia entre treinos, reuniões, disputa de competições e a vida dos atletas, que são de diferentes locais do pais, e estão na equipe para ter a experiência de vestir a camisa do T-Rex. Ainda, o aprofundamento dos personagens é algo que é esperado para os próximos episódios, como no caso dos irmãos Reis, que saíram do Ceará para jogar futebol americano e tiveram alguns obstáculos para chegar onde estão, atualmente. A prévia, inclusive, já fora divulgada no @Rex4life, Instagram oficial da equipe.


A “Chance4life” conta com o patrocínio da Unifique, e os próximos episódios serão lançados com exclusividade na plataforma Unifique Play.

Você pode maratonar os dois primeiros episódios da série, aqui:

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O trio BBB e os melhores técnicos da NFL

Nem só de grandes atletas vive o futebol americano. As mentes por trás de grandes franquias também têm seus feitos reconhecidos pela liga, através do Hall of Fame e de premiações anuais, além de também terem seus fãs. Neste texto abordaremos não apenas os mais vencedores, mas também aqueles cujas ideias mudaram o esporte.

Por Michel Borges – Redator E Colunista NFL // Tide Football

B.B.B

Walsh, Parcells e Belichick. Aparentemente, se você é HC e seu apelido é Bill, terá maiores chances de ser Hall of Famer e de ser lendário para sua franquia e esporte.

Walsh foi head coach do San Francisco 49ers entre 1979 e 1988, onde teve o record de 102 vitórias, 63 derrotas e 1 empate, conquistando três super bowls, seis títulos de divisão e três títulos da NFC.

Uma de suas maiores contribuições para a liga foi a popularização do esquema West Coast, embora este também seja atribuído a Bill Parcells.

Falando sobre Parcells, este foi Head Coach do New York Giants, onde teve mais destaque, New York Jets, New England Patriots e do Dallas Cowboys. Sendo conhecido por transformar equipes em declínio em contenders e por ser o único coach a levar quatro franquias para os playoffs e três para a final de conferência. Hoje é consultor do Cleveland Browns.

Cleveland que é a primeira franquia a dar uma chance como HC para o terceiro Bill desta lista, que hoje é o maior vencedor da era do Super Bowl. Belichick é o General Manager do New England Patriots, e é responsável pelos 6 títulos de Super Bowl que a maior dinastia do esporte já teve, além de ter conquistado dois como defensive coordinator pelo NY Giants, de Parcells.

É comum os jogadores o associarem a vitória, sendo comum ver atletas dizendo que foram a NE para vencerem o SB e que dinheiro e felicidade eles encontrariam nas outras 31 franquias.

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George Halas

Halas é conhecido como “Mr. Everything” e não é à toa, pois o cocriador da NFL atuou em todos os cargos que você possa imaginar na liga, atuando até fora dela como atleta da MLB.

Como jogador, Halas iniciou no New York Yankees, da MLB, onde atuou apenas por 12 jogos e aposentou-se devido uma lesão no quadril. Jogou em times menores e de indústrias, até que atuou como treinador-jogador do Decatur Stayles (time da indústria A. E. Staley Company) que futuramente se tornou o Chicago Bears.

O Hall of Famer foi seis vezes campeão da NFL, duas vezes considerado o técnico do ano, tem o número 7 aposentado pelo Bears além de figurar na lista das 100 maiores pessoas que já passaram pela franquia.

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Vince Lombardi

O homem que dá nome ao título máximo da liga, Lombardi é considerado por muitos o maior treinador da história dos esportes americanos. Muito deste hype em seu nome, é devido ao incrível feito de nunca ter tido uma temporada com mais derrotas que vitórias e de ter o record de 105-35-6. Além disso, Vince foi campeão da NFL cinco vezes num intervalo de sete anos, tendo os dois primeiros títulos do Super Bowl.

Vince está no Hall o Fame pelo Green Bay Packers, onde conquistou todos os seus títulos como Head Coach e foi eleito duas vezes como coach do ano. Pelo Redskins, o técnico conseguiu ter uma temporada positiva após 14 anos desastrosos da franquia. Infelizmente, Lombardi faleceu no ano seguinte a este feito.

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Paul Brown

O lendário cofundador e técnico do Cleveland Browns, franquia que tem o nome em homenagem a ele, é também um dos maiores técnicos da história da NFL. Sua história no futebol americano profissional, na verdade, antecede a criação da liga, sendo técnico do próprio Cleveland Browns, brevemente chamado de Panthers, na AAFC (All-America Football Conference). Brown também foi técnico no College, e foi, inclusive, campeão.

Campeão quatro vezes consecutivas da AAFC, Brown e sua equipe dominaram a liga e a levaram ao fim devido tal dominância. Com isso, Cleveland Browns, San Francisco 49ers e Baltimore Colts juntaram-se à NFL.

Na NFL, Brown foi campeão mais três vezes, técnico do ano sete vezes (por veículos de notícias diferentes) e ajudou a fundar o Cincinnati Bengals (pela AFL). O técnico está no Hall da Fama da liga e no Ring of Honor de Cincinnati e de Cleveland.

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Timbó, Capital Nacional do Futebol Americano!

Por Marcelo Taveira – Manager // Confederação Brasileira de Futebol Americano.

Para uma equipe ir longe no Futebol Americano aqui no Brasil, é preciso ter bases sólidas, projetos consistentes, muito trabalho e além disso, trabalhar certo, de forma objetiva.

Neste sentido, falaremos um pouco sobre a equipe de Timbó – SC, o T-Rex.

A equipe existe desde 03/10/2007, já são praticamente 13 anos de muito trabalho e consequentemente, muitas finais de competições e muitos títulos. A equipe é Bicampeã Brasileira, Pentacampeã da Conferência Sul em nacionais e é também Pentacampeã Catarinense.

Por trás desse sucesso, estão várias pessoas capacitadas, dentre elas, os irmãos Takahashi (Bruno e Breno) e Igor Rick. Para o podcast da nossa revista, Igor Rick acredita que ele tenha ajudado a equipe à virar a chave, de um projeto que já vinha sendo bem executado, mas que precisava ir além.

Igor então foi responsável por organizar, planejar e executar os projetos que envolvem as leis de incentivo do país, a municipal, estadual e especialmente, a federal.

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A equipe timboense conta com uma estrutura que pouquíssimas equipes possuem no país, com escritório físico, loja física para a venda de seus produtos e ingressos, conta com centro de treinamento dedicado, um contêiner onde guardam os equipamentos do time ao lado do campo, além da estrutura de musculação.

Além disso, em 2019 a cidade de Timbó-SC aprovou através do Projeto de Lei nº80/2018, a concessão gratuita de direito real de uso de bem público para o T-Rex. O que isso quer dizer? Quer dizer que a equipe conseguiu a autorização para construir a sua própria arena de futebol americano em um terreno da prefeitura.

Em um esporte onde praticamente todas as equipes precisam “desviar” do futebol para poderem utilizar os estádios ou mandar seus jogos em pequenos campos com pouca estrutura, o Rex está engajado para criar uma arena nos moldes daquilo que vemos apenas nos Estados Unidos, um complexo com campo, academia, vestiários completos, arquibancada, restaurante, auditório, sala de vídeo, dentre tantas outras funcionalidades.

E tudo o que vem acontecendo com a equipe de Timbó, é fruto do grandioso e assertivo trabalho do Igor Rick, atual presidente, que recentemente conseguiu captar mais de 500 mil reais através das leis de incentivo.
O Rex é um projeto sólido e possui uma mentalidade coletiva, eles desejam crescer, mas também querem que outras equipes cresçam, para isso, criaram a T-Rex Academy, com cursos para atletas que queiram evoluir e o próprio Igor Rick foi além, ele lançou recentemente um curso para ensinar exatamente o trabalho que ele fez e que ajudou e continua ajudando a equipe de Timbó à evoluir e crescer cada vez mais, de forma contínua, sólida e consistente.
Se você é gestor, aspirante à gestor ou participa da organização de alguma equipe, você precisa fazer esse curso para elevar a sua equipe à um outro patamar, fazendo com que todo o nível do FABR evolua igualmente, sem que existam equipes gigantes e outras que mal conseguem sobreviver.

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