Conheça sobre a Liga Europeia – European League of Football (EFL)

O que é? European League of Football (EFL)

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Nas últimas semanas, uma nova liga de futebol americano entrou no radar dos brasileiros, principalmente após o anúncio de uma parceria com a Liga BFA. Estou falando da European League of Football (ELF).

Anunciada em março de 2020, pouco antes da pandemia ser declarada mundialmente, a ELF é a primeira tentativa de retornar com o futebol americano profissional na Europa desde 2007, ano em que a NFL Europa encerrou suas atividades.

A ELF é uma empresa privada e tem como acionistas a SEH Sports & Entertainment Holding, empresa de investimentos com foco nas áreas de esporte, mídia e entretenimento, e Patrick Esume, um dos maiores nomes do esporte no continente e um dos principais comentaristas da NFL na Europa, que também atuará como comissário da liga. 

Financiamento

A ELF terá a Chio!, marca de chips do grupo alemão Intersnack, como patrocinador principal até 2024. “Encontramos um parceiro perfeito para o nosso campeonato. Não é apenas um bom negócio, mas uma questão de coração. Junto com a Chio, sempre vamos apresentar ótimos formatos para os torcedores, tenho certeza isso “, disse o comissário Esume.

A liga fechou outras parcerias com a Ticketmaster (venda de ingressos), MITO Drink (bebidas energéticas), Samsung TV Plus (app para transmissão na Alemanha, Áustria e Suiça), Profi.Car (performance) e o rapper Kontra K, que cedeu a música “Wenn das Schicksal dich trifft” para ser a música oficial da primeira temporada da ELF.

Mesmo com a proposta de ser uma liga profissional, a ELF ainda é classificada como semi-profissional. Segundo o Zeite.de, cada time terá um orçamento de 750 mil euros na primeira temporada, um salary cap nos moldes das ligas americanas. “Não queremos os mesmos campeões todos os anos como na Bundesliga,” disse Esume. É muito dinheiro, mas não o suficiente para profissionalizar um time com de até 60 jogadores e comissão técnica. 

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Transmissões

Esume e Zeljko Karajica, CEO da SEH, possuem fortes laços com a mídia alemã, já que ambos trabalharam na ProSiebenSat.1 Media, um dos maiores canais da Alemanha. Essa proximidade levou a assinatura de um contrato que garante a  transmissão de 13 jogos, incluindo os playoffs e a final, transmitidos ao vivo na Alemanha pela ProSieben Maxx, com todos os outros jogos sendo transmitidos ao vivo pela ran.de. O canal Esport 3 será o responsável pelas transmissões dos jogos na Espanha.

Além das transmissões nos canais citados, a ELF conta com um serviço de streaming em parceria com a inglesa StreamAMG. A ELF Network dará acesso ao jogos ao vivo para qualquer pessoa no mundo e conta com quatro pacotes: Pay Per View (€3,99 por jogo), Game Day Pass (€8,99 por semana), Team Pass (€39,99) e o Season Pass (€99,99).

Regras

A ELF jogará com as mesmas regras da NFL, exceto na prorrogação, onde usarão as regras da NCAA. Os times poderão contar com até 60 jogadores e 5 nomes no practice squad.

O foco da liga é desenvolver atletas locais, por isso serão permitidos 4 americanos por time e 10 estrangeiros não americanos. Muito se falou em americanos naturalizados em outros países europeus, que isso poderia ser uma brecha para a entrada de mais americanos na liga. Esses jogadores não serão contados como atletas internacionais, mas sim como americanos.

Uma das principais iniciativas será a criação de oportunidades de intercâmbio para jogadores, treinadores e árbitros dos dois continentes. Com essa parceria, os brasileiros não entram na regra de “import players”. Além disso, existe a intenção de incluir, no futuro, pelo menos uma vaga por time para ser ocupada por um jogador brasileiro. Ainda existe a possibilidade da criação de um jogo entre os campeões brasileiros e da ELF.

Times

Inicialmente, a liga contaria apenas com times da Alemanha e Polônia, mas com o adiamento da sua estreia, um time espanhol acabou sendo incluído, fechando a primeira temporada com oito times de três países: os alemães Berlin Thunder, Hamburg Sea Devils, Leipzig Kings, Cologne Centurions, Frankfurt Galaxy e Stuttgart Surge, o polonês Wrocław Panthers e o espanhol Barcelona Dragons.

Alguns dos times usam nomes idênticos de times da extinta NFL Europa, o que foi possível após a NFL autorizar o uso das marcas dos extintos Surge, Galaxy, Centurions, Sea Devils e Dragons.

Expansão

A ELF planeja acrescentar outros 14 times ao campeonato nos próximos quatro anos, podendo alcançar 10 países europeus. Áustria, França, Inglaterra, Dinamarca, Suécia e Turquia podem ter suas franquias anunciadas nos próximos dois anos. Itália, Hungria, Bulgária e Bélgica poderão entrar em um futuro próximo.

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Brasileiros na ELF

A ELF já conta com alguns brasileiros em seus times. São eles:

Junior Briele – DE/DT – Cologne Centurions

Com passagens pelo Corinthians Steamrollers (2011-2013), onde foi bicampeão nacional, Briele foi para a Europa, deixou de ser fullback e jogou no Cologne Falcons (2016-2019) como DE/DT. Dá uma olhada nos Highligths dele.

Murilo Machado – OL – Panthers Wrocław

Murilo começou a jogar em 2013 no Goiânia Rednecks (2013-2016), foi para o T-Rex (2017-2019), Oldenburg Knights/ALE (2019) e Thonon Black Panthers/FRA (2020). Em sua passagem pelo T-Rex, Murilo foi eleito All Pro da Conferência Sul em 2017 e 2018. Dá uma olhada nos Highligths dele.

Pollys Junio – OL – Berlin Thunders

Pollys começou a jogar em 2016 na base do América Locomotiva (2016-2018), onde foi campeão mineiro em 2016. Pelo Galo FA (2019-2021), ganhou o mineiro e a Conferência Sudeste da BFA em 2019. Pollys foi destaque na primeira edição da Golden Boy, sendo ranqueado em terceiro lugar entre os OLs da nova geração. Dá uma olhada nos Highligths dele.

ELF x GFL

A base da ELF é a Alemanha e não demorou muito para os problemas com a GFL, principal liga nacional europeia, surgirem. A AFI publicou em novembro de 2020 uma matéria sensacional sobre o assunto: “A nation divided: Germany’s football leaders react to the European League of Football”.

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Em suma, o modelo da ELF se diferencia da GFL e demais ligas europeias em um ponto: os times não pagarão para jogar, já que existe uma equipe focada na busca de patrocinadores para financiar a liga. “Se houvesse um sistema funcionando bem, não haveria necessidade de algo novo”, disse Esume. “Se você viajar pela Alemanha e conversar com as pessoas e equipes, parece que 90% das pessoas não estão felizes com a forma como as coisas têm acontecido nos últimos 15 anos. Algo precisava mudar.”

O maior crítico da ELF é Carsten Dalkowski, presidente da GFL. “Todos podem fazer o que quiserem. Não é como se tivéssemos o direito de dizer a eles para não experimentar ”, explica Dalkowski. 

Como bem colocado na matéria, as ligas estão filosoficamente em desacordo, a ELF vê um esporte em crescimento que estagnou no nível amador. Não é um esporte pobre, mas com recursos direcionados para salários de lideranças, enquanto marketing e seleções nacionais são deixadas de lado.

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Pelo lado da GFL, os críticos acreditam que a ELF tem pouco interesse em desenvolver o jogo. “Você não apenas tem direitos, também tem obrigações. Parece que eles estão interessados apenas em seus direitos”, sugere Dalkowski. “Eles não querem ter programas juvenis, não querem investir na formação ou no desenvolvimento dos jogadores, querem apenas jogar. Esse é um formato profissional e eu entendo isso, mas não parece que eles realmente serão profissionais. ”

Jordan Neuman, head coach do Schwabisch Hall Unicorns, um dos principais times alemães e fiel a GFL, teme que a competição por jogadores e recursos no mercado alemão possa desfazer o progresso feito nas ligas menores.

“Foi decepcionante para o futebol alemão apenas no sentido de que você nunca quer ver as coisas se dividirem”, diz ele. “Acho que a GFL se tornou a melhor liga da Europa nos últimos cinco anos ou mais. Tornou-se a liga mais competitiva. Provavelmente não cresceu tão rápido quanto algumas pessoas gostariam, mas acho que há muitas coisas boas sobre a liga e não quero ver isso se dividir.”

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Com a concorrência, a GFL está se movimentando para diminuir os pontos mais criticados. Uma nova diretoria está focada em melhorar o marketing, o atendimento dos fãs e a exposição na televisão. “A GFL está tentando ser mais profissional a cada ano, mas não podemos dar os grandes passos que eles querem, porque não podemos arriscar a estrutura dos clubes, das seleções juvenis e da associação que estamos financiando com nossas licenças”, enfatiza Dalkowski.

Esume diz que não está querendo derrubar as estruturas estabelecidas, apenas está tentando preencher uma lacuna no mercado europeu e isso funciona melhor se todos trabalharem juntos. “Temos uma janela de oportunidade, o futebol está tão quente na Alemanha que a mídia está realmente interessada em nosso jogo e as equipes estão frustradas”, diz ele.

“No final do dia, é a sobrevivência do mais apto. Isso é o que se resume. Mas não estamos competindo com a federação. O oposto é o caso ”, diz Esume. “Em um mundo ideal, realmente gostaríamos de trabalhar com todas as federações europeias onde temos uma equipe.”

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A Nova geração de Quarterbacks na NFL – Uma juventude que chega com impacto!

Por André Borzani – Redator College Football e NFL // Tide Football.

É natural, gerações após gerações a Liga vai se renovando, jogadores mais velhos se aposentam e novatos chegam para pegar seus lugares. Um fenômeno cada vez mais comum tanto na NFL quanto em outras ligas americanas é o crescimento da quantidade de jovens jogares, muito motivado pelo cada vez mais necessário atletismo.

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A NFL é uma Liga que em sua história privilegiou muito aqueles que já prestaram algum serviço em alta qualidade para ela, principalmente em uma posição fisicamente menos exigidas, como a de quarterback. Não é preciso ir longe para se ter um exemplo, Philip Rivers foi draftado pelo New York Giants em 2004, na pick 4, e foi rapidamente trocado para o então San Diego Chargers, em um negocio envolvendo Eli Manning.


Rivers jogou de 2004 à 2019 pelos Chargers, tendo ainda uma temporada pelo Indianapolis Colts. Se analisarmos Philip Rivers como jogador veremos um bom quarterback, pouco atlético e que apesar de não te entregar nada espetacular, não terá jogos de 4 interceptações para arruinar sua semana. Por anos ele parecia mostrar seu declínio técnico, mas seguia tendo seu contrato renovado pelos Chargers, e quando não o teve, assinou para jogar no Lucas Oil Stadium.


O que quero dizer com essa pequena história é que historicamente as franquias são precavidas, preferem contratar um veterano com bom piso apesar de um teto não tão alto, a draftar um rookie que pode ter um teto superior, mas que seu piso ainda é um mistério. Na contra mão deste movimento, franquias como o Kansas City Chiefs decidiram arriscar, trocando seus veteranos por rookies promissores, como no caso dos Chiefs com a troca de Alex Smith por Patrick Mahomes. Preciso dizer algo?


Atualmente se somarmos a idade de todos os quarterback titulares da NFL (para tal conta considerei Justin Fields, Cam Newton, Teddy Bridgewater e Jimmy Garoppolo titulares) teremos o incrível numero de 900 anos, se dividirmos por 32, numero de franquias da Liga, teremos uma média de pouco mais de 28 anos, numero que já foi muito maior no passado.

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Quarterbacks cada vez mais jovens vem sendo escolhidos pelas franquias no draft, como Lamar Jackson e Trey Lance, ambos escolhidos com apenas 20 anos. Ao mesmo tempo alguns times preferem manter seus medalhões e apostarem na continuidade e na segurança, como os Pittsburgh Steelers com Ben Roethlisberger, de 39 anos, e o Washington Football Team que terá Ryan Fitzpatrick, no auge de seus 38 anos. Para essa analise desconsiderei Tom Brady, afinal de contas, 43 anos para ele não parecem ser uma questão relevante.


Se consideramos os quarterbacks entendidos como de nova geração, teremos uma lista grande e de talento, são eles: Joe Burrow (Bengals), Baker Mayfield (Browns), Lamar Jackson (Ravens), Justin Fields (Bears), Trevor Lawrence (Jaguars), Sam Darnold (Panthers), Josh Allen (Bills), Tua Tagovailoa (Dolphins), Zack Wilson (Jets), Daniel Jones (Giants), Jalen Hurts (Eagles), Justin Herbert (Chargers) e Kyle Murray (Cardinals). Todos ainda com seus contratos de rookie em vigor.

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A especial relação entre Nick Saban e Bill Belichick que já rendeu até documentário

Por Thiago Dellandrea – Redator College Football e NFL // Tide Football.

A relação Nick Saban e Bill Belichick é uma das mais vencedoras do esporte, com já quatro décadas rendeu até mesmo um documentário na HBO (The Art of Coaching), no qual os dois treinadores remembram suas trajetórias, mas principalmente a relação entre eles, apesar de caminhos diferentes está diretamente ligada, em todos os aspectos.

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O início
Como treinador Belichick assumiu o comando dos Browns em 1991, longe dos melhores dias da franquia, sua primeira contratação foi Nick Saban, como coordenador defesivo, no qual juntos formaram uma das mais fortes defesas da liga em 94 (12,8 pontos por jogo), os Browns foram revolucionários em combater o até então novo estilo de jogo dos Steelers, que buscava espalhar a defesa com uma quantidade maior de recebedores ao longo das formações (nada incomum para os dias de hoje) no fim do bom ano de 94, Bill foi demitido da equipe de Cleveland, é fato que a falta de paciência do GM da equipe hoje faz parecer tudo um erro, afinal o time estava desgastado e a idade já muito avançada, fez necessário uma reconstrução no elenco, estava ocorrendo de maneira eficiente se analisarmos friamente o desempenho dos atletas trazidos nos anos que sucederam, no entanto Cleveland que perdeu três Finais de Conferência entre 1986 e 1969 não queria esperar mais tempo para vencer.

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Vale ressaltar, nove membros da comissão técnica, futuramente tornariam se Head Coach ou General Manager, como Ozzie Newsome (GM dos Ravens desde 1996), Kirk Ferentz (Treinador de Iowa desde 1999), Tom Dimitroff (GM dos Falcons de 2008 a 2020), Eric Mangini (com passagens por Jets, Patriots, Browns e 49ers venceu 3 Super Bowls), Scott Pioli (parte importante do inicio do sucesso de New England) e Jim Schwartz (Coordenador defensivo que venceu o Super Bowl com os Eagles) e Nick Saban.


A separação e Continuação
Ambos seguiram caminhos diferentes, Saban se tornou treinador de Michigan State (onde ficaria de 95 a 99) enquanto Belichick iria pela sua primeira passagem nos Patriots (que permaneceria apenas por 1996), até este momento ambos ainda não obtinham o reconhecimento, mesmo já formulando grandes defesas, foi em 2000 onde coincidentemente teriam suas reviravolta, Nick Saban assumiria o comando da LSU, enquanto Bill Belichick deixaria o comando de um dia como treinador principal dos Jets para ser anunciado como o 12º Treinador dos Patriots, mudança essa que renderia uma primeira escolha geral no draft de 2000 aos Jets, Saban nos 4 anos como treinador venceu 2 campeonatos da SEC e seu primeiro Campeonato Nacional, Bill, nos mesmos 4 anos venceria 3 Super Bowls.


Em 2005 a amizade poderia ter se tornado uma das maior rivalidades da NFL, quando Saban aceitou ser o novo treinador do Miami Dolphins, na primeira temporada levou a equipe para 9 vitorias e 7 derrotas, ainda não suficiente para bater os Patriots que venceriam 10 vezes na temporada regular e parariam somente no Divisional contra os Broncos, grandes incertezas rodeavam a equipe da Florida para o ano de 2006, a principal com relação a posição de quarterback, criando grande interesse no atleta cortado pelo San Diego Chargers, Drew Brees, com um histórico de lesões houve a preferencia pelo GM, por Daunte Culpepper, que curiosamente também viria de lesão, em 2006 os Dolphins venceriam apenas 6 vezes e perderiam 10, enquanto seu amigo e rival de venceria 12 vezes e perderia somente 4, indo novamente para Pós Temporada parando somente na AFC Championship para os Colts, que venceriam o Super Bowl daquele ano contra os Bears, nos dois anos os dois enfrentaram-se 4 vezes com duas vitorias para cada, sempre com grandes shows, defensivos…

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Saban teve sua passagem em Miami, marcada por disputas e desentendimentos internos, principalmente com relação aos atletas selecionados no draft e contratações, liberdade muito diferente da de Belichick nos Patriots, afinal o mesmo ocupava também o cargo de GM, assim em 2007 Saban assumiria a Alabama Crimson Tide (onde venceria outros 6 campeonatos nacionais), para Bill, como dito no documentário, “saber que não mais o enfrentaria, foi o dia mais feliz do ano”.

A Parceria de Atletas
12 atletas foram selecionados pelos Patriots desde 2000 das equipes ao comando de Saban, o sucesso individual de cada um não é o mesmo, mas ainda sim é outra amostra de confiança no trabalho e na troca de informações destes:
2000 – o primeiro seria o Tackle Direito Greg Randall, por Michigan State permaneceu 3 anos em New England onde venceu o Super Bowl, como parte importante da equipe, atuou em 35 jogos 23 deles como titular, em 2003 deixou a equipe rumo a Houston, onde terminaria sua carreira pelo histórico de lesões, fator esse que o fez sair dos Patriots.
2002 – Defensive End Jarvis Green, LSU, venceu 2 Super Bowls por New England, durante os 7 anos na equipe, atuou em 121 jogos, apesar de jamais se firmar como titular foi um consistente atleta e importante na rotação conseguindo 28 sacks e 233 tackles totais.


No mesmo ano o Quarterback Rohan Davey foi selecionado, atuou somente 7 vezes em 3 anos, com apenas 19 tentativas de passe completou 8 deles, para 88 jardas.
2004 – Outro Defensive End, desta vez Marquise Hill que não teve o mesmo sucesso do anterior, com apenas 13 aparições somou 3 tackles.

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2010 – O primeiro atleta selecionado de Alabama, o Defensive Tackle Brandon Deaderick, jogou na NFL por 5 temporadas, 3 delas em Boston, fazendo parte da rotação do interior, muito semelhante a que Danny Shelton e Malcom Brown recentemente foram, 34 aparições, 14 delas como titular, conseguiu 5 sacks e 45 tackles totais.
2012 – O atleta de maior sucesso e peça fundamental das defesas de Alabama e Patriots, Dont’a Hightower, foi vencedor por ambas, somou até 2019, 505 tackles totais, 25.5 sacks, mesmo que o mais importante deles, o strip sack que resultou no fumble contra os Falcons no Super Bowl não esteja contabilizado, o atleta se firmou como o mais decisivo e um dos mais importantes da defesa de Boston, suas ausências contra os Eagles no Super Bowl e na temporada de 2020 foram sentidas de maneira significativa, a expectativa é do retorno do mesmo na temporada de 2021, venceu 3 Super Bowls e 2 Campeonatos Nacionais do College.


2016 – CornerBack Cyrus Jones com somente dois anos em New England, teve participação em 12 jogos majoritariamente no time de especialistas, retornando todos os tipos de chutes, somou 91 jardas em retornos 16 retornos de punts, além de 180 jardas em 8 retornos de kickoff, atuou pela última vez em 2019 pelos Ravens.
Linebacker Xzavier Dickson selecionado na 7 rodada até o momento somente se encontrou no time de treino.
2019 – Running Back Damien Harris, fazia parte do poderoso backfield com 4 excelentes corredores, como já abordamos no texto dos prospectos da Alabama no draft, participou de 12 jogos somou 691 jardas corridas em 137 tentativas, com 5 jardas de media, e 2 touchdowns, conseguiu ainda 5 recepções para 52 jardas, certamente ganhara snaps na próxima temporada.


2020 – O edge rusher Anfernee Jennings participou de 14 jogos na temporada de calouro, não conseguiu sacks mais exerceu um importante nível de pressão, vale ressaltar que a linha defensiva da equipe sofreu com diversos problemas no interior, o que pode ter “contido” a forma do pass rusher jogar, ainda sim, somou 20 tackles, a disputa no grupo de pass rusher deve crescer ainda mais com a chegada de Judon.
2021 – Com grandes questionamentos sobre o futuro, os Patriots selecionaram, Mac Jones, Quarterback que liderou a Alabama a outro título nacional, apresenta características de frieza durante a pressão e a capacidade de lançar em profundidade, mesmo sem seus alvos e agora na NFL, pode realinhar futuramente a equipe ao objetivo principal, vencer.

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Christian Barmore Defensive tackle, uma certeira escolha do que pode ter sido um dos melhores drafts dos Patriots nos últimos anos, Barmore chega como started, afinal a perda contínua dos atletas de interiores, pela grande “supervalorização” causada pela forma defensiva de postar a equipe, faz interior uma necessidade quase constante, no ultimo ano, fator de fragilidade contra a defesa, o reforço acrescentar capacidade de contenção frente aos fortes jogos corridos da divisão. O Estilo em Comum; É de conhecimento a semelhança na forma de jogar das defesas, especificamente na maneira quase cirúrgica de atuação de alguns setores.


As Linhas defensivas:
apesar da preferência de Bill pelo 4-3 e a de Saban pelo 3-4, mesmo que nos últimos anos a lógica parece inversa, as linhas defensivas apresentam um atleta desempenhando papel igual, um defensive tackles sólido contra corrida, metodicamente disciplinados a contenção de gaps, não importe quão teatral seja o quarterback a enfrentar, ao questionar, mas isso não é uma característica do atleta? Realmente, o estilo é individual, no entanto a busca por esta característica, faz da alabama uma máquina de produzir interiores contra corrida, como Dalvin Tomlinson (Vikings), Quinnen Wiliams (Jets) e a dupla de Washington Jonathan Allen e Da’Ron Payne, valorizada por quase todas as equipes na NFL, o resultado disto nas defesas de Bill é a liberdade, principalmente dos defensive ends e a menor ocorrência da necessidade dos corners terem que irem ao meio do campo tacklear as corridas, fazendo com que fiquem majoritariamente na contenção das corridas outside, para a Alabama de Saban isso resulta em maior liberdade aos linebackers e facilidade de identificar qual gap a corrida vai vir, ficou evidente na temporada de 2019 quando sem Dylan Moses o Freshman Christian Harris se tornou o principal Linebacker da Tide.


Safetys:
Com maior números de semelhanças estando nas secundarias, ambas valorizam a posição de safety, isso explica McCourty a tanto tempo estar como peça crucial da defesa de Boston mesmo pouco reconhecido, ambos usam os safetys evidenciando as características de um atleta que cobre muito bem áreas, enquanto outro com grande capacidade de contribuir nas corridas, este último que nos últimos anos foi Patrick Chung, hoje Kyle Dugger exerce tal função, no lado da Alabama podemos ver a defesa de 2016 com vários excelentes atletas e no fundo Ronnie Harrison era o míssil que implodia as corridas e Minkah Fitzpatrick protegia o fundo do campo.


Corners:
Os Patriots não iam constantemente atrás de bons marcadores na free agente à toa, Darrelle Revis e Stephon Gilmore representam a busca constante de terem atletas capazes de jogarem na “ilha”, deixando o corner do lado oposto sob a tutela do safety com maior amplitude de cobertura, no entanto este corner na ilha não encontrasse desamparado, mas ao invez de suporte no fundo essa ajuda é majoritariamente perto da linha de scrimmage, podendo ser dos Lbs ou do outro Safety, Saban não está nada atrás, constantemente usando suas bolças já no início do recrutamento com algum dos melhores corners disponíveis, tem se destacado como um grande desenvolvedor de corners, desde os Walk on (atletas não recrutados) como Levi Wallace, um dos melhores corners de Alabama, aos demais.
Mas principalmente a maneira consistente de trabalhar, com grande preparação técnica e física, não atoa resultando em times vencedores.

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Com Sam Darnold a solução chegou para o Carolina Panthers?

Desde a temporada de 2015, a torcida dos Panthers está carente de solidez na posição de Quarteback, onde após ganhar o prêmio de MVP da temporada, Cam Newton nunca mais foi o mesmo, e desde então, nuvens negras pairaram sobre Carolina.
De 2015 pra cá, nomes como Derek Anderson, Taylor Heinicke, Kyle Allen e Teddy Bridgewater, assumiram o posto de titulares dos Panthers e nenhum se firmou, porem, nesta Free Agency, os Panthers acertaram a vinda de Sam Darnold em uma troca com os Jets. O jogador selecionado na 1ª Rodada do Draft de 2018 sofreu com lesões e não deu certo em Nova York, mas os Panthers viram seu potencial (muito mostrado no College, é verdade) e apostam seu futuro no jogador. Será que Sam Darnold é a solução?

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Um time montado a sua volta

O novo GM da equipe, Scott Fitterer, buscou uma reformulação na equipe, e mantém a ideia de mudança de mentalidade, priorizando o ataque. Com a reformulação iniciada na temporada anterior, antes mesmo da chegada de Fitterer e Darnold, nomes como Pat Elflein, Cameron Erving e John Miller para reforçar a linha ofensiva, setor muito criticado nos últimos anos, junto com o Tight End DanArnold, ex-Cardinals.

Chegaram peças importantes para reforçar o ataque via Draft, como o bom TE Tommy Tremble, o RB Chubba Hubbard, os WRs Shi Smith e Terrace Marshall Jr; e o T Brady Christensen. Tudo isso para deixar o ataque nos conformes para Sam Darnold poder fazer seu trabalho sem mais problemas.

Boas expectativas

Os últimos dois anos foram de grandes mudanças nos Panthers. Desde troca no comando técnico até um no Quarterback para chamar de seu, os Panthers investem no seu futuro, dando peças para Sam Darnold poder se desenvolver.
Não sabemos se Sam Darnold dará certo nos Panthers, mas até o momento, com as peças que tem a sua volta e o talento de Darnold, que mostrou lampejos durante seu tempo nos Jets, podemos dizer que os Panthers solucionaram seus problemas no comando do ataque, pelo menos temporariamente.



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Justin Herbert e o futuro promissor com Los Angeles Chargers

Na Free Agency de 2020, muitas duvidas pairavam sobre o lado azul claro de Los Angeles. Com a saída do ídolo Phillip Rivers, a torcida pela primeira vez desde 2004, ano em que Rivers foi selecionado no Draft, tinha incertezas sobre quem iria comandar o ataque, e no Draft de 2020 foi selecionado o QB Justin Herbert, que jogou por Oregon. Além dele chegou Tyrod Taylor para ser o Quarterback ponte para o calouro poder se desenvolver. Taylor também viveu a mesma situação em Cleveland no ano de 2018, quando foi contratado pelos Browns para dar tempo ao então calouro Baker Mayfield. No fim das contas Tyrod Taylor se lesionou, Mayfield assumiu a titularidade e não sairia mais. Não sabemos se o raio cai no mesmo lugar duas vezes não sabemos, mas não é a toa que a Logo dos Chargers é um raio, e a mesmo situação dos Browns de 2018 acabou acontecendo: Tyrod Taylor machuca e o QB assume a titularidade para não sair mais. Se continuará sendo assim nós não sabemos, mas até o momento, Justin Herbert é mais que uma certeza em Los Angeles.

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Selecionado com algumas duvidas a seu respeito, Justin Herbert mostrou que pode ser um QB sólido. Com ótimas atuações, que inclusive renderam a ele o premio de Calouro Ofensivo do Ano, Herbert lançou 4,336 jardas para 31 TDs e 10 Interceptações. Numeros para encher de esperança até mesmo o mais pessimista dos torcedores, mas além de números, Justin Herbert teve atuações sólidas e maduras para um calouro. Se o tão sonhado título do Superbowl virá ainda não sabemos, mas sabemos que até o momento, Justin Herbert pode ser o nome que levará a tão carente torcida dos Chargers ao Topo da Liga, e sse é o projeto.

Com reforços pontuais para auxiliar Herbert, os Chargers fecharam com Corey Linsley, Center ex-Packers; Matt Feiler, Guard ex- Steleers; Oday Aboushi ex-Lions; o experiente Jared Cook, Tight End ex- Saints e selecionaram o Tackle Rashawn Slater na primeira rodada do Draft. Todas essas movimentações mostram a preocupação dos Chargers em proteger o seu diamante, que já conta com peças do calibre de Keenan Allen e Austin Ekeler. A expectativa é grande, vide o teto de desenvolvimento de Herbert e o time que está se formando a sua volta.

Portanto, torcedor dos Chargers, podemos anotar esse nome e esperar por grandes exibições. A próxima temporada será de amadurecimento de Herbert, algo que ele já demonstrou na ultima temporada, e provavelmente, continuará mostrando durante bons anos na NFL.

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Draft da NFL 2021: confira como foram as escolhas dos times na 1ª rodada

Por Danilo Lacalle – Colunista e Redator // Tide Football.

O Draft da NFL 2021 teve sua primeira rodada concluída, repleta de surpresas. Em Cleveland, Ohio, 32 jogadores puderam ouvir seu nome anunciado pelo comissário da liga, Rodger Goodell, ou por um fã de cada equipe, que auxiliou no anúncio, em alguns momentos. Repleto de surpresas, as escolhas foram desenhando o futuro da National Football League, e como cada time tem planejado cada um dos seus próximos anos.


A primeira escolha era uma bola cantada desde novembro de 2020. Quem ficasse com a primeira pick geral do Draft, selecionaria o Quarterback Trevor Lawrence, de Clemson. Ele, que foi excepcional em todos os seus anos universitários, se tornou o jogador de Clemson draftado na posição mais alta da história do Draft, e o 5º Tiger selecionado entre os cinco primeiros jogadores. Atleta nato, William Trevor Lawrence nasceu em Knoxville, Tennessee e também jogou basquete no High School.

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Muito se falava de Justin Fields nos Jets. Mas nós já vamos falar dele. Isso porque a escolha do time de Nova Iorque foi o Quarterback Zach Wilson, e não o QB de Ohio State. Wilson, que também fez história ao ser o jogador de BYU a ser selecionado mais cedo no Draft da NFL, completou 247 de 336 passes, para 3.692 jardas, 33 TDs e 3 INTs, em 2020. Quebrou até mesmo o percentual de college do Steve Young, em 73.5%. Um fenômeno.


A terceira escolha do Draft era a maior incógnita de todas. Quem o San Francisco 49ers escolheria: Trey Lance, Mac Jones ou Justin Fields? Fields era a escolha mais “certa”. Mas nada no Draft é certo. E a equipe de San Fran optou pelo Quarterback Trey Lance, indo contra diversas expectativas e mock drafts. Fields cai mais uma vez, e a tensão passou a ser se ele seria um jogador do New England Patriots.


A partir daí, o Draft começou a pegar fogo. Atlanta Falcons escolheu o Kyle Pitts, Tight End que pode ser um dos melhores da posição na história (sim, ainda é cedo para definir), Bengals foram de Ja’Marr Chase, fazendo a dupla de QB-WR de LSU se reencontrarem (Burrow ganhou um campeonato nacional com Chase, em Louisiana), e o Miami Dolphins, que muito se esperava selecionar o Offensive Tackle Penei Sewell, preferiu o Wide Receiver Jaylen Waddle, de Alabama. Ele que também já tem um entrosamento com o Quarterback do time, Tua Tagovailoa. Ambos jogaram juntos na Crimson Tide.


Não demorou muito para Penei Sewell sair. O melhor Tackle da classe, que veio do Oregon Ducks, foi o 5º jogador da universidade selecionado no Top-10 do Draft, desde 2013. Carolina Panthers, tranquilos com o Quarterback escolhido na Free Agency, Sam Darnold, apostaram no reforço da defesa: Jaycee Horn, Cornerback de South Carolina. Patrick Surtain II, outro Cornerback, saiu na sequência para o Denver Broncos.
Justin Fields fora do Top 10


Não era surpresa para ninguém que o Mac Jones ficasse fora das 10 primeiras escolhas. Mas, para Fields, deve ter sido um choque e tanto. Isso porque o Philadelphia Eagles trocou de posição no Draft com o Dallas Cowboys para selecionarem o Wide Receiver DeVonta Smith. Ele, que foi ganhador do Troféu Heisman de 2020, foi o 4º WR a conseguir o feito. Cada um dos outros 3 vencedores que foram selecionados na primeira rodada do Draft da NFL, foram draftados no Top 10.


Em uma troca repentina, o Chicago Bears apostou alto. Subiu no Draft para garantir o jogador que pode ser o futuro da franquia. E, com a 11ª escolha Justin Fields – finalmente – foi selecionado. Aqui, vale lembrar dois pontos: antes de chegar em Ohio State, Fields estava na University of Georgia e se transferiu para os Buckeyes, tendo sua última temporada no estado que nasceu, documentada na série QB1, da Netflix. Sim, ele é um Georgiaboy (seria uma boa escolha dos Falcons, até).


Passadas as esperadas escolhas dos 4 principais Quarterbacks, os Cowboys selecionaram o Linebacker Micah Parsons na 12ª, os Chargers foram de Rashawn Slater, Offensive Line, na 13ª, os Jets subiram no Draft para escolher, na 14ª posição – que era dos Vikings – o Tackle Alijah vera Tucker e, finalmente, na 15ª escolha, Mac Jones foi escolhido pelo New England Patriots. O Quarterback estava aflito, olhando para o telefone. Quando a ligação chegou, foram só sorrisos. Ele se tornou o 3º QB de Alabama selecionado na 1ª rodada do Draft da NFL, juntando-se ao Tua Tagovailoa (5º, em 2020) e Richard Todd (6º, em 1976).

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Chicago Bears Quarterback Justin Fields

Mesmo sem Quarterbacks, o Draft continuou pegando fogo
Após ver seus defensores-pupilos serem escolhidos antes, o Arizona Cardinals selecionou o Linebacker de Tulsa Zaven Collins na 16ª posição. Seguido pelo OL Alex Leatherwood, de Alabama, na 17ª, para o Las Vegas Raiders. Jaelan Phillips, Edge, foi selecionado pelo Miami Dolphins na 18ª escolha. Ele, que fez universidade no Miami Hurricanes, não vai precisar nem mudar de casa.


Washington escolheu o Linebacker Jamin Davis, de Kentucky, na 19ª escolha, os Giants foram de Kadarious Toney, WR do Florida Gators – 20ª pick, inclusive, bem contestada pela torcida de Nova Iorque, e o Indianapolis Colts se viu na obrigação de selecionar, na 21ª escolha, um dos melhores Defensive Ends da classe: Kwity Paye, de Michigan. Paye, que foi eleito por duas vezes do Second Team All Big Ten (2019 e 2020), é filho de mãe Liberiana e nasceu em um campo de refugiados na Guiné, durante a Guerra Civil da Libéria, em 1998. Um baita achado para Indianapolis.

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Na 22ª escolha do Draft, o Tennessee Titans selecionou o CB Caleb Farley, e os Vikings draftaram o Offensive Tackle Christian Darrishaw, na 23ª. Ambos jogadores são de Virginia Tech. Na sequência, os Steelers, que foram o 4º pior time da NFL correndo com a bola na temporada de 2020-21, selecionaram o Running Back de Alabama Najee Harris. Travis Etienne, jogador que também estava cotado para sair nos Steelers, foi draftado na sequência, na 25ª escolha, pelo Jacksonville Jaguars. Escolha, inclusive bem polêmica. Isso porque Etienne e Lawrence são a dupla de QB-RB que estão saindo de Clemson juntos… e indo direto para a Florida, jogar no mesmo time. Além disso, a equipe, por mais que apresentou apenas o 18º melhor jogo corrido da liga no último ano, viu seu Running Back, James Robinson, ser o 5º melhor corredor da NFL, com 1.104 jardas e 9 TDs. E escolheram alguém para a mesma posição.
Sequência de escolhas inesperadas e Packers não agradando Aaron Rodgers.


O Cleveland Browns selecionou Greg Newsome II, DE de Northwestern, na 26ª escolha. Na 27ª, os Ravens foram de Rashod Bateman, WR de Minnesota, e os Saints escolheram o Payton Turner, Defensive End de Houston, na 28ª. Jogador que, inclusive, estava sendo cotado para ser selecionado ao fim da 2ª rodada.
O Green Bay Packers, na 29ª escolha, tinha opções como o LB Jeremiah Owusu Koramoah (que era cotado para o Top 15 e não foi selecionado na rodada 1 – adiantando o spoiler), Terrace Marshall Jr (WR que poderia agradar bastante o QB da franquia) e Greg Rousseau, um Edge forte que pode render muito na liga. Apostas altas que ficaram até o fim. E a equipe de Wisconsin escolheu o Cornerback Eric Stokes, de Georgia. Isso, após diversas críticas ao também CB Kevin King, que sofreu em diversas jogadas no último ano ao tentar parar os marcadores – e não parou na final de conferência, contra Tampa Bay.

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O Buffallo Bills selecionou o Greg Rousseau, do Miami Hurricanes, na 30ª escolha e, na 31ª, o Baltimore Ravens, que tinha trocado com os Chiefs para terem mais uma escolha na primeira rodada, escolheram o Linebacker de Penn State Jayson Oweh. É a 3ª vez no Draft que 2 jogadores defensivos de Penn State são escolhidos na 1ª rodada (junto com o Parsons), juntando-se a Jimmy Kennedy e Michael Haynes, em 2003 e Courtney Brown e Lavar Arrington, em 2000.
Com a última escolha do Draft, os atuais campeões Tampa Bay Buccaneers foram rápidos e selecionaram o Defensive End Joe Tryon, de Washington. Tirando possíveis rumores de alguém para proteger a secundária, o Tom Brady ou, até mesmo, um outro Quarterback.


No geral, diversas surpresas vieram à tona. A classe de Quarterbacks deste Draft é uma das melhores dos últimos anos e será interessante ver jogadores como Kyle Pitts, Ja’Marr Chase e Penei Sewell na ativa, visto que foram os melhores de suas posições na carreira universitária. Aos demais jogadores, terão que provar o motivo de serem escolhidos pelos respectivos times. Os primeiros escolhidos, começam a sentir o peso do que é estar em uma liga profissional, com cobranças diferentes das que existia na universidade. E, aos esquecidos do Draft, seja na primeira rodada ou nas últimas, vão ter que mostrar que podem dar tudo de si quando cada snap acontecer na National Football League.
No dia 30 de abril começa a segunda rodada do Draft da NFL, e você pode acompanhar cada detalhe na transmissão ao vivo da ESPN que começa às 21h.


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Top 10 Wide Receivers da Nova Geração da NFL

Por André Borzani – Redator College Football e NFL // Tide Football.

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O Draft da NFL de 2021 deixou claro, pouco vale um franchise quarterback se ele não tiver ninguém para passar a bola, um tight end, um running back, ou principalmente um wide receiver. Franquias como Cincinnati Bengals, Miami Dolphins e Philadelphia Eagles selecionaram Ja’Marr Chase, Jaylen Waddle e DeVonta Smith para municiarem seus quarterbacks e terem verdadeiramente a chance de os avaliar.
Poucas vezes bloqueadores e corredores, sempre recebedores, os wide receivers desempenham função fundamental dentro do futebol americano, não só por seu papel prático em campo, mas também por ser um complicador para as defesas.
Wide receivers são analisados por vários aspectos para se chegar à conclusão se são bons ou não, como por exemplo sua capacidade atlética, sua altura, sua inteligência na hora de executar rotas e sua habilidade para ampliar o campo. Por seu papel fundamental em campo, os jogadores da posição são alguns dos melhores remunerados pelas franquias, o que as fazem buscar seus futuros craques da posição no draft.

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Por isso montamos um Top – 10 Wide Receiver novatos:

Justin Jefferson – Minnesota Vikings
Impossível não começar a lista com uma das melhores novidades da temporada 2020 da NFL, o wide receiver (até então) rookie dos Vikings. Escolhido com uma pick fruto da troca de Stefon Diggs para o Buffalo Bills, Jefferson fez uma temporada brilhante, somente perdendo o prêmio de calouro ofensivo para o quarterback Justin Herbert, que quebrou recordes de sua posição como um rookie.
Na última temporada foram 1.400 jardas e 7 touchdowns em 88 recepções, uma ótima média de 15,9 por recepção.

Chase Claypool – Pittsburgh Steelers
Menos chamativo do que Jefferson, mas ainda sim uma ótima peça, Claypool chegou para uma franquia que tinha uma clara carência na posição de recebedor, desde a saída de Antonio Brown e a queda de desempenho de JuJu Smith-Schuster.
Em 2020 Claypool completou 67 recepções para 932 jardas e 11 touchdowns, somando temporada regular e pós-temporada.

DK Metcalf – Seattle Seahawks
Talvez um nome mais controverso, Metcalf foi uma arma importantíssima para o quarterback Russell Wilson em 2020. Sua capacidade atlética impressiona, ele tem poder de explosão tanto para conseguir separação em rotas longas quanto para ajudar o time defensivamente após uma interceptação.
Em 2020 Metcalf teve 88 recepções 1.399 jardas, além de 12 touchdowns.
Ceedee Lamb – Dallas Cowboys
Contexto é fundamental ao se avaliar a temporada de coloro de Lamb. Logo no inicio da temporada os Cowboys perderam seu franchise quarterback Dak Prescott, com uma grave lesão. Seus substitutos, mesmo Andy Dalton, não conseguiram manter a equipe em um nível competitivo, e a posição que mais sofre com a falta de um quarterback de qualidade é sem dúvidas a de wide receiver.
Mesmo com todos esses problemas Lamb completou 935 jardas e anotou 5 touchdowns em 74 recepções. Tanto pelos seus momentos na temporada de rookie quanto por sua qualidade mostrada em Oklahoma, o jogador não pode ser desconsiderado.

Ja’Marr Chase – Cincinnati Bengals
Sim, eu sei, Chase ainda não estreou na liga, mas seu desempenho no college pesa muito aqui. Defendendo as cores de LSU, o receiver anotou incríveis 20 touchdowns em 2019, último ano que jogou na faculdade, já que preferiu se proteger do coronavírus em 2020 e não jogar.
Seus 20 touchdowns foram acompanhados de 1.780 jardas em 84 recepções, um avanço médio de 21,2 jardas por recepção. Vale como destaque ainda quem lançou esses passes, o quarterback vencedor do Heisman Trophy, Joe Burrow, justamente o atual quarterback dos Bengals, uma combinação que pode por fogo na AFC North.

A.J. Brown – Tennessee Titans
Evolução é certamente é uma palavra que acompanha a carreira de A.J., que ao lado de Ryan Tannehill e Derrick Henry forma o possante ataque de Tennessee. Sua capacidade atlética é um fato diferencial, afinal apresenta uma velocidade final impressionante, capaz de gerar janelas de recepção que receivers comuns não conseguiriam, principalmente no play action, principal arma ofensiva do time.
Em 2020 A.J. recebeu 1.158 jardas, na soma da temporada regular com os playoffs, além de anotar 11 touchdowns, isso em 76 recepções.

DeVonta Smith – Philadelphia Eagles
Outro rookie que não estreou, pois é. Vencedor do Heisman Trophy em 2020, Smith é certamente um dos principais responsáveis pelo quarterback Mac Jones ter sido uma escolha de primeira rodada. Seu jogo é impressionante, com muita velocidade é inteligência para completar suas rotas, o jogador fez um ano assustador por Alabama.
No ano passado, Smith recebeu 117 passes para 1.856 jardas, além de incríveis 23 touchdowns. Ao todo foram 235 recepções para 3.965 jardas e 46 touchdowns, tudo isso jogando por um dos melhores programas do college.
O único porem que se faz sobre ele, e que o fez cair até a pick 10, é sua falta de massa magra, que pode ser um problema e um jogo de contato como o da NFL. Espertos os Eagles que não deixaram um jogador como ele passar batido.

Jerry Jeudy – Denver Broncos
Outro que merece contexto. Os números que serão apresentados não irão fazer seu queixo cair ou nada parecido, mas a culpa não é só dele. Jeudy disputava com Lamb o posto de melhor prospecto da posição no draft de 2020, mas acabou caindo bastante, até ser selecionado na 15 pelos Broncos.
De história ninguém discute, Denver é muito grande na Liga, mas isso não quer dizer que seja fácil jogar por lá. Dona da maior altitude da NFL, a cidade exige alguma adaptação ao movimento na bola no ar além de causar mais cansaço físico. Some a isso o fato do arremessador do time na ultima temporada ter sido Drew Lock.
O que não podemos esconder é o problema de drops, muitas bolas fáceis são perdidas por Jeudy, que recebeu 52 dos 113 alvos em sua direção, concluiu 856 jardas e anotou 3 touchdowns.

Marquise Brown – Baltimore Ravens
O ataque aéreo de Baltimore não é nenhuma maravilha, nenhuma surpresa até aqui, o problema vai desde os problemas arremessando a bola, pelo quarterback Lamar Jackson, até o problema das recepções, como com Brown. Sua capacidade atlética é seu principal destaque, tanto pela velocidade quanto pela força. Já precisão nas rotas e altura, com seus 1,75m, deixam a desejar.
No ano passado foram 965 jardas e 8 touchdowns, no total da temporada.

Henry Ruggs III – Las Vegas Raiders
Primero wide receiver selecionado no draft de 2020, Ruggs é claramente um bust, até porque foi pego pelos Raiders mais alto do que as projeções indicavam. Seu desempenho no ano de rookie foi decepcionante, não sendo nem o principal alvo de Derek Carr.
Seu números foram ruins, 26/43 recepções para 452 jardas e 2 touchdowns.

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