Com Sam Darnold a solução chegou para o Carolina Panthers?

Desde a temporada de 2015, a torcida dos Panthers está carente de solidez na posição de Quarteback, onde após ganhar o prêmio de MVP da temporada, Cam Newton nunca mais foi o mesmo, e desde então, nuvens negras pairaram sobre Carolina.
De 2015 pra cá, nomes como Derek Anderson, Taylor Heinicke, Kyle Allen e Teddy Bridgewater, assumiram o posto de titulares dos Panthers e nenhum se firmou, porem, nesta Free Agency, os Panthers acertaram a vinda de Sam Darnold em uma troca com os Jets. O jogador selecionado na 1ª Rodada do Draft de 2018 sofreu com lesões e não deu certo em Nova York, mas os Panthers viram seu potencial (muito mostrado no College, é verdade) e apostam seu futuro no jogador. Será que Sam Darnold é a solução?

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Um time montado a sua volta

O novo GM da equipe, Scott Fitterer, buscou uma reformulação na equipe, e mantém a ideia de mudança de mentalidade, priorizando o ataque. Com a reformulação iniciada na temporada anterior, antes mesmo da chegada de Fitterer e Darnold, nomes como Pat Elflein, Cameron Erving e John Miller para reforçar a linha ofensiva, setor muito criticado nos últimos anos, junto com o Tight End DanArnold, ex-Cardinals.

Chegaram peças importantes para reforçar o ataque via Draft, como o bom TE Tommy Tremble, o RB Chubba Hubbard, os WRs Shi Smith e Terrace Marshall Jr; e o T Brady Christensen. Tudo isso para deixar o ataque nos conformes para Sam Darnold poder fazer seu trabalho sem mais problemas.

Boas expectativas

Os últimos dois anos foram de grandes mudanças nos Panthers. Desde troca no comando técnico até um no Quarterback para chamar de seu, os Panthers investem no seu futuro, dando peças para Sam Darnold poder se desenvolver.
Não sabemos se Sam Darnold dará certo nos Panthers, mas até o momento, com as peças que tem a sua volta e o talento de Darnold, que mostrou lampejos durante seu tempo nos Jets, podemos dizer que os Panthers solucionaram seus problemas no comando do ataque, pelo menos temporariamente.



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Por oportunidades no futebol americano, Rio Football Academy tem treinamento para jovens e quer atingir todo o Brasil

Além de exportar atletas brasileiros, dando oportunidades reais de chegarem à NFL, Rio Football Academy busca desenvolver jovens para terem futuro promissor no esporte.

O crescimento do futebol americano no Brasil não tem sido uma tarefa fácil. Times se reinventam todos os anos para dar oportunidades de seus jogadores estarem em campeonatos, atletas mais antigos buscam qualificações diferenciadas do próprio bolso e, na maior parte, as grandes oportunidades na modalidade, que já são bem restritas, ficam ainda mais raras quando o futuro em questão vem de brasileiros que tentam a vida neste esporte. Para mudar este cenário, programas de inclusão esportiva e ideias criadas do zero passaram a atuar com a finalidade de oferecer um caminho melhor aos brasileiros que desejam, um dia, ter uma chance na NFL ou em qualquer outra liga. E é esse o objetivo da Rio Football Academy, a maior academia de futebol americano da América do Sul, que fica na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Patrick Dutton e Ramon Martire (este, QB da seleção brasileira), já passaram por times importantes do Brasil e tiveram como ideia inicial, anterior à fundação da academia, apenas um treino do estilo “camp” para quem se interessasse em aprender mais da modalidade.
“Em novembro de 2014 fizemos um camp que foi um sucesso, com 35 meninos. A partir dali quisemos dar continuidade ao projeto. Isso porque a vontade era de que atletas brasileiros conseguissem conquistar um espaço no exterior de igual para igual com os norte-americanos, porque lá começam a aprender o esporte com 7, 8 anos. “, afirma Patrick Dutton.

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Paixão pela NFL deu vida à Rio Football Academy
A ideia veio da paixão que Patrick Dutton tinha: A NFL. Mais especificamente, o New York Giants.
“Sempre pratiquei esportes. Joguei basquete por um tempo e sempre achei que poderia levar jeito para o futebol americano. Por uma coincidência do destino, uma pessoa que eu conhecia jogava e me levou para jogar. Começamos juntos no Botafogo, nas areias do Rio de Janeiro. E, desde 2013, estou nessa caminhada” – revela Dutton.
A Rio Football Academy oferece, hoje, diversos programas para treinamento e desenvolvimento dos atletas de modo único no Brasil e na América do Sul. Atualmente, contam com frentes presenciais e digitais. Na própria academia, que fica na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, 70 atletas treinam duas vezes por semana. Estes, arcam com o valor da mensalidade e têm direito aos treinos e equipamentos, que são disponibilizados na hora, para a prática da modalidade. De forma coletiva, os treinos presenciais atendem atletas de 7 a 23 anos, em turmas sub-15 e sub-23. Passando da idade limite para o presencial, os treinos são particulares onde, em maioria, os clientes são jogadores de outros estados que procuram o programa para evoluir e usufruir da infraestrutura local.
“Por ano, recebemos de 14 a 20 atletas que têm como objetivo melhorar o desempenho em geral.” – diz o CEO do projeto, Patrick Dutton.
Além do futebol americano, a academia também abriu espaço para o Cheerleading, esporte amplamente praticado nos Estados Unidos que ganhou atenção especial da RFA e que recebe mulheres que se interessam pela modalidade.
“Nosso objetivo era trazer a cultura do futebol americano e não apenas o esporte em si. Na parte digital, temos nossa loja de futebol americano onde atingimos o Brasil inteiro com equipamentos e roupas. Temos cursos online com preços acessíveis, específicos para cada posição (do jogo) e voltado a treinadores, do básico ao avançado.”, revela Dutton.
Além de cursos, a Rio Football Academy também tem oferecido consultoria online para mais de 40 atletas. O projeto consiste em auxiliar com a melhoria das partes técnicas, táticas e físicas, com acompanhamento individual, tendo a oportunidade de treinar presencialmente quando preferirem.
Preparação e exportação de atletas com bolsas de estudo
Porém, mesmo com as oportunidades começando ainda na infância dos alunos, Dutton sabe que a tarefa de maximizar o campo de chances destes atletas no futuro ainda é complicada. Por isso, firmaram parceria com um programa de envio de atletas para o exterior, a CS Educacional.
“Já mandamos mais de 30 meninos para o Canadá, Estados Unidos e México para estudarem com bolsa de estudos, por meio do futebol americano.” – Afirma Dutton, que aos 31 anos diz que todo o projeto também se deve ao “arrependimento” de ter conhecido o esporte de forma tardia, aos 24 anos. Isso porque sabe que se a dedicação tivesse acontecido ainda na adolescência, poderia ter uma oportunidade melhor para jogar, fazer faculdade com bolsa e receber melhores propostas.
O objetivo da RFA é expandir o projeto para todos os estados do Brasil, dando oportunidade a crianças aprenderem o futebol americano de forma embasada com pessoas capacitadas, inclusive, internacionalmente. “Nosso maior sonho é enviar um atleta para a NFL”, afirma Dutton. Atualmente, a academia, que já enviara diversos atletas para estudar fora do Brasil, conta com um atleta (Kicker) estudando na Divisão 1 do College Football que, caso se posicione bem, tem uma boa chance de chegar à principal liga da modalidade. Além disso, outro ex-RFA pode ir para a primeira divisão do futebol americano universitário em 2021, após receber 9 propostas de bolsas, nos Estados Unidos: O Kicker João Lima.
Futuro promissor
Além de uma academia do esporte, a Rio Football Academy também participa de campeonatos e jogos, perdendo apenas 1 em 5 anos. A vitória mais expressiva da RFA, até agora, se deu ao bater a seleção do Chile sub-23, no amistoso entre as duas equipes, em território Chileno por 20 a 10.
Patrick Dutton, como muitos outros atletas com mais bagagem no esporte sabe que, para conseguir um bom resultado em campo, é necessário se dedicar de forma precisa aos treinamentos: “O importante é você entrar e deixar tudo o que tem para ajudar o time a conseguir o objetivo esperado. Tento passar isso aos meus atletas, mostrando para eles que o esforço colocado diariamente é diretamente proporcional aos resultados que eles colherão no futuro. Quanto mais treinarem, maior a probabilidade de alcançarem seus sonhos”.

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Cris Kajiwara é eleita Presidente da Confederação Brasileira de Futebol Americano e apresenta projetos para mandato

Cristiane Kajiwara contou quais projetos pretende implementar em sua gestão. A Presidente foi eleita por aclamação, pela chapa “CBFA Mais Forte”, que conta com Tiago Munden como Vice

Divulgação CBFA

Eleita em assembleia para a presidência da Confederação Brasileira de Futebol Americano, a chapa intitulada “CBFA Mais Forte”, formada por Cristiane Kajiwara e Tiago Munden, assumirá o mandato com grandes projetos e responsabilidade. Cris, como é conhecida no meio do futebol americano nacional, em entrevista ao Torcedores.com, contou o que espera para os próximos anos da Confederação e para o desenvolvimento do esporte no país.
E seu interesse pela modalidade começou em uma equipe bem conhecida dos paulistas.

“Eu conheci o futebol americano pelo Corinthians Steamrollers. Antes disso, não sabia dos times do Brasil ou da NFL. E foi totalmente por acaso. Comecei como fã, assistia aos jogos e ia aos eventos. Fui convidada pelo Ricardo Trigo para fazer parte do staff. Depois, do administrativo e, depois, da diretoria. Nos últimos anos estávamos trabalhando no desenvolvimento da categoria de base da equipe. Do Corinthians, fui para a SPFL. Agora, quero levar todo o conhecimento que adquiri, para todo o Brasil”, relata a Presidente da CBFA, Cristiane Kajiwara.

Por ter acompanhado como é o futebol americano nacional, a atual Presidente sabe que a tarefa não será fácil. Principalmente pelos fatores deixados pela gestão anterior do ex-Presidente Ítalo Mingoni. E a ideia de assumir a Confederação surgiu pela intenção de mudar o cenário para fazer algo melhor e, de fato, diferente.

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“Quando estava na gestão anterior, eu e o então Diretor de Esportes, Dan Muller, víamos muitas oportunidades mas não conseguimos atuar por falta de autonomia. Daí veio a ideia de assumir a presidência. Identifiquei que as partes técnicas e esportivas ficaram muito a desejar em todas as gestões anteriores. Agora, vamos mudar o foco e a imagem da Confederação. Queremos dar atenção aos atletas, aos times e às federações, que só têm sido lembrados em época de eleição.” – afirma Cris Kaji, que começa o mandato a partir de hoje. “Vamos mostrar o que está sendo feito nos estados, com os Presidentes e Federações”, completa.

Cristiane entende que, atualmente, a CBFA não engloba todos os times no sistema da confederação. E ela quer que sua gestão traga-os para “perto” e que “entenda as necessidades das equipes”.

Categorias de base no futebol americano
A atual gestão, formada pela chapa CBFA Mais Forte, traz como um dos projetos principais o desenvolvimento das categorias de base do futebol americano no Brasil. E, ainda, estuda voltar com os torneios de seleções regionais, para fomentar o crescimento da modalidade entre jovens que se interessam pelo esporte.

“Vamos focar bastante em categorias Sub-16, Sub-13 e Flag Football. A cada ano, vemos que muitos talentos aparecem no Brasil. E nossa ideia é ter, nas Federações, pessoas capacitadas que elencarão nomes para possíveis seleções. Assim, vamos conseguir mapear melhor o que estamos desenvolvendo no país. Teremos a volta de seleções estaduais e, em 2022, queremos voltar com torneios de seleções.” – Afirma a atual Presidente da CBFA. “Atuaremos em diversas frentes que podemos tirar, finalmente, do papel. Principalmente, a de popularizar o futebol americano e mudar a imagem da CBFA.”, conclui.

Reforço de peso no marketing da CBFA
A nova gestão da Confederação quer implementar medidas inovadoras. E, para isso, garantem que o nome que será anunciado para a a Diretoria de Marketing é de peso no mundo esportivo.

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“Queremos uma CBFA que inove. E por isso estamos para anunciar um nome de peso na Diretoria de Marketing. Assim que lancei a candidatura, muitas possíveis parcerias quiseram apoiar a CBFA. E quem escolhemos estava muito alinhado com o que queremos. É muito forte no mundo esportivo, e sabemos que a Confederação só tem a ganhar com o ótimo produto que tem em mãos.” Contou a nova Presidente da CBFA.

Dívidas da gestão anterior
A gestão anterior do ex-Presidente Ítalo Mingoni e de seu Vice, Lucas David, foi interrompida após renúncia. Estes, que já começaram na Confederação com uma dívida grande, amortizaram-na, mas, ainda, deixaram um valor maior que 100 mil reais para que a próxima gestão assumisse. Listado na quantia, um contrato de rescisão do ex-Presidente, que tinha salário de R$5.000,00, enquanto os demais funcionários do órgão eram voluntários.

“A dívida não me preocupa. É um valor expressivo, mas não me assusta. Se tivermos medo do valor, não vamos alcançar coisas maiores. Todos os esportes têm uma taxa para o atleta ser Confederado, mas nossos projetos vêm para não depender de taxas confederativas. Já começamos negociações e muitos têm interesse de se relacionar com a CBFA. Da dívida, vamos renegociar grande parte. Além disso, teremos patrocinadores e projetos incentivados, além da venda de produtos, para quita-la.” Conclui Cristiane Kajiwara.

Volta dos campeonatos pós-pandemia
A nova gestora da CBFA sabe que, para que tudo corra de maneira fluida, é preciso que toda a situação com o Covid-19 se amenize. “Na CBFA, divulgamos um protocolo de prática do esporte que não esta sendo seguido por muitas equipes. Acredito que, em 2021, podemos não ter um campeonato nacional. Mas, no segundo semestre, possivelmente vamos conseguir aplicar clínicas e Combines, além de eventos menores”, afirma a Presidente. “Conversaremos com as Federações para que exista um consenso. Na retomada, teremos cautela. Começando com os estaduais e amistosos locais.”

O cronograma para a vacinação da Covid ainda é diferente em cada estado do país. Por isso, a intenção da gestão é fazer com que a retomada seja gradual para que ninguém seja prejudicado e que o contágio seja evitado.

1º Estádio de futebol americano de São Paulo
Para Cristiane, o começo de 2021 foi agitado. No dia 21 de janeiro, foi dado mais um passo para a 1ª arena de futebol americano do estado de São Paulo. Contando com Cristiane Kajiwara, Ricardo Trigo (Presidente da FEPAFA), o Deputado Estadual Alexandre Frota (PSDB – SP), o Secretário Marcos Penido, Patrícia Iglesias (Presidente da CETESB) e o Vereador Ozziel Souza, o projeto foi pré-aprovado e o estado pode ter, em breve, um palco para a modalidade ser praticada e comercializada.

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“Aqui em São Paulo o (Ricardo) Trigo vem batalhando há anos para conseguir um espaço. Isso porque sempre sentimos muita dificuldade de procurar campos a cada jogo. E, claramente, isso impacta na quantidade de fãs do esporte que temos. Os gestores do FABR buscam isso há um bom tempo. Já batemos em diversas portas e, finalmente, está bem encaminhado”, conta Cris Kaji sobre o 1º estádio voltado para o futebol americano no estado. Este, poderá ser explorado, inclusive, comercialmente. Promovendo jogos com vendas de ingressos, eventos beneficentes e comunitários, entre diversas possibilidades que serão realizadas assim que ficar pronto. “Fizemos muitas visitas no local e chegamos na Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente com um projeto consolidado e aprovado. A ideia inicial era apenas um campo de futebol americano. Agora, faremos até um campo de Flag Football. Estamos aguardando a parte burocrática, e o Deputado Alexandre Frota entrará com uma emenda para que não tenhamos apenas o espaço, mas recursos para fazer a arena.”

A previsão é que o palco da modalidade comece a ser construído ainda em 2021, para que em 2022 esteja pronto para a São Paulo Football League. “Ter uma casa própria da modalidade, além de incrível, diminui muitos custos para equipes e campeonatos”, afirma Cristiane. O projeto conta ainda com alojamentos para atletas que cheguem de outros estados ou, até mesmo, do exterior, como convidados para amistosos. “Nossa intenção é replicar o projeto por todo o Brasil.” – conclui.

O futuro do Brasil Onças
Para a Seleção Brasileira de Futebol Americano, a nova gestão da CBFA quer expandir horizontes e promover jogos internacionais, por meio de leis de incentivo ao esporte. E é algo que já está sendo colocado em prática. “Teremos um evento muito interessante com o Brasil Onças. Estamos trabalhando neste ponto desde o ano passado e o projeto já está protocolado. Será tudo com a nova cara da CBFA”.

Os cargos diretivos que vão compor a nova gestão da CBFA serão anunciados no decorrer da primeira semana de mandato, com anuncio pelos canais oficiais de comunicação da Confederação Brasileira de Futebol Americano.

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Linha Ofensiva, o Coração do Jogo – 3 Pilares de um Linha Ofensiva

Por Caio Guimarães – CEO // Tide Football.

Caio aqui e vamos trocar idéia real do que é futebol americano, esse é um texto de uma série de conteúdo sobre linha ofensiva se tratar do coração do jogo e mesmo assim não ser a posição mais glamourosa em um campo de futebol americano, mas é indiscutivelmente uma das mais importantes do jogo.



E apesar de toda sua importância, normalmente sua presença não é muito reparada, mas quando esses caras cometem um erro que leva a um sack ou um tackle para perda de jardas, “aí sim rs” todos vão reparar na Linha Ofensiva.

Eu tenho o costume de ser do contra, se todos assistem um jogo por causa do Aaron Rodgers eu assisto para ver David Bakhtiari, ou Quenton Nelson e assim vai dependendo do time.

Direcionar os olhares para a Linha Ofensiva é uma prática muito rica, ver algo que os comentaristas nunca mencionam com real valor que merece, mas para nós – Linha Ofensiva é o Coração do Jogo.

Como disse – esse é o start de um conteúdo sem fim e vamos aprender juntos sobre os atletas mais fortes do esporte mais completo do mundo.

Três principais pilares de um Linha Ofensiva

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1. Inteligência

Pode parecer um pouco estranho, esta não é uma característica física, mas a inteligência por si só pode ser o maior fator para determinar a diferença entre um bom ou ótimo linha ofensiva. Em cada jogada, a linha ofensiva deve ter um entendimento completo não só de suas atribuições individuais, mas também dos adversários aos quais se alinha. Isso está relacionado ao fato de que eles devem saber a chamada de jogo exata para que possam executá-la corretamente. Isso inclui saber o gap que o corredor está atacando, onde o passe está sendo lançado e a contagem do snap, entre outras responsabilidades mais técnicas. Como momento de impacto, posicionamento de corpo e sincronia na unidade, tópicos casados que podem transformar completamente um ataque.

2. Memória de Curto Prazo

Semelhante a um arremessador de beisebol, um linha ofensiva deve ser capaz de apagar rapidamente um erro de sua memória. Mesmo que tenham perdido a proteção de passe ou o bloqueio para corrida, os linhas devem ter a mentalidade blindada pronta para o próximo Snap. Deixar que um ou dois erros o incomodem pode atrapalhar seu jogo. Isso é vital, considerando que existem linhas defensivos com 1,90cm e 140kg vindo em sua direção em cada jogada.

3. Tamanho, Força e Velocidade

Isso pode parecer o mais óbvio, mas ainda acontecem alguns debates referente ao assunto, os tópicos estão em ordem de importância – Inteligência e Mentalidade precisam estar alinhadas para começarmos a passar a fita de medidas ou ativar balança de três dígitos. Só ter 1m90cm (altura) e 140Kg (força). Já está de bom, certo? (como se fosse fácil rs) Não, vamos para velocidade atrelada a agressividade tal combinação se torna uma característica vital quando se trata de ser um jogador de linha de sucesso. Explodir fora da linha de scrimmage é necessário em cada jogada. Permitindo que você fique na posição adequada para encontrar o defensor antes que ele chegue ao quarterback ou ao Running Back.

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Indicação de Filme de Futebol Americano: Safety + Disney

Por Danilo Lacalle – Jornalista e Redator // Tide Football.

Art Tide Football

Safety é um filme para toda a família que ama futebol americano ou que apenas gosta de uma excelente história
Um atleta que precisa superar as adversidades da vida para seguir seu sonho de jogar futebol americano. Poderia ser mais uma história “comum” no meio do esporte. Mas a história, baseada em fatos reais, de Ray McElrathbey (interpretado por Jay Reeves), vai além. Safety, título da Disney+ que tem encantado o público, conta a história de um jovem que acaba de ir para a faculdade – de Clemson, uma das maiores dos Estados Unidos – jogar futebol americano e precisa cuidar do irmão mais novo após sua mãe ser presa.

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Vários desafios surgem na trama: Ray Ray, como é chamado, tem em si a pressão de ser um bom aluno de Clemson, tirando boas notas para não perder a bolsa de atleta que conseguiu na universidade, conquistar a confiança do treinador Tommy (Matthew Glave) para conseguir ser titular da equipe, além de cuidar de Fahmarr (Thaddeus J. Mixson), seu irmão de 11 anos que precisa de sua companhia após a prisão da mãe.


A trama faz com que você esqueça que a história é baseada em fatos reais. Isso porque o filme foi feito para abranger um público maior, no estilo Disney. Vemos alguns clichês do futebol americano, nas grandes telas, neste filme. Mas o interessante é que, para os amantes do esporte, a identificação é grande. A história complicada, os momentos de lutas e superação, além de ser possível entender mais como funciona a vida de um estudante-atleta em uma das maiores universidades estadunidenses. Isso, claro, patrocinada de forma inteligente pela Universidade de Clemson.


O longa surpreendeu pela forma que contou a história. Vemos muitos momentos emocionantes e empolgantes a ponto de você querer vestir os equipamentos e sair para o jogo tacklear alguém. Além disso, os atores fazem seus papeis de forma precisa, passando expressões e comoção necessárias para cada momento do filme.


Em Safety, é interessante ver como o protagonista encara os desafios mesmo não estando preparado para tais. Além disso, o processo das batalhas travadas – típicas de uma “Jornada do Herói” – mostra como ele encontra outra família por meio do esporte, amadurece e cria “casca” para enfrentar desafios ainda maiores em sua vida. É um filme para toda a família.

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Michigan X Ohio State – A Maior Rivalidade do College Football e suas curiosidades

Por Caio Guimarães – CEO // Tide Football.

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Uma das maiores rivalidades em todos os esportes, os Wolverines e os Buckeyes ganharam 19 títulos nacionais combinados

Pela primeira vez desde 1917, uma temporada de futebol universitário não apresentará um jogo entre Michigan e Ohio State , já que as edições do COVID-19 no programa dos Wolverines resultaram no cancelamento da competição agendada para sábado.




Mesmo que este ano já estivesse sem o chiado usual, por causa dos registros de 2-4 de Michigan, ainda é chamado de “O Jogo” por uma razão. É difícil para quem está fora do meio-oeste – especialmente para os nascidos depois de 1980 – entender como essa rivalidade (que Michigan lidera por 58-51-6; a discrepância no número de reuniões em relação ao registro é porque o estado de Ohio anulou sua vitória de 2010) se tornou uma dos maiores do esporte. Aqui estão 10 fatos que podem ajudar a lançar alguma luz sobre essa questão.

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1. A Guerra de Toledo


O ódio por essa rivalidade foi alimentado pela reivindicação de Michigan e Ohio da Faixa de Toledo, uma região de 468 milhas quadradas de terra nas fronteiras dos estados. Quando Michigan tentou aderir ao sindicato em 1835, tentou incluir a Faixa de Toledo em suas fronteiras e Ohio bloqueou sua entrada. O presidente Andrew Jackson interveio e chegou a um acordo em que Ohio recebesse a Faixa e Michigan recebesse a Península Superior, que era principalmente um território instável na época. É seguro dizer que ambas as bases de fãs deixaram a Guerra de Toledo para trás, mas ainda estava fresco na mente das pessoas quando os times se conheceram.

2. A Primeira Reunião
Michigan era uma equipe muito melhor quando as equipes se encontraram pela primeira vez em 16 de outubro de 1897 em Ann Arbor. O Wolverines marcou todos os seus touchdowns no primeiro tempo e jogou uma bola conservadora no segundo tempo rumo à vitória por 34-0. Michigan terminou a temporada em 6-1-1, enquanto o Ohio State terminaria em 1-7-1. As duas escolas não voltariam a jogar até 1900, com o jogo terminando empatado …

3. Seis gravatas
Empates; Já houve seis empates nesta rivalidade. As duas equipes jogaram em um 0-0, terminando em seu segundo encontro em 1900 e empataram em ’10, ’41, ’49, ’73 e ’92. O empate de 1973 foi a única mancha nos recordes de ambas as escolas naquele ano e o empate de 92 fez do Michigan o último time a terminar a temporada regular invicto, com apenas oito vitórias, uma vez que já havia empatado Notre Dame e Illinois. No início dos anos 1900, a situação era muito diferente para o estado de Ohio. O melhor que os Buckeyes podiam esperar era um empate, graças ao lendário técnico do Michigan Fielding Yost.

4. Fielding Yost
Fielding Yost; Em 1901, Michigan contratou o técnico Fielding Yost do San Jose State, que rapidamente transformou os Wolverines no programa de estreia do futebol universitário. Yost ganhou seis títulos nacionais, incluindo quatro consecutivos de 1901-04. Durante esse período, Michigan venceu todos os jogos, jogou no primeiro Rose Bowl e venceu seus adversários tão mal que seus times foram apelidados de times de “pontos por minuto”. Yost também dominou os Buckeyes, perdendo para eles apenas três vezes durante sua carreira de 25 anos. Porém, na década de 1930 o teor dessa rivalidade mudaria e o “GOLD PANTS CHARM” nasceria …

5. “Gold Pants Charm”
GOLD PANTS CHARM; Michigan liderou a série 22-6-2 quando Francis Schmidt se tornou o técnico do estado de Ohio em 1934. Quando os repórteres perguntaram a Schmidt se o estado de Ohio poderia vencer Michigan, ele disse algo como: “É claro que podemos vencer, Michigan coloca as calças em uma perna de cada vez, assim como nós. ” Ele estava certo. O Ohio State ganhou quatro vitórias consecutivas, derrotando os Wolverines por um placar coletivo de 114-0. Hoje, os jogadores do Buckeyes recebem um “Gold Pants Charm” se vencerem o Michigan. Schmidt deu orgulho ao estado de Ohio, mas o próximo treinador colocou o programa no mesmo nível de Michigan …

6. Paul Brown
Paul Brown; Em 1941, o estado de Ohio contratou Paul Brown, que havia vencido seis campeonatos estaduais consecutivos na Massillon Washington High School em Massillon, Ohio. Brown imediatamente transformou o programa Buckeyes e o jogo Michigan / Ohio State de 1941 marcou a primeira vez que as duas escolas se encontraram classificadas na votação da AP. Os Buckeyes classificados em 14º empataram os Wolverines em 20-20. No ano seguinte, o estado de Ohio venceu o Michigan por 21 a 7 em seu caminho para ganhar o primeiro título nacional na história do programa. Brown deixou o estado de Ohio para o serviço militar no final da temporada de 1943 e em ’50, os Wolverines retomaram o controle da série. Um jogo em uma nevasca mudaria isso e traria esta série para a era moderna …

7. O Snow Bowl
SNOW BOWL; Em 25 de novembro de 1950, Ohio State e Michigan se enfrentaram em Columbus com o título dos dez maiores em jogo. Qualquer time vencedor teria que superar seu oponente, clima de 10 graus, ventos de 28 milhas por hora e neve caindo a uma taxa de 5 centímetros por hora (se você acha que estou sendo hiperbólico sobre as condições. Ambas as equipes chutaram um coletivo 45 vezes para 1.408 jardas e Michigan conseguiu vencer 9-3 acumulando apenas 27 jardas de ataque e nenhuma primeira descida em um jogo conhecido para sempre como “Snow Bowl”. O técnico do Ohio State, Wes Fesler, demitiu-se em meio a severas críticas sobre este jogo no jogo e foi substituído por Woody Hayes. É aqui que as coisas ficaram interessantes …

8. A Guerra dos Dez Anos
A Guerra dos Dez Anos; Woody Hayes ganhou cinco títulos nacionais em Columbus e fez 12-6 contra Michigan de 1951-68. A última vitória durante esse período foi uma chicotada de 50-14 dos Wolverines em 1968, onde Hayes foi para dois após o touchdown final. Quando questionado sobre o motivo, o colorido e volátil Hayes respondeu: “Porque eu não poderia escolher três.” No ano seguinte, os Buckeyes foram classificados em primeiro lugar e com uma sequência de 22 vitórias consecutivas quando enfrentaram Michigan e o técnico do primeiro ano, Bo Schembechler, um ex-assistente de Hayes. Os Wolverines do 12º lugar construíram uma vantagem de 24-12 no intervalo e mantiveram-na pelo resto do jogo. Isso lançou o que viria a ser conhecido como a “Guerra dos Dez Anos”, uma década de intensa rivalidade e competição entre as duas equipes de 1969-78. Michigan manteve a leve vantagem durante esses 10 anos, indo para 5-4-1. As equipes foram classificadas entre os 10 primeiros em sete desses jogos e entre os cinco primeiros em cinco deles. Na verdade, é incrível que essas escolas só tenham alcançado os dois primeiros lugares uma vez quando se conheceram …

9. Apenas uma partida nº 1 vs. nº 2
1º x 2º; O único confronto nº 1 contra o nº 2 na rivalidade veio em 2006. Ambas as equipes entraram no jogo invictas pela primeira vez desde 1973 e o entusiasmo em torno do encontro não foi eclipsado por nenhum jogo desde então. Os Buckeyes saltaram para 28-14 no intervalo do jogo em casa e mantiveram-se, apesar de uma furiosa reviravolta em Michigan, vencendo por 42-39. Apenas 14 pontos no ranking da Bowl Championship Series (BCS) impediram uma revanche no BCS National Championship Game, já que a Flórida terminou com 0,945 e Michigan com 0,932. Uma nota final, o drama em torno deste confronto se transformou em tristeza quando Bo Schembechler morreu de um ataque cardíaco na véspera do jogo. Foi um momento muito triste em uma rivalidade que produziu tantas grandezas.

19 campeonatos nacionais; Em última análise, a razão pela qual o resto do país se preocupa com este jogo é porque essas escolas ganham. Michigan tem mais vitórias do que qualquer programa de futebol universitário da história e o estado de Ohio tem o quinto maior. Ao longo do caminho, essas duas escolas produziram:
* 171 All-American
* 10 Vencedores do Troféu Heisman
* 80 Campeonatos de conferências

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Justin Herbert e o futuro promissor com Los Angeles Chargers

Na Free Agency de 2020, muitas duvidas pairavam sobre o lado azul claro de Los Angeles. Com a saída do ídolo Phillip Rivers, a torcida pela primeira vez desde 2004, ano em que Rivers foi selecionado no Draft, tinha incertezas sobre quem iria comandar o ataque, e no Draft de 2020 foi selecionado o QB Justin Herbert, que jogou por Oregon. Além dele chegou Tyrod Taylor para ser o Quarterback ponte para o calouro poder se desenvolver. Taylor também viveu a mesma situação em Cleveland no ano de 2018, quando foi contratado pelos Browns para dar tempo ao então calouro Baker Mayfield. No fim das contas Tyrod Taylor se lesionou, Mayfield assumiu a titularidade e não sairia mais. Não sabemos se o raio cai no mesmo lugar duas vezes não sabemos, mas não é a toa que a Logo dos Chargers é um raio, e a mesmo situação dos Browns de 2018 acabou acontecendo: Tyrod Taylor machuca e o QB assume a titularidade para não sair mais. Se continuará sendo assim nós não sabemos, mas até o momento, Justin Herbert é mais que uma certeza em Los Angeles.

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Selecionado com algumas duvidas a seu respeito, Justin Herbert mostrou que pode ser um QB sólido. Com ótimas atuações, que inclusive renderam a ele o premio de Calouro Ofensivo do Ano, Herbert lançou 4,336 jardas para 31 TDs e 10 Interceptações. Numeros para encher de esperança até mesmo o mais pessimista dos torcedores, mas além de números, Justin Herbert teve atuações sólidas e maduras para um calouro. Se o tão sonhado título do Superbowl virá ainda não sabemos, mas sabemos que até o momento, Justin Herbert pode ser o nome que levará a tão carente torcida dos Chargers ao Topo da Liga, e sse é o projeto.

Com reforços pontuais para auxiliar Herbert, os Chargers fecharam com Corey Linsley, Center ex-Packers; Matt Feiler, Guard ex- Steleers; Oday Aboushi ex-Lions; o experiente Jared Cook, Tight End ex- Saints e selecionaram o Tackle Rashawn Slater na primeira rodada do Draft. Todas essas movimentações mostram a preocupação dos Chargers em proteger o seu diamante, que já conta com peças do calibre de Keenan Allen e Austin Ekeler. A expectativa é grande, vide o teto de desenvolvimento de Herbert e o time que está se formando a sua volta.

Portanto, torcedor dos Chargers, podemos anotar esse nome e esperar por grandes exibições. A próxima temporada será de amadurecimento de Herbert, algo que ele já demonstrou na ultima temporada, e provavelmente, continuará mostrando durante bons anos na NFL.

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Draft da NFL 2021: confira como foram as escolhas dos times na 1ª rodada

Por Danilo Lacalle – Colunista e Redator // Tide Football.

O Draft da NFL 2021 teve sua primeira rodada concluída, repleta de surpresas. Em Cleveland, Ohio, 32 jogadores puderam ouvir seu nome anunciado pelo comissário da liga, Rodger Goodell, ou por um fã de cada equipe, que auxiliou no anúncio, em alguns momentos. Repleto de surpresas, as escolhas foram desenhando o futuro da National Football League, e como cada time tem planejado cada um dos seus próximos anos.


A primeira escolha era uma bola cantada desde novembro de 2020. Quem ficasse com a primeira pick geral do Draft, selecionaria o Quarterback Trevor Lawrence, de Clemson. Ele, que foi excepcional em todos os seus anos universitários, se tornou o jogador de Clemson draftado na posição mais alta da história do Draft, e o 5º Tiger selecionado entre os cinco primeiros jogadores. Atleta nato, William Trevor Lawrence nasceu em Knoxville, Tennessee e também jogou basquete no High School.

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Muito se falava de Justin Fields nos Jets. Mas nós já vamos falar dele. Isso porque a escolha do time de Nova Iorque foi o Quarterback Zach Wilson, e não o QB de Ohio State. Wilson, que também fez história ao ser o jogador de BYU a ser selecionado mais cedo no Draft da NFL, completou 247 de 336 passes, para 3.692 jardas, 33 TDs e 3 INTs, em 2020. Quebrou até mesmo o percentual de college do Steve Young, em 73.5%. Um fenômeno.


A terceira escolha do Draft era a maior incógnita de todas. Quem o San Francisco 49ers escolheria: Trey Lance, Mac Jones ou Justin Fields? Fields era a escolha mais “certa”. Mas nada no Draft é certo. E a equipe de San Fran optou pelo Quarterback Trey Lance, indo contra diversas expectativas e mock drafts. Fields cai mais uma vez, e a tensão passou a ser se ele seria um jogador do New England Patriots.


A partir daí, o Draft começou a pegar fogo. Atlanta Falcons escolheu o Kyle Pitts, Tight End que pode ser um dos melhores da posição na história (sim, ainda é cedo para definir), Bengals foram de Ja’Marr Chase, fazendo a dupla de QB-WR de LSU se reencontrarem (Burrow ganhou um campeonato nacional com Chase, em Louisiana), e o Miami Dolphins, que muito se esperava selecionar o Offensive Tackle Penei Sewell, preferiu o Wide Receiver Jaylen Waddle, de Alabama. Ele que também já tem um entrosamento com o Quarterback do time, Tua Tagovailoa. Ambos jogaram juntos na Crimson Tide.


Não demorou muito para Penei Sewell sair. O melhor Tackle da classe, que veio do Oregon Ducks, foi o 5º jogador da universidade selecionado no Top-10 do Draft, desde 2013. Carolina Panthers, tranquilos com o Quarterback escolhido na Free Agency, Sam Darnold, apostaram no reforço da defesa: Jaycee Horn, Cornerback de South Carolina. Patrick Surtain II, outro Cornerback, saiu na sequência para o Denver Broncos.
Justin Fields fora do Top 10


Não era surpresa para ninguém que o Mac Jones ficasse fora das 10 primeiras escolhas. Mas, para Fields, deve ter sido um choque e tanto. Isso porque o Philadelphia Eagles trocou de posição no Draft com o Dallas Cowboys para selecionarem o Wide Receiver DeVonta Smith. Ele, que foi ganhador do Troféu Heisman de 2020, foi o 4º WR a conseguir o feito. Cada um dos outros 3 vencedores que foram selecionados na primeira rodada do Draft da NFL, foram draftados no Top 10.


Em uma troca repentina, o Chicago Bears apostou alto. Subiu no Draft para garantir o jogador que pode ser o futuro da franquia. E, com a 11ª escolha Justin Fields – finalmente – foi selecionado. Aqui, vale lembrar dois pontos: antes de chegar em Ohio State, Fields estava na University of Georgia e se transferiu para os Buckeyes, tendo sua última temporada no estado que nasceu, documentada na série QB1, da Netflix. Sim, ele é um Georgiaboy (seria uma boa escolha dos Falcons, até).


Passadas as esperadas escolhas dos 4 principais Quarterbacks, os Cowboys selecionaram o Linebacker Micah Parsons na 12ª, os Chargers foram de Rashawn Slater, Offensive Line, na 13ª, os Jets subiram no Draft para escolher, na 14ª posição – que era dos Vikings – o Tackle Alijah vera Tucker e, finalmente, na 15ª escolha, Mac Jones foi escolhido pelo New England Patriots. O Quarterback estava aflito, olhando para o telefone. Quando a ligação chegou, foram só sorrisos. Ele se tornou o 3º QB de Alabama selecionado na 1ª rodada do Draft da NFL, juntando-se ao Tua Tagovailoa (5º, em 2020) e Richard Todd (6º, em 1976).

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Chicago Bears Quarterback Justin Fields

Mesmo sem Quarterbacks, o Draft continuou pegando fogo
Após ver seus defensores-pupilos serem escolhidos antes, o Arizona Cardinals selecionou o Linebacker de Tulsa Zaven Collins na 16ª posição. Seguido pelo OL Alex Leatherwood, de Alabama, na 17ª, para o Las Vegas Raiders. Jaelan Phillips, Edge, foi selecionado pelo Miami Dolphins na 18ª escolha. Ele, que fez universidade no Miami Hurricanes, não vai precisar nem mudar de casa.


Washington escolheu o Linebacker Jamin Davis, de Kentucky, na 19ª escolha, os Giants foram de Kadarious Toney, WR do Florida Gators – 20ª pick, inclusive, bem contestada pela torcida de Nova Iorque, e o Indianapolis Colts se viu na obrigação de selecionar, na 21ª escolha, um dos melhores Defensive Ends da classe: Kwity Paye, de Michigan. Paye, que foi eleito por duas vezes do Second Team All Big Ten (2019 e 2020), é filho de mãe Liberiana e nasceu em um campo de refugiados na Guiné, durante a Guerra Civil da Libéria, em 1998. Um baita achado para Indianapolis.

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Na 22ª escolha do Draft, o Tennessee Titans selecionou o CB Caleb Farley, e os Vikings draftaram o Offensive Tackle Christian Darrishaw, na 23ª. Ambos jogadores são de Virginia Tech. Na sequência, os Steelers, que foram o 4º pior time da NFL correndo com a bola na temporada de 2020-21, selecionaram o Running Back de Alabama Najee Harris. Travis Etienne, jogador que também estava cotado para sair nos Steelers, foi draftado na sequência, na 25ª escolha, pelo Jacksonville Jaguars. Escolha, inclusive bem polêmica. Isso porque Etienne e Lawrence são a dupla de QB-RB que estão saindo de Clemson juntos… e indo direto para a Florida, jogar no mesmo time. Além disso, a equipe, por mais que apresentou apenas o 18º melhor jogo corrido da liga no último ano, viu seu Running Back, James Robinson, ser o 5º melhor corredor da NFL, com 1.104 jardas e 9 TDs. E escolheram alguém para a mesma posição.
Sequência de escolhas inesperadas e Packers não agradando Aaron Rodgers.


O Cleveland Browns selecionou Greg Newsome II, DE de Northwestern, na 26ª escolha. Na 27ª, os Ravens foram de Rashod Bateman, WR de Minnesota, e os Saints escolheram o Payton Turner, Defensive End de Houston, na 28ª. Jogador que, inclusive, estava sendo cotado para ser selecionado ao fim da 2ª rodada.
O Green Bay Packers, na 29ª escolha, tinha opções como o LB Jeremiah Owusu Koramoah (que era cotado para o Top 15 e não foi selecionado na rodada 1 – adiantando o spoiler), Terrace Marshall Jr (WR que poderia agradar bastante o QB da franquia) e Greg Rousseau, um Edge forte que pode render muito na liga. Apostas altas que ficaram até o fim. E a equipe de Wisconsin escolheu o Cornerback Eric Stokes, de Georgia. Isso, após diversas críticas ao também CB Kevin King, que sofreu em diversas jogadas no último ano ao tentar parar os marcadores – e não parou na final de conferência, contra Tampa Bay.

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O Buffallo Bills selecionou o Greg Rousseau, do Miami Hurricanes, na 30ª escolha e, na 31ª, o Baltimore Ravens, que tinha trocado com os Chiefs para terem mais uma escolha na primeira rodada, escolheram o Linebacker de Penn State Jayson Oweh. É a 3ª vez no Draft que 2 jogadores defensivos de Penn State são escolhidos na 1ª rodada (junto com o Parsons), juntando-se a Jimmy Kennedy e Michael Haynes, em 2003 e Courtney Brown e Lavar Arrington, em 2000.
Com a última escolha do Draft, os atuais campeões Tampa Bay Buccaneers foram rápidos e selecionaram o Defensive End Joe Tryon, de Washington. Tirando possíveis rumores de alguém para proteger a secundária, o Tom Brady ou, até mesmo, um outro Quarterback.


No geral, diversas surpresas vieram à tona. A classe de Quarterbacks deste Draft é uma das melhores dos últimos anos e será interessante ver jogadores como Kyle Pitts, Ja’Marr Chase e Penei Sewell na ativa, visto que foram os melhores de suas posições na carreira universitária. Aos demais jogadores, terão que provar o motivo de serem escolhidos pelos respectivos times. Os primeiros escolhidos, começam a sentir o peso do que é estar em uma liga profissional, com cobranças diferentes das que existia na universidade. E, aos esquecidos do Draft, seja na primeira rodada ou nas últimas, vão ter que mostrar que podem dar tudo de si quando cada snap acontecer na National Football League.
No dia 30 de abril começa a segunda rodada do Draft da NFL, e você pode acompanhar cada detalhe na transmissão ao vivo da ESPN que começa às 21h.


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Como a marca Jordan entrou no Futebol Americano?

Por Caio Guimarães – CEO // Tide Football.

Hoje em dia o sucesso de vendas e utilização das chuteiras Jordan na NFL, principalmente o Jordan 1 Retro utilizado por Nick Bosa e muitos outros atletas é extraordinário, sonho de consumo e uma paixão pela marca, mas você sabe como Brand Jordan entrou no Futebol Americano? Vamos lá.


Michael Jordan, o maior jogador de basquete de todos os tempos, ex-atleta que dá nome a marca subsidiada da Nike. Jordan Brand. Jim Harbaugh, Head Coach que tenta reerguer um projeto vitorioso em Michigan, como a equipe com mais vitorias no Futebol Americano Universitário. São essas duas pessoas que se conectam para a entrada da renomada marca esportiva JORDAN no mundo do Futebol Americano, Jordan estava procurando exatamente a equipe mais vencedora de jogos em todos os tempos e Harbaugh tentava reerguer uma confiança nos tradicionais Wolverines que tiveram contratos falhos com Under Armour, Adidas e a própria Nike, Matriz.

O telefone tocou era final do ano de 2015 e a eventual apresentação da marca viria apenas em agosto no start da temporada seguinte.

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Jim Harbaugh achou que estava sendo enganado pelo telefone.
“Vamos” (…) “Vamos lá! Quem é realmente?”
“Aqui é Michael Jordan”, repetiu o interlocutor.

O acordo aconteceu Michigan Wolverines se tornou o primeiro programa da marca Jordan no Futebol Universitário.

O valor do negócio pode chegar a US $ 170 milhões nos próximos 10 anos (acordo total 15 anos). Na época o mais valioso acordo entre equipes universitárias e uma marca de material esportivo. Que só após anos veio a ser ultrapassado por Ohio (Nike), Texas (Nike) e UCLA (Under Armour).

Michael JORDAN na voz:

“Embora Michigan tenha lutado nos últimos anos e tenha ficado para trás em programas de primeira linha, como o estado de Ohio e o Alabama, há bastante impulso e construção de energia dentro do programa. Uma das principais razões para isso é o novo técnico Jim Harbaugh”.

“PRIMEIRO TIME DE FUTEBOL DA FAMÍLIA JORDAN”



Era essa a mensagem no anuncio do acordo, Eu Caio, sou torcedor de Michigan, e se optar por tirar uma onda com a sequência de derrotas dos Wolverines, OK, sou simpatizante (risos) nos confrontos contra as principais equipes, já que não adianta torcer contra Alabama, Ohio e por ai vai, longa lista mas existe algo por trás disso tudo, além do valor de contrato para Michigan ou retorno da marca para a Jordan.

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Vejo um projeto de recrutamento ficando mais forte com os passar dos anos, me diga você, 17,18 anos, ficaria atraído em receber o convite de uma universidade que te oferece material esportivo da Jordan? “É Jumpman no peito! ”foi exatamente isso que Harbaugh pensou como cereja do bolo na oportunidade que ele tem de reconstruir a equipe mais vitoriosa de todos os tempos”. Afinal para que acordo seja um acordo de sucesso com passar dos tempos os Wolverines precisam voltar a vencer grandes frentes em campo.

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Bloco 0 e a tradição de Ohio – Jonathon Cooper

Por Andressa Cruz – Crossover // Tide Football.

COLUMBUS, Ohio – Em um lugar tão rico em história como o estado de Ohio, é especialmente impactante quando uma nova tradição é iniciada, especialmente quando ela tem uma conexão direta com o passado. E foi exatamente isso que aconteceu no sábado dentro do Ohio Stadium, enquanto os Buckeyes continuavam os preparativos para a abertura da temporada contra Nebraska em 24 de outubro.


Depois do treino, o Coach Ryan Day reuniu o time para uma importante mensagem. Não era sobra bloquear ou tacklear. Ele falou para seus atletas sobre Bill Willis, que foi Defensive End em Ohio State de 1942 a 1944 e nesse período foi All-American e campeão nacional com os Buckeyes.
Mais tarde, ele quebrou a barreira da cor da pele na NFL como membro do Cleveland Browns e foi induzido ao Hall da Fama do Futebol Profissional e também no Hall da Fama do Futebol Americano Universitário.
O número 99 usado por Willis é aposentado em Ohio State, e o que ele defendeu – resistência, responsabilidade e o mais alto caráter – são valores pelos quais os Buckeyes de hoje se esforçam todos os dias. E ninguém exemplifica melhor essas características do que Jonathon Cooper, do quinto ano, e é por isso que Coach Day presenteou Cooper com a camisa 0, ou como será referido na tradição do estado de Ohio: o Bloco “0”, em homenagem ao grande Bill Willis.


Esta honra se destaca de qualquer outra”, disse Cooper. “Por ser capitão, todas as grandes coisas que aconteceram aqui no estado de Ohio, esta se destaca muito mais para mim, pessoalmente. Não representa apenas a mim, representa um grande homem, um grande jogador que jogou aqui. Eu sei que quando eu coloco aquela camisa eu o represento e eu tenho que ir lá e dar o meu melhor, e eu tenho que fazer isso todos os dias. Isto realmente significa muito para mim.

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Jonathon Cooper representa tudo o que um jogador de futebol do estado de Ohio deve ser”, disse Day. “Ele é forte. Ele é responsável. Ele adora esta universidade e este Estado. Ele é alguém que incorpora continuamente nossa cultura de “luta”. E isso está em tudo o que ele faz, dentro e fora do campo. “Estou orgulhoso de Coop; ele é a pessoa perfeita para usar o Bloco “0” pela primeira vez.”
Cooper, natural de Gahanna, percorreu uma longa e sinuosa estrada durante sua carreira com os Buckeyes. Ele chegou como um recruta cinco estrelas muito elogiado, trabalhou muito em campo e se tornou um titular quando era júnior (terceiro ano da faculdade) em 2018. Depois de ter sua melhor temporada de estatísticas, ele foi preparado como um veterano em 2019 para sair em uma nota alta.

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Mas poucos dias depois de ser nomeado capitão durante o treinos de pré-temporada, uma lesão atrapalhou seus planos. Como apenas “Coop” sabia, ele trabalhou para voltar. E ele trabalhou. E ele trabalhou. No momento em que o quinto jogo da temporada de 2019 chegou, ele deu uma chance e jogou contra o Nebraska. Mas Coop não era ele mesmo, e depois de participar de desafios contra Michigan State e Northwestern, ele se deparou com uma decisão: continuar tentando jogar durante a lesão ou pensar em usar um redshirt (ficar elegível por mais um ano no College) para dar outra chance, sendo uma totalmente saudável em 2020.
A decisão foi tomada na véspera do jogo do Senior Day contra Penn State. Cooper jogaria apenas mais um jogo e depois o encerraria pelo resto da temporada e voltaria como um veterano do quinto ano em 2020. O jogo que escolheu não foi surpresa para ninguém: Cooper começou e terminou com três tackles e um sack na vitória por 56-27 sobre Michigan em 30 de novembro.

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Em março, outro obstáculo apareceu no caminho de Cooper. Este, entretanto, afetou a todos. Quando a pandemia de COVID-19 aconteceu, jogadores e treinadores se retiraram para suas casas e longe de suas rotinas diárias. Cooper estava no meio de sua reabilitação, e conforme as semanas se transformavam em meses e mais incertezas prevaleciam, a temporada final de Cooper estava em dúvida. Mas Cooper fez o que todos os grandes líderes fazem: ele se concentrou no que podia controlar, manteve-se positivo e incentivou seus companheiros a fazerem o mesmo. Em duas semanas Cooper receberá a recompensa por isso, ao colocar o uniforme com um novo nº 0 para iniciar sua última temporada.


Quando ele fizer isso, no entanto, ele estará trocando um número com significado especial (18) por outro (0). Cooper escolheu usar 18 porque seu aniversário é 8 de janeiro, e ele está usando bem. Mas “0” é o legado do que Bill Willis representava – é uma honra que significa mais para ele do que uma pessoa pode representar.
“Vou usar o nº 0 porque não é sobre mim”, disse Cooper. “Ninguém entendeu por que eu usei o nº 18; é porque meu aniversário é 8 de janeiro. Isso representa algo apenas para mim. Quando eu usar o “Bloco 0”, será uma homenagem a um grande atleta de Ohio State e representará a Ohio State University e todos os meus companheiros de equipe e treinadores. Eu sei que tenho que jogar o meu melhor e não gostaria de nenhuma outra maneira. “


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