Sinônimo de superação, Ryan Shazier vai além de uma lesão que encerrou a carreira do atleta, na NFL

Danilo Lacalle / Jornalista – Tide Football

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Em sua primeira temporada na Ohio State University, em 2011, Ryan Shazier enfrentou seu primeiro desafio: jogar pelo pior time de futebol americano da universidade, desde os anos 2000. Ainda mais, jogando como reserva. Um desafio e tanto para um jogador que acabara de sair do colegial. Mas, com o tempo, começou a garantir seu espaço e fez, logo no primeiro ano, 58 tackles e um fumble forçado.

O ex-destaque de quatro estrelas da Plantation High School, na Flórida, explodiu na temporada de 2012. Foram 115 tackles, com 17,5 tackles for loss, 5 sacks e uma interceptação contra Penn State. Números que o fizeram ganhar um destaque nacional.

Embora os Buckeyes de 2013 decepcionaram na final da Big Ten, contra Michigan State, e no Orange Bowl, contra Clemson (perdendo dois jogos, após vencer 24 consecutivos), Shazier não decepcionou em sua terceira e última temporada vestindo a camisa da universidade.

Ryan Shazier entrou no Draft da NFL de 2014 como um dos melhores prospectos universitários, depois de compilar mais de 100 tackles em cada uma de suas últimas duas temporadas em Ohio State. O Linebacker foi projetado como uma escolha tardia de primeira rodada e, até mesmo, foi citado para a segunda. O motivo? Afirmavam que ele não era tão grande ou forte quanto alguns dos outros defensores disponíveis. Mas, o que faltou em força, ele compensou em velocidade, como mostrou em seu combine, nas 40 jardas, fazendo apenas em 4,36 segundos Isso já mostrava a determinação do atleta antes mesmo de entrar na liga.

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Dia do Draft. Tensão entre todos os atletas prestes a serem selecionados e correria entre os times para definirem o futuro das franquias. Os Steelers estavam no relógio e eles decidiram que não podiam deixar o talento de Shazier escapar. Resultado: escolheram Ryan na 15ª escolha geral. Anos depois, Shazier revelou que os Cowboys tinham planos de draftado na 16ª escolha antes que os Steelers entrassem no jogo, no último minuto. Foi uma surpresa para muitos, que pensaram que o Steelers atacaria a posição de cornerback, já que faltava profundidade na secundária da equipe.

Logo em setembro de 2014, Shazier deixou uma boa impressão durante o training camp e a pré-temporada, ganhando uma vaga de Linebacker no primeiro time. Ao lado de Lawrence Timmons. Uma baita responsabilidade.

Em seu primeiro jogo como profissional, viu que as coisas corriam diferente na NFL do que era em Ohio State. Jogou contra o Cleveland Browns e não teve os números impressionantes de uma partida universitária. Foram 6 tackles no total e um tapa em um dos passes, que foram apenas um indício do que estava por vir. Na semana seguinte, Shazier dominou. Realizou 11 tackles em uma derrota para o Baltimore Ravens. Uma atuação surpreendente para um Linebacker novato.

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Porém, neste mesmo ano, ficou marcado pelas lesões, conseguindo jogar apenas 9 partidas em toda a temporada. Com isso, teve apenas 36 tackles e dois tackles for loss em seu primeiro ano de NFL. Números decentes, considerando quanto tempo que perdeu.

Janeiro de 2016, nova temporada e um pouco mais de experiência. Semelhante a sua primeira temporada na liga, a campanha de Shazier no segundo ano o viu ficar de fora por vários jogos devido a lesões recorrentes. No entanto, ele certamente aproveitou ao máximo seu tempo em campo, garantindo 87 tackles e 3,5 sacks em apenas 12 jogos. Uma máquina. Ao fazer isso, Shazier ajudou o Steelers a viajarem a Cincinnati para enfrentarem os Bengals no Wildcard dos Playoffs. Foi durante esse jogo que Shazier fez uma das jogadas mais marcantes de sua carreira.

No fim do último quarto, os Steelers perdiam por 16-15. Depois que o quarterback reserva, Landry Jones, lançou uma interceptação, a esperança para vencer já era quase 0. Com apenas 1:36 faltando no relógio, Shazier acertou o Running Back dos Bengals, Jeremy Hill. O fumble foi recuperado pelo Ross Cockrell e, por fim, a jogada resultou no field goal vencedor do jogo com o Chris Boswell, colocando os Steelers na Rodada Divisional dos playoffs.

Na temporada seguinte, a NFL viu Ryan Shazier se transformar em um dos melhores linebackers da liga. Apesar de jogar apenas 12 jogos, Shazier marcou mais 87 tackles e 3,5 sacks. Sim, exatamente os mesmos números que da temporada anterior. Ainda, liderou Pittsburgh em Fumbles Forçados, com 3, e interceptações, também com 3. O currículo foi o suficiente para dar ao linebacker do Steelers uma passagem ao Pro Bowl. Embora certamente preferisse jogar no Super Bowl, a derrota dos Steelers para os Patriots na final da AFC forçou Shazier a comparecer em Orlando. Ainda, fez dois tackles no jogo. Não ia passar batido, não é?

Os Steelers tiveram um início arrasador na temporada de 2017, apresentando um até então recorde de 9 vitórias e 2 derrotas. Porém, logo no primeiro quarto da partida de um Monday Night Football, contra o Cincinnati Bengals, em uma 2ª para 5 jardas, Andy Dalton completou um passe para o estreante Josh Malone, e Shazier apareceu para fazer o tackle. Sempre na mesma intensidade. Na jogada, Shazier parou o jogador dos Bengals antes do First Down, mas não conseguiu se levantar e ficou de costas.

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A equipe médica entrou correndo no campo e o silêncio caiu sobre o Paul Brown Stadium. Shazier foi retirado do campo minutos depois, deixando os Steelers sem o principal líder de sua defesa. Estava claro, porém, que essa lesão era muito maior do que as anteriores que sofrera. Na manhã seguinte, a notícia de que Shazier havia sofrido uma contusão na coluna tomou o mundo dos esportes como uma tempestade, quando as pessoas começaram a estender a mão para enviar suas melhores energias para a pronta recuperação do atleta. Não havia dúvida de que o jovem linebacker estava fora da temporada, naquele ano. Mas, além disso, ele estava prestes a travar a batalha mais desafiadora de sua carreira.

Os meses que se seguiram à lesão de Shazier foram repletos de incertezas, já que a torcida de Pittsburgh esperava ansiosamente por notícias sobre seu astro defensivo. Sem a presença do Linebacker, o time jogou a rodada divisional dos playoffs, cedendo 45 pontos para Blake Bortles e os Jaguars, em uma derrota devastadora. Mas, por mais que os fãs quisessem Shazier de volta ao campo o mais rápido possível, o foco estava em sua saúde e em garantir que a lesão não o deixasse com traumas permanentes.

No fim de fevereiro, o General Manager dos Steelers, Kevin Colbert, anunciou que o coração da defesa do Steelers permaneceria com a equipe, mas não poderia participar da temporada 2018 da NFL. Esta não era uma notícia satisfatória aos fãs, que queriam alguma garantia de que Shazier ficaria bem. Eles conseguiram, dois meses depois, quando Shazier e sua namorada entraram no palco juntos para anunciar a escolha do primeiro round do Steelers.

Ryan Shazier fez um progresso incrível desde que pisou no palco do Draft, há mais de dois anos, e continua a inspirar pessoas em todo o mundo com sua coragem e resiliência. Mesmo que sua carreira tenha sido interrompida, ele será considerado um dos melhores jogadores do Steelers da década e permanecerá no coração dos torcedores para sempre.

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TOP – 05 Jogos para marcar na sua agenda na temporada // College Football // Art.Tide

Por Thiago Dellandrea – Redator College Football e NFL // Tide Football.

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1 – Oklahoma x Texas LONGHORNS (9 de outubro HÓRARIO A DEFINIR)

OKLAHOMA SOONERS

A máquina de Heismans não consegue repetir o sucesso individual no coletivo (o time em campo ainda é composto por 11), Lincoln Riley é um baita treinador ofensivo, mas desde que chegou à força da linha ofensiva caiu, os melhores ols das classes não tendem a olhar com carinho para as ofertas dos Sooners, o lineman mais bem ranqueado a vir na geração Riley chegou esse ano Wanya Morris (5 estrelas da classe de 19), mas honestamente esse mais abandonou Tennessee (graças aos embargos que essa terá) do que buscou Oklahoma, o resultado disso é uma ol mediana para proteger dois qbs 5 estrelas, o atual #7 Spencer Rattler (Junior) e o futuro #13 Caleb Williams (Freshman), os recebedores e principalmente runningbacks são de alto nível (isso explica como tantos rbs deixam oklahoma e pouco fazem falta, RBU que fala?), a defesa não recebe o mesmo afago, o sistema defensivo dos Sooners é falho, mas não podemos culpar o sistema em sí ou seu treinador afinal, pouco talento chega isso dificulta a criação de um time vencedor (que não quer ir somente a passeio nos playoffs), o melhor defensor da equipe é o nose tackle #8 Perrion Winfrey, transferido da JUCO de Iowa Westerns, fora ele #11 Nik Bonitto pode ter impacto na próxima temporada e acaba por ai, Oklahoma é quase totalmente dependente do ataque e muito em razão disso sofre algumas derrotas amargas.

NÃO DEIXE A CARROÇA VIRAR, NÃO DEIXE A CORROÇA TOMBAR

Se realmente é tão fraca assim por qual razão estar nessa lista? Bem, clássico é clássico, Oklahoma quando se encontram tendem a ser possuída pela vontade de massacrar os Longhorns (e ultimamente tem conseguido), o Red River Showndown (como é nomeado esse jogo de rivalidade) nos últimos anos foi um tiroteio de ataques (tendo o ultimo terminado 53 a 45 depois de 4 prorrogações), pouco sabe onde as defesas vão parar nesse dia e no próximo confronto não deve ser diferente, mesmo Texas tendo dado a famosa pipocada no último ano, a defesa conseguiu incomodar e criou chances do ataque matar o jogo antes da prorrogação, as oportunidades perdidas custaram caro e a derrota veio, mas não se pode esperar isso novamente, afinal com um novo HC o ataque de Texas não será mais conservativo (aparentemente), mas principalmente a defesa que conseguiu pressionar fara no mínimo o mesmo, os Sooners precisaram desenvolver seu jogo corrido e comprar para Rattler mostrar se é tudo isso mesmo, agora a parte dificil, descobrir como parar o running back Bijan Robinson.

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TEXAS LONGHORNS

Os Texas têm dois dos atletas ofensivos mais explosivos e promissores do College Football, o running back #5 Bijan Robinson (que fez todas as defesas adversarias passarem vergonha) grande estrela e seu quarterback #11 Casey Thompson mesmo tendo jogado somente um jogo o Alamo Bowl, distribuiu tds e disseminou o caos na defesa do Colorado, agora com Steve Sarkisian como HC (OC de Atlanta em 17 e 18, OC da Alabama em 19 e 20) o ataque deve ganhar mais versatilidade o que faltava e muito, esse time é recheado de talento e deve nos próximos 2 anos ter uma melhora substancial.

TEXAS IS BACK?

OS Longhorns tem uma formidável defesa, o corner #5 D’Shawn Jamison é o melhor marcador e destaque certo no próximo ano, #95 Alfred Collins defensive tackle em 2º ano que foi crucial no interior dessa poderosa defesa (fez uma interceptação no Alamo Bowl digna de OBJ, se esse pesasse 136 quilos), a defesa viu uma quantidade considerável de sênior dizerem adeus, assim uma defesa menos experiente precisara mais da aparição dos poucos não novatos titulares, porém existe essa consciência, como pudemos ver na forma com que a defesa se prostrou no spring game, como a mudança do linebacker #0 DeMarvion Overshown para a posição de outside lb, que não parece grande coisa mas chegou em Austin como safety e pela forma certeira de tacklear o fez ser muito bem aproveitado, como não é um tradicional linebacker constantemente ficava perdido no meio dos bloqueios e agora poderá atuar melhor nas contenções além de ser um marcador excelente, o ataque tem 4/5 dos Ols como Junior (3º ano) ou Senior (4º ano), isso significa experiencia (mas não é garantia de sucesso), o desempenho dela no spring game foi muito bom, ainda mais se pensarmos na qualidade dos defensores enfrentados, o que deve ajudar ainda mais Bijan e Thompson, o grupo de recebedores é liderado pelo RedShirt Freshman #21 Troy Omeire, agora saudável terá grande impacto junto deste rapido conjunto de recebedores, Oklahoma deve ter muita dificuldade em razão da força ofensiva desse ataque, se Sarkisian entregar o que promete (vale destacar que já foi HC em USC Trojans e em Washington Huskies, onde não foi muito bem) agora mais experiente, no comando de um time mais talentoso comparado a suas duas vezes como HC, tem a obrigação de fazer Texas voltar a um patamar competitivo não somente dentro da BIG 12 mas a nível nacional, impondo o jogo corrido Texas vai facilmente cansar a defesa dos Sooners e a defesa, mesmo com as perdas ainda deve conseguir se sobrepor ao ataque de Oklahoma, mas não esperem o jogo ser decidido antes do 2º período.

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2 – Lsu x Florida (16 de outubro HÓRARIO A DEFINIR)

LSU TIGERS

Tendo levado o campeonato nacional na temporada de 2019, existiam grandes expectativas sobre a manutenção de um forte time, 2020 foi um ano difícil acarretado principalmente pelas constantes trocas de quarterbacks, com a transferência de TJ Finley para Auburn não espere que as coisas se resolvam afinal as trocas eram pela dificuldade de ambos em liderar esse ataque, pontos a favor são a linha ofensiva consistente e o grupo de recebedores que mantem um alto nível, a defesa é liderada pelo melhor corner do College Football e vestira a famosa #7 Derek Stingley Jr., mas não somente com um corner se monta uma defesa, a linha defensiva é muito boa contra corrida, mas não possuem um pass rusher solidificado, o grupo de linebackers é liderado pelo transferido de Clemson Mike Jones Jr., a defesa é sem dúvida muito boa, mas ainda necessita de ajustes sobre qual seria a melhor forma de extrair o talento de todos, Stingley é o melhor press corner do college e pode muito bem anular um recebedor (mesmo que DeVonta Smith tenha feito parecer mais um) o restante da defesa não é tão qualificado para marcar man.

THE DBU

O jogo será uma grande disputa e botara frente a frente times com estilos de jogos propícios a se aproveitar da defesa adversaria, o ataque de Lsu tem feito boas outside runs na última temporada e a linha defensiva da Florida apresentou dificuldade contra tal tipo de corrida, os recebedores são rápidos e conseguem esticar bem o campo, o grande confronto será entre o forte interior de ol dos Tigers contra o forte interior de dl dos Gators, na defesa a Lsu apresenta uma equipe leve e ágil e precisa ser disciplinada para conter o jogo corrido adversário, principalmente com as corridas fora de chamada de Emory Jones, parar os tight ends será crucial para a defesa em razão destes serem parte importante do jogo recente da Florida, por outro lado o Death Valley (Tigers Stadium) terá que se provar outra vez.

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FLORIDA GATORS

#5 Emory Jones assumindo a posição de quarterback titular, faz da Florida uma equipe perigosa na extensões e corridas, mas interprete essa fase como um momento de transição, o grupo de recebedores hoje não possui tanto talento e muita pressão cairá sobre #15 Jacob Copeland hoje principal recebedor da equipe, o grupo de tight ends terá que continuar a ser parte importante do ataque, nos bloqueios ou nas recepções, a ol possui algumas caras novas e ainda é cedo para afirmar a sua qualidade, mas ela é mais leve e ágil da anterior. fator de ajuda as corridas, a defesa também têm um dos melhores corners do College #5 Kaiir Elam (destaque no próximo draft), mas sua força está no interior da linha defensiva, essa defesa é muito física e longe de ser das mais rápidas, #51 Ventrell Miller veem ganhando destaque pela disciplina, o linebacker tem sido a principal arma contra as corridas adversarias, porém no geral há muita gente nova os veteranos teram que chamar a responsa.

A BRIGA DE GIGANTES

No pantanal brasileiro Onça caça Jacaré, o ambiente do jogo é favorável a LSU (e não tenha dúvida do impacto disso), para vencer os Gators terão que controlar o jogo corrido e o relógio, permanecer longos drives em campo será crucial para manter a defesa descansada, a parte crucial será o ataque dos Tigers contra a defesa dos Gators, essa defesa é muito mais física e necessita tirar vantagem disso, as blitzs e a marcação man serão parte fundamental para não deixar os rápidos recebedores de Lsu terem um dia feliz, assim como forçar as 3 longas tudo para comprar tempo para a linha defensiva botar as mãos do ainda incerto, quarterback de Lsu.

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3 – Georgia x Clemson (4 de setembro as 20:30)

GEORGIA BULLDOGS

A estreia em horário nobre em um jogo grande, tenta apontar a equipe a grandes coisas na temporada, a busca pela SEC segue sendo o objetivo principal, ser forte dentro de uma conferência como essa significa ser uma ameaça (e uma vaga garantida) nos playoffs, os Bulldogs foram uma máquina com JT Daniels (transferido de USC), sabemos que qb em Georgia é um problema desde… Aaron Murray em 2013, enquanto a volta deste sempre houve talento, grandes running backs, excelentes recebedores e uma linha ofensiva completamente fora da curva, faltava “somente” alguém para direcionar esse time ao rumo certo e Daniels pode ser esse cara, uma temporada boa pode o projetar na primeira rodada e sem dúvida ele sabe disso, porém será necessário bater um rival indireto seu antigo concorrente em Mater Dei, Bryce Young, quarterback de Alabama, mas não tão distante está Clemson, que nada tem a ver com isso, Georgia perdeu a secundaria inteira, porém recrutou outra no portal de transferência, inclusive um ex-Clemson Derion Kendrick (lei do ex?) que terá uma batalha contra com Justyn Ross principal recebedor de Clemson… em 2018.

CÃO QUE LADRA, MORDE?

O spring game foi sensacional, a atuação dos 4 quarterback foi digna de ambos merecerem ser titular se e somente se JT Daniels não tivesse acabado com o jogo, a linha ofensiva titular foi perfeita nos bloqueios com destaque a nova dupla de tackles, #73 Xavier Truss e #70 Warren McClendon, que mostraram segurança independente do cara a ser protegido, o grupo de recebedores é inexperiente e sem Pickens parecia ser o ponto fraco, mas seus lançadores souberam bem (e principalmente as chamadas das jogadas) como aproveitar as características de cada um destacam-se #10 Kearis Jackson (rápido), #81 Marcus Rosemy-Jacksaint (grande estatura e capacidade de brigar pela bola) e o Freshman #5 Adonai Mitchell (com cola nas mãos), a dupla de running backs #3 Zamir White e #4 James Cook devem fazer algo semelhante aos Browns e aterrorizar os adversários com muito talento no backfield, mas principalmente os kickers que buscavam a todo momento acertar alguém desavisado na arquibancada com seus chutes potentes e sem direção, na defesa ajustes ainda precisam ser feitos, aparentemente haverá problemas no pass rusher no decorrer da temporada, houve muita sobrecarga no trio da dl, com #4 Nolan Smith e #17 Nakobe Dean sendo os alvos favoritos da distribuição de porradas no segundo nível da ol (que deve acontecer e muito na temporada) vimos os dois principais linebackers da equipe ficarem presos no trafego e causando uma completa confusão e dificuldade de parar as corridas, ainda sim são questões de disciplina relacionadas a contenção de gap e principalmente comunicação entre os defensores, hoje a Georgia tem a chave para vencer os Tigers, tempo de pocket, conseguindo esticar o campo e sabiamente sabendo quando soltar a bola no rb para ganhos curtos, a linha ofensiva novamente será a chave para o sucesso da equipe e a defesa vai precisa de encontrar a forma que aproveite melhor seus linebackers e principalmente descobrir como os transferidos vão jogar, afinal nenhum dos 3 dbs transferidos entrou em campo no spring game.

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CLEMSON TIGERS

O último ano foi tenebroso e chegar nos playoffs pode até ludibriar sobre quanto a equipe sofria, a defesa penou contra quase qualquer equipe que jogou, os passes furavam a defesa com tanta facilidade que parecíamos estar jogando madden no rookie, causada principalmente pelos longos períodos de tempo que a dl permitia o adversário ficar com a bola, vários ajustes foram feitos mas é claro que algo deu errado, penso que poderiam ter aproveitado melhor seus explosivos edges em um 3-4, Clemson tem uma quantidade considerável de pass rushers no interior (inclusive com 2 dts 5 estrelas) que poderia facilmente pressionar por mais lados e até pela razão de um linebacker a mais não vir a ter tanto impacto assim, jamais quero aqui desmerecer o trabalho e a ida aos Playoffs, mas o placar elástico contra Ohio State, mostra como o “gás” acabava e assim era esticado um tapete vermelho que direcionava a endzone, o ataque por sua vez foi desestabilizado e pouco conseguiu brigar com a defesa de Ohio, vale ressaltar que no lado dos Buckeyes o pass rusher não vinha de boas atuações e pode ser considerado como abaixo do nível habitual, mesmo engolindo Lawrence sem do, ainda sofreu 400 jardas aéreas (é, não disse que a secundaria ajudou).

A PRIMEIRA OU A ULTIMA IMPRESSÃO QUE FICA?

O começo de Lawrence foi fenomenal, o time ao redor ajudou muito e não há demérito algum nisso, mas o último jogo foi tão recheado de decepções, e o time ao redor ajudou muito novamente nisso, Clemson não conseguiu repetir a campanha de freshman de Lawrence que levou o time a conquista do campeonato nacional, podemos tirar disso que houve uma acomodação (o que não pode acontecer) ainda mais por se jogar na ACC, onde sejamos honestos, está longe dos seus melhores dias e para ser realmente franco, sem Notre Dame no último ano dificilmente ocorresse uma “final” da ACC, a equipe descarrilhou pelo peso da própria corroa digamos assim, o hype grandioso e chegada de atletas novatos já jogando como freshman, fez deles “grandes vencedores” que não venceram nada, parece confuso mas a maior parte das faltas de Clemson foram desses novatos, nada anormal se pensássemos que acontece pela transição para o college, mas quando analisarmos o comportamento desses atletas em primeiro e segundo ano, as faltas cometidas, percebemos que a maior parte delas é fora de jogo, condutas anti desportiva como a troca de socos no jogo de Louinsville (muito inteligente socar o capacete aliás), onde o retornado já havia sido tackeado e a disputa que culminou em briga estava longe da jogada, pode ser frustração claro mas nada jamais justifica e é esse o que necessita mudar no futuro dos Tigers, aqueles atletas que jogaram 4 anos 2 ou 3 deles sem estar na briga direta do Nacional (famosa geração Watson), tinha uma mentalidade diferente e jogava com frieza afinal não se vence a Alabama na trocação de socos.

CAÇAR OU SER CAÇADO

O time de Clemson é forte e tem um solido ataque, é cedo para comentar sobre a linha ofensiva, porém há excelentes skill positions nesse time e DJ Uiagelelei é um dos melhores Sophomore (2º ano) do college football e um quarterback promissor, a defesa tem como principal referencia a linha defensiva, do grupo de linebackers e a secundaria não são das mais consistentes e precisaram tirar vantagem da falta de experiencia dos recebedores dos Bulldogs para tentar minar Daniels, ainda sim precisaram passar por uma das mais solidas linhas ofensivas do college, o que em algum momento deve acontecer, a chave da possível vitória é forçar as 3º longas, pois se permitirem opções de passar ou correr nas 3 decidas curtas Clemson não conseguira segurar, vencer a batalha dos turnovers e principalmente não manter a defesa longos drives em campo será fundamental.

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4 – Miami x Alabama (4 de setembro as 16:30)

ALABAMA CRIMSON TIDE

Se questionarem a mim sobre o que esperar da Alabama direi, outro título nacional, mesmo sabendo que nos últimos 3 anos somente 1 atleta titular é o mesmo, a capacidade de preparação e desenvolvimento desse time é monstruoso e constantemente falamos sobre, mas não se enganem ao olharem os recrutamentos, a Crimson Tide sempre está entre os melhores recrutadores, porém há outras que também estão e? Voltamos novamente ao efeito Nick Saban e acho melhor não nos repetirmos aqui.

O ELEFANTE NO MEIO DO FURAÇÃO

O mascote da Tide representa muito bem o que é esse time, o elefante já foi uma das maiores armas de guerra da antiguidade, com força, aparentemente imparável e devastador no efeito psicológico dos adversários, o Big AI (elefante da tide) no entanto não pretende machucar ninguém e só incomoda os torcedores parados nas arquibancadas, podemos definir a atua geração da alabama por uma palavra, disciplina, o ataque avança devagar (para o bolt) e constante, o jogo corrido rende a anos, as linhas ofensivas eram solidas, mesmo comparando os running backs e os ols, vemos caras como o Derrick Henry e T.J. Yeldon (com estilos muito diferente) terem sucesso, isso se dá pela capacidade de extrair dos atletas e por isso devemos esperar que novas estrelas apareçam, a equipe tem atletas semelhantes ao da última temporada e o grupo de recebedores faram um grande espetáculo no confronto contra a secundaria de Miami.

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MIAMI HURRICANES

Miami se vê longe da disputa dentro da ACC, times como Clemson se tornaram potencias e outros pegaram papel de destaque na conferência como a North Carolina, o recente fracasso se podemos dizer assim nos últimos 3 anos tirou potenciais recrutas e prejudicou o desenvolvimento da equipe, Manny Diaz assumiu o comando e trouxe o quarterback #1 D’Eriq King transferido de Houston, o Safety #21 Bubba Bolden de USC, a Primeira rodada dos Dolphins Jaelan Phillips de UCLA, entre outros talentosos jogadores que veem compensando estes anos ruins de recrutamento, Miami tem tudo para se reerguer e buscar o trono de destaque da Florida ACC.

A TEMPESTADA FARA CHUVER EM ATLANTA

Para destruir meu título o estádio é coberto, mesmo assim Miami não deixará a Alabama simplesmente levar a vitória na semana 1 do college, esse confronto não fora agendado à toa, Miami tem uma poderosa linha ofensiva e um lançador que adora correr, enquanto a Alabama tem um interior de linha defensiva novo e a incrível capacidade de deixar os lançadores correrem para fora do pocket, ainda sim nem só de corridas vive um time de fa, o jogo aéreo terá que funcionar principalmente nas 3 descidas, enquanto isso para combater a velocidade de John Metchie III e de outros recebedores a secundaria responde na mesma moeda, o transferido da Georgia #2 Tyrique Stevenson  junto com o experiente #8 DJ Ivey podem (além de queimar minha língua) fazer das longas separações conquistadas pelos recebedores de alabama algo somente no imaginar no dia 4 de setembro, man press que tem gerado resultado em Miami principalmente pela capacidade de cobertura e suporte dos safetys ao fundo do campo, com relação ao front 7 é ainda cedo para dizer afinal há muitas caras novas.

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O JOGO – Michigan x Ohio State (27 de novembro, HÓRARIO A DEFINIR)

Não necessita de muitas justificativas para ser considerado o jogo mais esperado do ano, existe um diferencial nesse confronto em Ann Arbor casa dos Wolverines, ambos os times estão na teórica par de igualdade, ambas perderam seus quarterbacks, Michigan teve 8 jogadores selecionados no draft e Ohio State 10, Justin Fields ter saído na primeira rodada do draft enquanto Joe Milton se transferiu para o Tennessee, mostram a diferença de desenvolvimento das duas mesmo com semelhanças na dominação nos recrutamentos, ambas adquirem talento e o draft prova isso, mas somente Ohio State conseguiu realmente montar um time.

MICHIGAN

Jim Harbaugh se firmou como recrutador de qbs… transferidos, apesar dos pesares não é nada incomum, Mike Leach é o HC de mais sucesso fazendo seus qbs inflarem seus números com um poderoso jogo aéreo, Michigan com uma linha ofensiva melhor, mais talento ao redor deste qb consegue até mais certo? Na verdade, o que vemos é o oposto, todo lançador que comprou a promessa de Jim Harbaugh não encontrou nada além de frustrações, John O’Korn e Shea Patterson eram dois dos melhores Freshmans em seus respectivos anos no College e em Michigan viram seus nomes sumirem nos mocks rumo ao esquecimento, talento em ambos não faltou, experiencia junto com os embargos de expectativa… mas o principal culpado é seu HeadCoach, vemos em Michigan uma falta de identidade, sabe quando pensamos em um time e ligamos rapidamente ao poderoso jogo corrido ou a tradicional linha defensiva? com Harbaugh a única vez que vimos isso foi com Peppers, quando ele lançava corria recebia, batia o punt e tackeava o retornado, enfim víamos mérito no Harbaugh, certo? Na verdade, a razão disso foi um time perdido a volta de Jabrill Peppers, assim como vemos nos anos seguintes, o primeiro quarterback recrutado fora do portal a jogar por Michigan foi Joe Milton agora dando adeus deixa o qb room com Alan Bowman transferido de Texas Tech, J.J. McCarthy 5 estrelas da classe de 21 e Cade McNamara 4 estrelas da classe de 19, nenhuma das grandes nenhuma universidade tem um futuro tão incerto quanto, apesar disso Michigan tem talento e principalmente vontade de fazer diferente frente ao sucesso do rival.

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THE GAME

Michigan novamente tem uma sólida defesa, o safety #30 Daxton Hill e o lb #12 Josh Ross devem ser os principais defensores da equipe e terão muito seus nomes chamados neste ano, resta saber se por mérito ou necessidade…no ataque não temos grandes nomes apesar da consistência do runningback sênior Hassan Haskins, o grupo de recebedores deve ter dificuldades (ainda mais se ocorrerem muitas mudanças de quarterbacks) mesmo com Ohio não tendo a secundaria das mais fortes dos últimos anos, devemos esperar muitas chamadas no jogo corrido para tirar a pressão do seu lançador novato deixar os safetys no fundo do campo desconfortais com a pressão do suporte nas corridas, a defesa por sua vez terá que pressionar o lançador adversário e principalmente, magicamente descobrir como parar o melhor grupo de recebedores do college, ser o último jogo da temporada regular no calendário joga a pressão toda contra Ohio e compra tempo para descobrir como vencer esse ano.

OHIO STATE

No spring game vimos 3 quarterbacks jogando MUITO, meu destaque e o possível titular #7 C.J. Stroud foi cirúrgico, certo certo não temos contato… é um jogo treino… jogo é jogo treino é treino e tudo mais, mas Stroud é semelhante no estilo a Justin Fields em um time que ainda deve jogar da mesma forma, com um grupo de recebedores mais lapidado junto a uma linha ofensiva experiente, deve fazer de novo com que esse time chegue à final da BIG 10 por outro lado a defesa não deve ter grande melhora, pondo mais pressão na eficiência deste ataque, o defensive end #11 Tyreke Smith deve ser o principal atleta do lado defensivo da bola, porém não tenha expectativas de algo do impacto dos irmãos Bosa (espero muito errar nessa), outro possível destaque é o cornerback #7 Sevyn Banks que nas inconsistentes atuações de  Shaun Wade (selecionado pelos Ravens no ultimo draft), teve seus momentos na parte final da temporada e podia muito bem ter assumido a posição de cb2, desta vez Michigan chega a ter mais talento no time do que Ohio e Ryan Day (HC de Ohio) não é Urban Meyer (atual HC dos Jaguars), os Buckeyes ainda tem a cara do seu último treinador, uma linha ofensiva forte e agressiva no segundo nível, a imposição do jogo corrido e a defesa, joga da exata mesma formula criada por Meyer em Ohio, a secundaria é agressiva mas da pouco apoio as corridas (nas derrotas quase sempre recaem a necessidade de sua ajuda), a linha defensiva tem sempre, dois defensive tackles conscientes contra corrida (semelhante com Alabama) e dois pass rushers que quase sempre não tem gap definido de ataque e tentam cercar o quarterback adversário, a diferença está na escolha dos quarterbacks, Day gosta de lançadores ágeis que consigam sair e esticar jogadas, mas pouco buscou mudar a volta deste para conseguir extrair mais desse estilo, afinal a mudança natural seria tornar a linha mais ágil, porém como está indo para a 3 temporada, pode ser que somente agora comecemos a ver a nova cara de Ohio State.

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PASS RUSHER

É MUITO curioso como os ends/edges de Ohio State jogam, Urban definiu Larry Johnson (dl Coach de Ohio) como um dos melhores treinadores defensivos do College Football, este que criou uma forma de leitura e ataque (que refinou a busca no recrutamento em 3 características tamanho, força e agilidade), baseadas em 4 técnicas, 1º a stance, deixando livre ao atleta decidir a melhor forma e mais eficiente de se alinhar, 2º a explosão o famoso “olho na bola”, 3º e ai que começa a baguncinha, depois do snap o defensor deve dar 4 passos correndo no ombro de fora tackle e no quarto vamos para a reação o 4º passo, onde o defensor lê o tackle, se o tackle foi vencido nessa corrida o defensor deve continuar contornando esse bloqueador, se o tackle conseguiu acompanhar, mas manteve suas mãos baixas, bull rush, se o tackle mantem as mãos altas o defensor deve buscar tirar as mãos antes que sofra o grapeio (quando o ol consegue segurar o shoulder), por fim se o tackle está protegendo a parte de fora tornando impossível vence-lo na corrida o defensor deve fazer o “counter” seja girando ou no jogo de mãos buscando passar entre o guard e esse tackle, parece muito complexo e é mesmo ahaha, o grande sucesso recente do pass rusher e as conquistas dos Buckeyes está muito ligado a essa técnica, que cria muito mais possibilidades e torna muito mais imprevisível para o bloqueador.

THE GAME

O jogo para Ohio será muito mais difícil, pelas mudanças de elenco e da vontade de Michigan em ser a razão da ausência dos Buckeyes nos playoffs, a defesa no último ano teve muitas dificuldades em encontrar uma forma de comprar tempo para o pass rusher, as marcações em zona não conseguiram ser eficazes, talvez pelo pouco tempo de atuação (e menos jogos) em conjunto dos atletas, mas o pior foi as corridas, a dificuldade em pará-las foi gigante, os linebackers constantemente erravam os gaps e poucas vezes continham as corridas outsides ou com pull (lado negativo da liberdade dos dls), isso precisa mudar, afinal se repetirem os times no último ano, ambos terão como base, o jogo corrido.

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Silas Gomes Under – 23 T-Rex Sports Academy

Leonardo Siqueira – Jornalista e Imprensa Paranaense

Jogar uma final nacional é desejo de qualquer atleta. Alguns se contentariam em estar no banco ou entrar em apenas alguns drives. A maior parte dos jogadores nunca chegará lá e um número ainda menor poderá dizer que foi titular. Silas Gomes foi titular do Timbó Rex na final da BFA em 2019, no vice-campeonato contra o João Pessoa Espectros em Blumenau/SC, e quer mais. É fato que querer nem sempre é poder, mas alguns fatores indicam que Silas pode chegar lá novamente.

O fato de jogar em uma das equipes mais fortes e organizadas do país é o mais claro deles, mas o atleta tem suas qualidades. Com apenas 22 anos, o linebacker já possui 10 anos de experiência e uma bagagem invejável.

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Início no Futebol Americano

Gomes teve seu primeiro contato com o futebol americano jogando flag, em 2011, no São Paulo Black Devils. Depois de uma passagem pelo flag do Spartans, o jovem teve o primeiro contato com o full pads no Corinthians Steamrollers em 2014. Após algumas temporadas vestindo o manto alvinegro, em 2017 Silas chegou no rival Palmeiras Locomotives para a disputa da Liga Nacional. Foi só em 2018 que ele chegou em Santa Catarina.

“Sempre foi um sonho jogar por aqui (Timbó), não tinha planos de jogar fora do país. Meu sonho sempre foi jogar no Rex, desde quando eu conheci o FABR” relata.

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Nova realidade

Em que pese jogar numa defesa fortíssima e recheada com nomes de destaque nacional (e internacional, por que não?) como o LB Luis Polastri, em 2019 Silas já tinha a responsabilidade de repassar as chamadas defensivas dentro de campo. Assim como Polastri, Gomes cita Andrey Pereira (DL) e o ex Coach defensivo Laércio Anacleto como grandes incentivadores do seu crescimento em Timbó, além de Bro Bezerra (LB) e Felipe Bersch (LB) no Corinthians.

O desejo de jogar no Rex se concretizou apenas em 2018. Silas teve seus vídeos aprovados pela diretoria e se mudou para Timbó. Com uma rotina de treinos intensa, a adaptação do atleta não foi fácil, mas rendeu bons frutos como o título Catarinense logo no primeiro ano de casa.

Mais que se adaptar ao time, Silas também se adaptou à cidade. Em fevereiro de 2018 conheceu a namorada, Ana Maria, com quem mora junto há dois anos e, em março deste ano, deu à luz ao primeiro filho do casal, o pequeno Antônio.

Bom, tudo começou em 2015, Silas estava planejando jogar no Rex e veio me pedir sobre curso de enfermagem na cidade, dei umas dicas e acabou nisso (…) ainda acho tudo uma loucura o que fizemos, mas agradeço todos os dias por ter ele e agora o Antonio na minha vida. E espero que a gente construa muitas coisas juntos ainda, porque o que o futebol americano uniu, ninguém separa rs“.

Ana Maria Rodrigues – Mulher de Silas Gomes

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Todo esse processo fez com que ele e a família fossem escolhidos pela diretoria um dos personagens do documentário Chance 4 Life, que está sendo produzido pelo T-Rex Sports Academy e estará disponível no Unifique Play. O projeto promete contar um pouco sobre a rotina da equipe e a história de alguns personagens, tendo como inspiração a série Last Chance U, da Netflix.

Nova geração do Futebol Americano!

Silas foi 6º lugar no projeto Golden Boy, uma iniciativa da Tide que reuni um banco de dados dos mais promissores atletas do esporte no Brasil e oferece a treinadores e jornalistas de todo pais para avaliação e classificação, levando em conta o fator idade no mínimo mais um ano no projeto para Silas que vai puxar as próximas listas defensivas ao lado de Guilherme Santana, Guilherme Stutz, Tulio Poletti entre outros. Uma posição de destaque, que também o posiciona entre os ‘starters’ do projeto.

Confira abaixo todos os 11 defensivos melhores classificados:


“dos campos de terra até o sonhado vale da morte”

dos campos de terra até o sonhado vale da morte – sonhamos esses momentos que estou compartilhando agora, quando treinávamos nos campos de terra e na quebrada… muitas dificuldades, mas nada nos impediu de lutarmos até o fim”. – declarou Silas Gomes para Arthur de Lucca ao perceber que saíram juntos das dificuldades da capital paulista para encabeçar uma classificação nacional para jovens atletas.

“Silas é meu irmão! desde que comecei no futebol americano já sabia quem ele era, mas ter conhecido como pessoa e conviver foi melhor ainda, assim que o Rex entrou na nossa vida nos aproximamos e vi como Silas era uma pessoa pura e gente boa, alguém que eu sabia que podia contar, desde ai nossa amizade só cresceu e hoje sou muito grato em ter o conhecido. Me ajudou no meu crescimento e com certeza ja marcou minha história. Tamo junto meu irmão”.

Arthur de Lucca – Nickel T-Rex Sports Academy e Top 02 Overall Golden Boy.

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Porque a matéria Under 23 está sendo feita com Silas? Perguntado ao Caio respondeu –

Silas representa nossa chegada, ele sabe que a Tide é diferente e já citou isso ao perguntado sobre a Golden Boy, foi o primeiro atleta a se registrar conosco no processo de pesquisa de jovens atletas e foi o primeiro a postar “A Nova Geração do Futebol Americano” no seu feed – esse movimento posteriormente aquela iniciativa colecionou mais de 100 posts em perfis de atletas espalhados em todos Brasil, é uma parada que me orgulho muito em ter feito, saiu da minha cabeça sim, mas para realização talvez não teria acontecido sem ele”.

Caio Guimarães – CEO Tide Football e idealizador Golden Boy FABr.



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Sob ‘Nova direção’ Coach Teran

A chegada de Coach Teran, mexicano que assume a coordenação defensiva do T-Rex esse ano, pode representar um novo passo no desenvolvimento de Silas. Que já atuou em diversas posições no sistema defensivo da equipe, mas agora pode ser definido como ILB (Linebacker no centro de uma defesa).

“Ele é um grande treinador” afirma, “ele tem uma força diferente de trabalhar, sinto que é muito mais simples a forma como explica”.

Uma curiosidade que muito nos chamou atenção é Coach Teran já trabalhou junto a Ryan David, no Aztecas, equipe do México, isso mesmo o atleta e do Galo Futebol Americano que terá sua chance na Liga Canadense passou por experiências com o Coach de Silas atualmente, a equipe de Timbó recrutou não só para o Rex mas para todo esporte nacional se tratando de desenvolvimento de atletas.

A esperança é de que a parceria renda bons frutos no futuro. “Sempre quis ser campeão nacional e jogando pelo Rex esse desejo aumentou”, conta. Silas, claro, também almeja o reconhecimento individual. “Sonho também poder, um dia, representar meu país” projeta.

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Próximo cenário

Por mais que seja difícil projetar seleção nacional no meio do momento que passamos em pandemia decorrente ao Covid-19 aguardamos muito a sequência do esporte no pais e inclusive da seleção brasileira como mencionada por Silas acima, encerramos com o seguinte questionamento o mérito será visualizado no futebol americano nacional ou um universo de bolha e interesse pessoal irá dominar o próximo cenário? Nós não escolhemos para quem dar mídia, são eles quem conquistam e nós destacamos é um proposito justo no qual o cenário não estava acostumado e por isso Silas entende que a Tide é diferente.

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O trio BBB e os melhores técnicos da NFL

Nem só de grandes atletas vive o futebol americano. As mentes por trás de grandes franquias também têm seus feitos reconhecidos pela liga, através do Hall of Fame e de premiações anuais, além de também terem seus fãs. Neste texto abordaremos não apenas os mais vencedores, mas também aqueles cujas ideias mudaram o esporte.

Por Michel Borges – Redator E Colunista NFL // Tide Football

B.B.B

Walsh, Parcells e Belichick. Aparentemente, se você é HC e seu apelido é Bill, terá maiores chances de ser Hall of Famer e de ser lendário para sua franquia e esporte.

Walsh foi head coach do San Francisco 49ers entre 1979 e 1988, onde teve o record de 102 vitórias, 63 derrotas e 1 empate, conquistando três super bowls, seis títulos de divisão e três títulos da NFC.

Uma de suas maiores contribuições para a liga foi a popularização do esquema West Coast, embora este também seja atribuído a Bill Parcells.

Falando sobre Parcells, este foi Head Coach do New York Giants, onde teve mais destaque, New York Jets, New England Patriots e do Dallas Cowboys. Sendo conhecido por transformar equipes em declínio em contenders e por ser o único coach a levar quatro franquias para os playoffs e três para a final de conferência. Hoje é consultor do Cleveland Browns.

Cleveland que é a primeira franquia a dar uma chance como HC para o terceiro Bill desta lista, que hoje é o maior vencedor da era do Super Bowl. Belichick é o General Manager do New England Patriots, e é responsável pelos 6 títulos de Super Bowl que a maior dinastia do esporte já teve, além de ter conquistado dois como defensive coordinator pelo NY Giants, de Parcells.

É comum os jogadores o associarem a vitória, sendo comum ver atletas dizendo que foram a NE para vencerem o SB e que dinheiro e felicidade eles encontrariam nas outras 31 franquias.

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George Halas

Halas é conhecido como “Mr. Everything” e não é à toa, pois o cocriador da NFL atuou em todos os cargos que você possa imaginar na liga, atuando até fora dela como atleta da MLB.

Como jogador, Halas iniciou no New York Yankees, da MLB, onde atuou apenas por 12 jogos e aposentou-se devido uma lesão no quadril. Jogou em times menores e de indústrias, até que atuou como treinador-jogador do Decatur Stayles (time da indústria A. E. Staley Company) que futuramente se tornou o Chicago Bears.

O Hall of Famer foi seis vezes campeão da NFL, duas vezes considerado o técnico do ano, tem o número 7 aposentado pelo Bears além de figurar na lista das 100 maiores pessoas que já passaram pela franquia.

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Vince Lombardi

O homem que dá nome ao título máximo da liga, Lombardi é considerado por muitos o maior treinador da história dos esportes americanos. Muito deste hype em seu nome, é devido ao incrível feito de nunca ter tido uma temporada com mais derrotas que vitórias e de ter o record de 105-35-6. Além disso, Vince foi campeão da NFL cinco vezes num intervalo de sete anos, tendo os dois primeiros títulos do Super Bowl.

Vince está no Hall o Fame pelo Green Bay Packers, onde conquistou todos os seus títulos como Head Coach e foi eleito duas vezes como coach do ano. Pelo Redskins, o técnico conseguiu ter uma temporada positiva após 14 anos desastrosos da franquia. Infelizmente, Lombardi faleceu no ano seguinte a este feito.

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Paul Brown

O lendário cofundador e técnico do Cleveland Browns, franquia que tem o nome em homenagem a ele, é também um dos maiores técnicos da história da NFL. Sua história no futebol americano profissional, na verdade, antecede a criação da liga, sendo técnico do próprio Cleveland Browns, brevemente chamado de Panthers, na AAFC (All-America Football Conference). Brown também foi técnico no College, e foi, inclusive, campeão.

Campeão quatro vezes consecutivas da AAFC, Brown e sua equipe dominaram a liga e a levaram ao fim devido tal dominância. Com isso, Cleveland Browns, San Francisco 49ers e Baltimore Colts juntaram-se à NFL.

Na NFL, Brown foi campeão mais três vezes, técnico do ano sete vezes (por veículos de notícias diferentes) e ajudou a fundar o Cincinnati Bengals (pela AFL). O técnico está no Hall da Fama da liga e no Ring of Honor de Cincinnati e de Cleveland.

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A Nova geração de Quarterbacks na NFL – Uma juventude que chega com impacto!

Por André Borzani – Redator College Football e NFL // Tide Football.

É natural, gerações após gerações a Liga vai se renovando, jogadores mais velhos se aposentam e novatos chegam para pegar seus lugares. Um fenômeno cada vez mais comum tanto na NFL quanto em outras ligas americanas é o crescimento da quantidade de jovens jogares, muito motivado pelo cada vez mais necessário atletismo.

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A NFL é uma Liga que em sua história privilegiou muito aqueles que já prestaram algum serviço em alta qualidade para ela, principalmente em uma posição fisicamente menos exigidas, como a de quarterback. Não é preciso ir longe para se ter um exemplo, Philip Rivers foi draftado pelo New York Giants em 2004, na pick 4, e foi rapidamente trocado para o então San Diego Chargers, em um negocio envolvendo Eli Manning.


Rivers jogou de 2004 à 2019 pelos Chargers, tendo ainda uma temporada pelo Indianapolis Colts. Se analisarmos Philip Rivers como jogador veremos um bom quarterback, pouco atlético e que apesar de não te entregar nada espetacular, não terá jogos de 4 interceptações para arruinar sua semana. Por anos ele parecia mostrar seu declínio técnico, mas seguia tendo seu contrato renovado pelos Chargers, e quando não o teve, assinou para jogar no Lucas Oil Stadium.


O que quero dizer com essa pequena história é que historicamente as franquias são precavidas, preferem contratar um veterano com bom piso apesar de um teto não tão alto, a draftar um rookie que pode ter um teto superior, mas que seu piso ainda é um mistério. Na contra mão deste movimento, franquias como o Kansas City Chiefs decidiram arriscar, trocando seus veteranos por rookies promissores, como no caso dos Chiefs com a troca de Alex Smith por Patrick Mahomes. Preciso dizer algo?


Atualmente se somarmos a idade de todos os quarterback titulares da NFL (para tal conta considerei Justin Fields, Cam Newton, Teddy Bridgewater e Jimmy Garoppolo titulares) teremos o incrível numero de 900 anos, se dividirmos por 32, numero de franquias da Liga, teremos uma média de pouco mais de 28 anos, numero que já foi muito maior no passado.

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Quarterbacks cada vez mais jovens vem sendo escolhidos pelas franquias no draft, como Lamar Jackson e Trey Lance, ambos escolhidos com apenas 20 anos. Ao mesmo tempo alguns times preferem manter seus medalhões e apostarem na continuidade e na segurança, como os Pittsburgh Steelers com Ben Roethlisberger, de 39 anos, e o Washington Football Team que terá Ryan Fitzpatrick, no auge de seus 38 anos. Para essa analise desconsiderei Tom Brady, afinal de contas, 43 anos para ele não parecem ser uma questão relevante.


Se consideramos os quarterbacks entendidos como de nova geração, teremos uma lista grande e de talento, são eles: Joe Burrow (Bengals), Baker Mayfield (Browns), Lamar Jackson (Ravens), Justin Fields (Bears), Trevor Lawrence (Jaguars), Sam Darnold (Panthers), Josh Allen (Bills), Tua Tagovailoa (Dolphins), Zack Wilson (Jets), Daniel Jones (Giants), Jalen Hurts (Eagles), Justin Herbert (Chargers) e Kyle Murray (Cardinals). Todos ainda com seus contratos de rookie em vigor.

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A especial relação entre Nick Saban e Bill Belichick que já rendeu até documentário

Por Thiago Dellandrea – Redator College Football e NFL // Tide Football.

A relação Nick Saban e Bill Belichick é uma das mais vencedoras do esporte, com já quatro décadas rendeu até mesmo um documentário na HBO (The Art of Coaching), no qual os dois treinadores remembram suas trajetórias, mas principalmente a relação entre eles, apesar de caminhos diferentes está diretamente ligada, em todos os aspectos.

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O início
Como treinador Belichick assumiu o comando dos Browns em 1991, longe dos melhores dias da franquia, sua primeira contratação foi Nick Saban, como coordenador defesivo, no qual juntos formaram uma das mais fortes defesas da liga em 94 (12,8 pontos por jogo), os Browns foram revolucionários em combater o até então novo estilo de jogo dos Steelers, que buscava espalhar a defesa com uma quantidade maior de recebedores ao longo das formações (nada incomum para os dias de hoje) no fim do bom ano de 94, Bill foi demitido da equipe de Cleveland, é fato que a falta de paciência do GM da equipe hoje faz parecer tudo um erro, afinal o time estava desgastado e a idade já muito avançada, fez necessário uma reconstrução no elenco, estava ocorrendo de maneira eficiente se analisarmos friamente o desempenho dos atletas trazidos nos anos que sucederam, no entanto Cleveland que perdeu três Finais de Conferência entre 1986 e 1969 não queria esperar mais tempo para vencer.

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Vale ressaltar, nove membros da comissão técnica, futuramente tornariam se Head Coach ou General Manager, como Ozzie Newsome (GM dos Ravens desde 1996), Kirk Ferentz (Treinador de Iowa desde 1999), Tom Dimitroff (GM dos Falcons de 2008 a 2020), Eric Mangini (com passagens por Jets, Patriots, Browns e 49ers venceu 3 Super Bowls), Scott Pioli (parte importante do inicio do sucesso de New England) e Jim Schwartz (Coordenador defensivo que venceu o Super Bowl com os Eagles) e Nick Saban.


A separação e Continuação
Ambos seguiram caminhos diferentes, Saban se tornou treinador de Michigan State (onde ficaria de 95 a 99) enquanto Belichick iria pela sua primeira passagem nos Patriots (que permaneceria apenas por 1996), até este momento ambos ainda não obtinham o reconhecimento, mesmo já formulando grandes defesas, foi em 2000 onde coincidentemente teriam suas reviravolta, Nick Saban assumiria o comando da LSU, enquanto Bill Belichick deixaria o comando de um dia como treinador principal dos Jets para ser anunciado como o 12º Treinador dos Patriots, mudança essa que renderia uma primeira escolha geral no draft de 2000 aos Jets, Saban nos 4 anos como treinador venceu 2 campeonatos da SEC e seu primeiro Campeonato Nacional, Bill, nos mesmos 4 anos venceria 3 Super Bowls.


Em 2005 a amizade poderia ter se tornado uma das maior rivalidades da NFL, quando Saban aceitou ser o novo treinador do Miami Dolphins, na primeira temporada levou a equipe para 9 vitorias e 7 derrotas, ainda não suficiente para bater os Patriots que venceriam 10 vezes na temporada regular e parariam somente no Divisional contra os Broncos, grandes incertezas rodeavam a equipe da Florida para o ano de 2006, a principal com relação a posição de quarterback, criando grande interesse no atleta cortado pelo San Diego Chargers, Drew Brees, com um histórico de lesões houve a preferencia pelo GM, por Daunte Culpepper, que curiosamente também viria de lesão, em 2006 os Dolphins venceriam apenas 6 vezes e perderiam 10, enquanto seu amigo e rival de venceria 12 vezes e perderia somente 4, indo novamente para Pós Temporada parando somente na AFC Championship para os Colts, que venceriam o Super Bowl daquele ano contra os Bears, nos dois anos os dois enfrentaram-se 4 vezes com duas vitorias para cada, sempre com grandes shows, defensivos…

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Saban teve sua passagem em Miami, marcada por disputas e desentendimentos internos, principalmente com relação aos atletas selecionados no draft e contratações, liberdade muito diferente da de Belichick nos Patriots, afinal o mesmo ocupava também o cargo de GM, assim em 2007 Saban assumiria a Alabama Crimson Tide (onde venceria outros 6 campeonatos nacionais), para Bill, como dito no documentário, “saber que não mais o enfrentaria, foi o dia mais feliz do ano”.

A Parceria de Atletas
12 atletas foram selecionados pelos Patriots desde 2000 das equipes ao comando de Saban, o sucesso individual de cada um não é o mesmo, mas ainda sim é outra amostra de confiança no trabalho e na troca de informações destes:
2000 – o primeiro seria o Tackle Direito Greg Randall, por Michigan State permaneceu 3 anos em New England onde venceu o Super Bowl, como parte importante da equipe, atuou em 35 jogos 23 deles como titular, em 2003 deixou a equipe rumo a Houston, onde terminaria sua carreira pelo histórico de lesões, fator esse que o fez sair dos Patriots.
2002 – Defensive End Jarvis Green, LSU, venceu 2 Super Bowls por New England, durante os 7 anos na equipe, atuou em 121 jogos, apesar de jamais se firmar como titular foi um consistente atleta e importante na rotação conseguindo 28 sacks e 233 tackles totais.


No mesmo ano o Quarterback Rohan Davey foi selecionado, atuou somente 7 vezes em 3 anos, com apenas 19 tentativas de passe completou 8 deles, para 88 jardas.
2004 – Outro Defensive End, desta vez Marquise Hill que não teve o mesmo sucesso do anterior, com apenas 13 aparições somou 3 tackles.

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2010 – O primeiro atleta selecionado de Alabama, o Defensive Tackle Brandon Deaderick, jogou na NFL por 5 temporadas, 3 delas em Boston, fazendo parte da rotação do interior, muito semelhante a que Danny Shelton e Malcom Brown recentemente foram, 34 aparições, 14 delas como titular, conseguiu 5 sacks e 45 tackles totais.
2012 – O atleta de maior sucesso e peça fundamental das defesas de Alabama e Patriots, Dont’a Hightower, foi vencedor por ambas, somou até 2019, 505 tackles totais, 25.5 sacks, mesmo que o mais importante deles, o strip sack que resultou no fumble contra os Falcons no Super Bowl não esteja contabilizado, o atleta se firmou como o mais decisivo e um dos mais importantes da defesa de Boston, suas ausências contra os Eagles no Super Bowl e na temporada de 2020 foram sentidas de maneira significativa, a expectativa é do retorno do mesmo na temporada de 2021, venceu 3 Super Bowls e 2 Campeonatos Nacionais do College.


2016 – CornerBack Cyrus Jones com somente dois anos em New England, teve participação em 12 jogos majoritariamente no time de especialistas, retornando todos os tipos de chutes, somou 91 jardas em retornos 16 retornos de punts, além de 180 jardas em 8 retornos de kickoff, atuou pela última vez em 2019 pelos Ravens.
Linebacker Xzavier Dickson selecionado na 7 rodada até o momento somente se encontrou no time de treino.
2019 – Running Back Damien Harris, fazia parte do poderoso backfield com 4 excelentes corredores, como já abordamos no texto dos prospectos da Alabama no draft, participou de 12 jogos somou 691 jardas corridas em 137 tentativas, com 5 jardas de media, e 2 touchdowns, conseguiu ainda 5 recepções para 52 jardas, certamente ganhara snaps na próxima temporada.


2020 – O edge rusher Anfernee Jennings participou de 14 jogos na temporada de calouro, não conseguiu sacks mais exerceu um importante nível de pressão, vale ressaltar que a linha defensiva da equipe sofreu com diversos problemas no interior, o que pode ter “contido” a forma do pass rusher jogar, ainda sim, somou 20 tackles, a disputa no grupo de pass rusher deve crescer ainda mais com a chegada de Judon.
2021 – Com grandes questionamentos sobre o futuro, os Patriots selecionaram, Mac Jones, Quarterback que liderou a Alabama a outro título nacional, apresenta características de frieza durante a pressão e a capacidade de lançar em profundidade, mesmo sem seus alvos e agora na NFL, pode realinhar futuramente a equipe ao objetivo principal, vencer.

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Christian Barmore Defensive tackle, uma certeira escolha do que pode ter sido um dos melhores drafts dos Patriots nos últimos anos, Barmore chega como started, afinal a perda contínua dos atletas de interiores, pela grande “supervalorização” causada pela forma defensiva de postar a equipe, faz interior uma necessidade quase constante, no ultimo ano, fator de fragilidade contra a defesa, o reforço acrescentar capacidade de contenção frente aos fortes jogos corridos da divisão. O Estilo em Comum; É de conhecimento a semelhança na forma de jogar das defesas, especificamente na maneira quase cirúrgica de atuação de alguns setores.


As Linhas defensivas:
apesar da preferência de Bill pelo 4-3 e a de Saban pelo 3-4, mesmo que nos últimos anos a lógica parece inversa, as linhas defensivas apresentam um atleta desempenhando papel igual, um defensive tackles sólido contra corrida, metodicamente disciplinados a contenção de gaps, não importe quão teatral seja o quarterback a enfrentar, ao questionar, mas isso não é uma característica do atleta? Realmente, o estilo é individual, no entanto a busca por esta característica, faz da alabama uma máquina de produzir interiores contra corrida, como Dalvin Tomlinson (Vikings), Quinnen Wiliams (Jets) e a dupla de Washington Jonathan Allen e Da’Ron Payne, valorizada por quase todas as equipes na NFL, o resultado disto nas defesas de Bill é a liberdade, principalmente dos defensive ends e a menor ocorrência da necessidade dos corners terem que irem ao meio do campo tacklear as corridas, fazendo com que fiquem majoritariamente na contenção das corridas outside, para a Alabama de Saban isso resulta em maior liberdade aos linebackers e facilidade de identificar qual gap a corrida vai vir, ficou evidente na temporada de 2019 quando sem Dylan Moses o Freshman Christian Harris se tornou o principal Linebacker da Tide.


Safetys:
Com maior números de semelhanças estando nas secundarias, ambas valorizam a posição de safety, isso explica McCourty a tanto tempo estar como peça crucial da defesa de Boston mesmo pouco reconhecido, ambos usam os safetys evidenciando as características de um atleta que cobre muito bem áreas, enquanto outro com grande capacidade de contribuir nas corridas, este último que nos últimos anos foi Patrick Chung, hoje Kyle Dugger exerce tal função, no lado da Alabama podemos ver a defesa de 2016 com vários excelentes atletas e no fundo Ronnie Harrison era o míssil que implodia as corridas e Minkah Fitzpatrick protegia o fundo do campo.


Corners:
Os Patriots não iam constantemente atrás de bons marcadores na free agente à toa, Darrelle Revis e Stephon Gilmore representam a busca constante de terem atletas capazes de jogarem na “ilha”, deixando o corner do lado oposto sob a tutela do safety com maior amplitude de cobertura, no entanto este corner na ilha não encontrasse desamparado, mas ao invez de suporte no fundo essa ajuda é majoritariamente perto da linha de scrimmage, podendo ser dos Lbs ou do outro Safety, Saban não está nada atrás, constantemente usando suas bolças já no início do recrutamento com algum dos melhores corners disponíveis, tem se destacado como um grande desenvolvedor de corners, desde os Walk on (atletas não recrutados) como Levi Wallace, um dos melhores corners de Alabama, aos demais.
Mas principalmente a maneira consistente de trabalhar, com grande preparação técnica e física, não atoa resultando em times vencedores.

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Com Sam Darnold a solução chegou para o Carolina Panthers?

Desde a temporada de 2015, a torcida dos Panthers está carente de solidez na posição de Quarteback, onde após ganhar o prêmio de MVP da temporada, Cam Newton nunca mais foi o mesmo, e desde então, nuvens negras pairaram sobre Carolina.
De 2015 pra cá, nomes como Derek Anderson, Taylor Heinicke, Kyle Allen e Teddy Bridgewater, assumiram o posto de titulares dos Panthers e nenhum se firmou, porem, nesta Free Agency, os Panthers acertaram a vinda de Sam Darnold em uma troca com os Jets. O jogador selecionado na 1ª Rodada do Draft de 2018 sofreu com lesões e não deu certo em Nova York, mas os Panthers viram seu potencial (muito mostrado no College, é verdade) e apostam seu futuro no jogador. Será que Sam Darnold é a solução?

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Um time montado a sua volta

O novo GM da equipe, Scott Fitterer, buscou uma reformulação na equipe, e mantém a ideia de mudança de mentalidade, priorizando o ataque. Com a reformulação iniciada na temporada anterior, antes mesmo da chegada de Fitterer e Darnold, nomes como Pat Elflein, Cameron Erving e John Miller para reforçar a linha ofensiva, setor muito criticado nos últimos anos, junto com o Tight End DanArnold, ex-Cardinals.

Chegaram peças importantes para reforçar o ataque via Draft, como o bom TE Tommy Tremble, o RB Chubba Hubbard, os WRs Shi Smith e Terrace Marshall Jr; e o T Brady Christensen. Tudo isso para deixar o ataque nos conformes para Sam Darnold poder fazer seu trabalho sem mais problemas.

Boas expectativas

Os últimos dois anos foram de grandes mudanças nos Panthers. Desde troca no comando técnico até um no Quarterback para chamar de seu, os Panthers investem no seu futuro, dando peças para Sam Darnold poder se desenvolver.
Não sabemos se Sam Darnold dará certo nos Panthers, mas até o momento, com as peças que tem a sua volta e o talento de Darnold, que mostrou lampejos durante seu tempo nos Jets, podemos dizer que os Panthers solucionaram seus problemas no comando do ataque, pelo menos temporariamente.



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Por oportunidades no futebol americano, Rio Football Academy tem treinamento para jovens e quer atingir todo o Brasil

Além de exportar atletas brasileiros, dando oportunidades reais de chegarem à NFL, Rio Football Academy busca desenvolver jovens para terem futuro promissor no esporte.

O crescimento do futebol americano no Brasil não tem sido uma tarefa fácil. Times se reinventam todos os anos para dar oportunidades de seus jogadores estarem em campeonatos, atletas mais antigos buscam qualificações diferenciadas do próprio bolso e, na maior parte, as grandes oportunidades na modalidade, que já são bem restritas, ficam ainda mais raras quando o futuro em questão vem de brasileiros que tentam a vida neste esporte. Para mudar este cenário, programas de inclusão esportiva e ideias criadas do zero passaram a atuar com a finalidade de oferecer um caminho melhor aos brasileiros que desejam, um dia, ter uma chance na NFL ou em qualquer outra liga. E é esse o objetivo da Rio Football Academy, a maior academia de futebol americano da América do Sul, que fica na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Patrick Dutton e Ramon Martire (este, QB da seleção brasileira), já passaram por times importantes do Brasil e tiveram como ideia inicial, anterior à fundação da academia, apenas um treino do estilo “camp” para quem se interessasse em aprender mais da modalidade.
“Em novembro de 2014 fizemos um camp que foi um sucesso, com 35 meninos. A partir dali quisemos dar continuidade ao projeto. Isso porque a vontade era de que atletas brasileiros conseguissem conquistar um espaço no exterior de igual para igual com os norte-americanos, porque lá começam a aprender o esporte com 7, 8 anos. “, afirma Patrick Dutton.

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Paixão pela NFL deu vida à Rio Football Academy
A ideia veio da paixão que Patrick Dutton tinha: A NFL. Mais especificamente, o New York Giants.
“Sempre pratiquei esportes. Joguei basquete por um tempo e sempre achei que poderia levar jeito para o futebol americano. Por uma coincidência do destino, uma pessoa que eu conhecia jogava e me levou para jogar. Começamos juntos no Botafogo, nas areias do Rio de Janeiro. E, desde 2013, estou nessa caminhada” – revela Dutton.
A Rio Football Academy oferece, hoje, diversos programas para treinamento e desenvolvimento dos atletas de modo único no Brasil e na América do Sul. Atualmente, contam com frentes presenciais e digitais. Na própria academia, que fica na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, 70 atletas treinam duas vezes por semana. Estes, arcam com o valor da mensalidade e têm direito aos treinos e equipamentos, que são disponibilizados na hora, para a prática da modalidade. De forma coletiva, os treinos presenciais atendem atletas de 7 a 23 anos, em turmas sub-15 e sub-23. Passando da idade limite para o presencial, os treinos são particulares onde, em maioria, os clientes são jogadores de outros estados que procuram o programa para evoluir e usufruir da infraestrutura local.
“Por ano, recebemos de 14 a 20 atletas que têm como objetivo melhorar o desempenho em geral.” – diz o CEO do projeto, Patrick Dutton.
Além do futebol americano, a academia também abriu espaço para o Cheerleading, esporte amplamente praticado nos Estados Unidos que ganhou atenção especial da RFA e que recebe mulheres que se interessam pela modalidade.
“Nosso objetivo era trazer a cultura do futebol americano e não apenas o esporte em si. Na parte digital, temos nossa loja de futebol americano onde atingimos o Brasil inteiro com equipamentos e roupas. Temos cursos online com preços acessíveis, específicos para cada posição (do jogo) e voltado a treinadores, do básico ao avançado.”, revela Dutton.
Além de cursos, a Rio Football Academy também tem oferecido consultoria online para mais de 40 atletas. O projeto consiste em auxiliar com a melhoria das partes técnicas, táticas e físicas, com acompanhamento individual, tendo a oportunidade de treinar presencialmente quando preferirem.
Preparação e exportação de atletas com bolsas de estudo
Porém, mesmo com as oportunidades começando ainda na infância dos alunos, Dutton sabe que a tarefa de maximizar o campo de chances destes atletas no futuro ainda é complicada. Por isso, firmaram parceria com um programa de envio de atletas para o exterior, a CS Educacional.
“Já mandamos mais de 30 meninos para o Canadá, Estados Unidos e México para estudarem com bolsa de estudos, por meio do futebol americano.” – Afirma Dutton, que aos 31 anos diz que todo o projeto também se deve ao “arrependimento” de ter conhecido o esporte de forma tardia, aos 24 anos. Isso porque sabe que se a dedicação tivesse acontecido ainda na adolescência, poderia ter uma oportunidade melhor para jogar, fazer faculdade com bolsa e receber melhores propostas.
O objetivo da RFA é expandir o projeto para todos os estados do Brasil, dando oportunidade a crianças aprenderem o futebol americano de forma embasada com pessoas capacitadas, inclusive, internacionalmente. “Nosso maior sonho é enviar um atleta para a NFL”, afirma Dutton. Atualmente, a academia, que já enviara diversos atletas para estudar fora do Brasil, conta com um atleta (Kicker) estudando na Divisão 1 do College Football que, caso se posicione bem, tem uma boa chance de chegar à principal liga da modalidade. Além disso, outro ex-RFA pode ir para a primeira divisão do futebol americano universitário em 2021, após receber 9 propostas de bolsas, nos Estados Unidos: O Kicker João Lima.
Futuro promissor
Além de uma academia do esporte, a Rio Football Academy também participa de campeonatos e jogos, perdendo apenas 1 em 5 anos. A vitória mais expressiva da RFA, até agora, se deu ao bater a seleção do Chile sub-23, no amistoso entre as duas equipes, em território Chileno por 20 a 10.
Patrick Dutton, como muitos outros atletas com mais bagagem no esporte sabe que, para conseguir um bom resultado em campo, é necessário se dedicar de forma precisa aos treinamentos: “O importante é você entrar e deixar tudo o que tem para ajudar o time a conseguir o objetivo esperado. Tento passar isso aos meus atletas, mostrando para eles que o esforço colocado diariamente é diretamente proporcional aos resultados que eles colherão no futuro. Quanto mais treinarem, maior a probabilidade de alcançarem seus sonhos”.

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Cris Kajiwara é eleita Presidente da Confederação Brasileira de Futebol Americano e apresenta projetos para mandato

Cristiane Kajiwara contou quais projetos pretende implementar em sua gestão. A Presidente foi eleita por aclamação, pela chapa “CBFA Mais Forte”, que conta com Tiago Munden como Vice

Divulgação CBFA

Eleita em assembleia para a presidência da Confederação Brasileira de Futebol Americano, a chapa intitulada “CBFA Mais Forte”, formada por Cristiane Kajiwara e Tiago Munden, assumirá o mandato com grandes projetos e responsabilidade. Cris, como é conhecida no meio do futebol americano nacional, em entrevista ao Torcedores.com, contou o que espera para os próximos anos da Confederação e para o desenvolvimento do esporte no país.
E seu interesse pela modalidade começou em uma equipe bem conhecida dos paulistas.

“Eu conheci o futebol americano pelo Corinthians Steamrollers. Antes disso, não sabia dos times do Brasil ou da NFL. E foi totalmente por acaso. Comecei como fã, assistia aos jogos e ia aos eventos. Fui convidada pelo Ricardo Trigo para fazer parte do staff. Depois, do administrativo e, depois, da diretoria. Nos últimos anos estávamos trabalhando no desenvolvimento da categoria de base da equipe. Do Corinthians, fui para a SPFL. Agora, quero levar todo o conhecimento que adquiri, para todo o Brasil”, relata a Presidente da CBFA, Cristiane Kajiwara.

Por ter acompanhado como é o futebol americano nacional, a atual Presidente sabe que a tarefa não será fácil. Principalmente pelos fatores deixados pela gestão anterior do ex-Presidente Ítalo Mingoni. E a ideia de assumir a Confederação surgiu pela intenção de mudar o cenário para fazer algo melhor e, de fato, diferente.

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“Quando estava na gestão anterior, eu e o então Diretor de Esportes, Dan Muller, víamos muitas oportunidades mas não conseguimos atuar por falta de autonomia. Daí veio a ideia de assumir a presidência. Identifiquei que as partes técnicas e esportivas ficaram muito a desejar em todas as gestões anteriores. Agora, vamos mudar o foco e a imagem da Confederação. Queremos dar atenção aos atletas, aos times e às federações, que só têm sido lembrados em época de eleição.” – afirma Cris Kaji, que começa o mandato a partir de hoje. “Vamos mostrar o que está sendo feito nos estados, com os Presidentes e Federações”, completa.

Cristiane entende que, atualmente, a CBFA não engloba todos os times no sistema da confederação. E ela quer que sua gestão traga-os para “perto” e que “entenda as necessidades das equipes”.

Categorias de base no futebol americano
A atual gestão, formada pela chapa CBFA Mais Forte, traz como um dos projetos principais o desenvolvimento das categorias de base do futebol americano no Brasil. E, ainda, estuda voltar com os torneios de seleções regionais, para fomentar o crescimento da modalidade entre jovens que se interessam pelo esporte.

“Vamos focar bastante em categorias Sub-16, Sub-13 e Flag Football. A cada ano, vemos que muitos talentos aparecem no Brasil. E nossa ideia é ter, nas Federações, pessoas capacitadas que elencarão nomes para possíveis seleções. Assim, vamos conseguir mapear melhor o que estamos desenvolvendo no país. Teremos a volta de seleções estaduais e, em 2022, queremos voltar com torneios de seleções.” – Afirma a atual Presidente da CBFA. “Atuaremos em diversas frentes que podemos tirar, finalmente, do papel. Principalmente, a de popularizar o futebol americano e mudar a imagem da CBFA.”, conclui.

Reforço de peso no marketing da CBFA
A nova gestão da Confederação quer implementar medidas inovadoras. E, para isso, garantem que o nome que será anunciado para a a Diretoria de Marketing é de peso no mundo esportivo.

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“Queremos uma CBFA que inove. E por isso estamos para anunciar um nome de peso na Diretoria de Marketing. Assim que lancei a candidatura, muitas possíveis parcerias quiseram apoiar a CBFA. E quem escolhemos estava muito alinhado com o que queremos. É muito forte no mundo esportivo, e sabemos que a Confederação só tem a ganhar com o ótimo produto que tem em mãos.” Contou a nova Presidente da CBFA.

Dívidas da gestão anterior
A gestão anterior do ex-Presidente Ítalo Mingoni e de seu Vice, Lucas David, foi interrompida após renúncia. Estes, que já começaram na Confederação com uma dívida grande, amortizaram-na, mas, ainda, deixaram um valor maior que 100 mil reais para que a próxima gestão assumisse. Listado na quantia, um contrato de rescisão do ex-Presidente, que tinha salário de R$5.000,00, enquanto os demais funcionários do órgão eram voluntários.

“A dívida não me preocupa. É um valor expressivo, mas não me assusta. Se tivermos medo do valor, não vamos alcançar coisas maiores. Todos os esportes têm uma taxa para o atleta ser Confederado, mas nossos projetos vêm para não depender de taxas confederativas. Já começamos negociações e muitos têm interesse de se relacionar com a CBFA. Da dívida, vamos renegociar grande parte. Além disso, teremos patrocinadores e projetos incentivados, além da venda de produtos, para quita-la.” Conclui Cristiane Kajiwara.

Volta dos campeonatos pós-pandemia
A nova gestora da CBFA sabe que, para que tudo corra de maneira fluida, é preciso que toda a situação com o Covid-19 se amenize. “Na CBFA, divulgamos um protocolo de prática do esporte que não esta sendo seguido por muitas equipes. Acredito que, em 2021, podemos não ter um campeonato nacional. Mas, no segundo semestre, possivelmente vamos conseguir aplicar clínicas e Combines, além de eventos menores”, afirma a Presidente. “Conversaremos com as Federações para que exista um consenso. Na retomada, teremos cautela. Começando com os estaduais e amistosos locais.”

O cronograma para a vacinação da Covid ainda é diferente em cada estado do país. Por isso, a intenção da gestão é fazer com que a retomada seja gradual para que ninguém seja prejudicado e que o contágio seja evitado.

1º Estádio de futebol americano de São Paulo
Para Cristiane, o começo de 2021 foi agitado. No dia 21 de janeiro, foi dado mais um passo para a 1ª arena de futebol americano do estado de São Paulo. Contando com Cristiane Kajiwara, Ricardo Trigo (Presidente da FEPAFA), o Deputado Estadual Alexandre Frota (PSDB – SP), o Secretário Marcos Penido, Patrícia Iglesias (Presidente da CETESB) e o Vereador Ozziel Souza, o projeto foi pré-aprovado e o estado pode ter, em breve, um palco para a modalidade ser praticada e comercializada.

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“Aqui em São Paulo o (Ricardo) Trigo vem batalhando há anos para conseguir um espaço. Isso porque sempre sentimos muita dificuldade de procurar campos a cada jogo. E, claramente, isso impacta na quantidade de fãs do esporte que temos. Os gestores do FABR buscam isso há um bom tempo. Já batemos em diversas portas e, finalmente, está bem encaminhado”, conta Cris Kaji sobre o 1º estádio voltado para o futebol americano no estado. Este, poderá ser explorado, inclusive, comercialmente. Promovendo jogos com vendas de ingressos, eventos beneficentes e comunitários, entre diversas possibilidades que serão realizadas assim que ficar pronto. “Fizemos muitas visitas no local e chegamos na Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente com um projeto consolidado e aprovado. A ideia inicial era apenas um campo de futebol americano. Agora, faremos até um campo de Flag Football. Estamos aguardando a parte burocrática, e o Deputado Alexandre Frota entrará com uma emenda para que não tenhamos apenas o espaço, mas recursos para fazer a arena.”

A previsão é que o palco da modalidade comece a ser construído ainda em 2021, para que em 2022 esteja pronto para a São Paulo Football League. “Ter uma casa própria da modalidade, além de incrível, diminui muitos custos para equipes e campeonatos”, afirma Cristiane. O projeto conta ainda com alojamentos para atletas que cheguem de outros estados ou, até mesmo, do exterior, como convidados para amistosos. “Nossa intenção é replicar o projeto por todo o Brasil.” – conclui.

O futuro do Brasil Onças
Para a Seleção Brasileira de Futebol Americano, a nova gestão da CBFA quer expandir horizontes e promover jogos internacionais, por meio de leis de incentivo ao esporte. E é algo que já está sendo colocado em prática. “Teremos um evento muito interessante com o Brasil Onças. Estamos trabalhando neste ponto desde o ano passado e o projeto já está protocolado. Será tudo com a nova cara da CBFA”.

Os cargos diretivos que vão compor a nova gestão da CBFA serão anunciados no decorrer da primeira semana de mandato, com anuncio pelos canais oficiais de comunicação da Confederação Brasileira de Futebol Americano.

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Linha Ofensiva, o Coração do Jogo – 3 Pilares de um Linha Ofensiva

Por Caio Guimarães – CEO // Tide Football.

Caio aqui e vamos trocar idéia real do que é futebol americano, esse é um texto de uma série de conteúdo sobre linha ofensiva se tratar do coração do jogo e mesmo assim não ser a posição mais glamourosa em um campo de futebol americano, mas é indiscutivelmente uma das mais importantes do jogo.



E apesar de toda sua importância, normalmente sua presença não é muito reparada, mas quando esses caras cometem um erro que leva a um sack ou um tackle para perda de jardas, “aí sim rs” todos vão reparar na Linha Ofensiva.

Eu tenho o costume de ser do contra, se todos assistem um jogo por causa do Aaron Rodgers eu assisto para ver David Bakhtiari, ou Quenton Nelson e assim vai dependendo do time.

Direcionar os olhares para a Linha Ofensiva é uma prática muito rica, ver algo que os comentaristas nunca mencionam com real valor que merece, mas para nós – Linha Ofensiva é o Coração do Jogo.

Como disse – esse é o start de um conteúdo sem fim e vamos aprender juntos sobre os atletas mais fortes do esporte mais completo do mundo.

Três principais pilares de um Linha Ofensiva

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1. Inteligência

Pode parecer um pouco estranho, esta não é uma característica física, mas a inteligência por si só pode ser o maior fator para determinar a diferença entre um bom ou ótimo linha ofensiva. Em cada jogada, a linha ofensiva deve ter um entendimento completo não só de suas atribuições individuais, mas também dos adversários aos quais se alinha. Isso está relacionado ao fato de que eles devem saber a chamada de jogo exata para que possam executá-la corretamente. Isso inclui saber o gap que o corredor está atacando, onde o passe está sendo lançado e a contagem do snap, entre outras responsabilidades mais técnicas. Como momento de impacto, posicionamento de corpo e sincronia na unidade, tópicos casados que podem transformar completamente um ataque.

2. Memória de Curto Prazo

Semelhante a um arremessador de beisebol, um linha ofensiva deve ser capaz de apagar rapidamente um erro de sua memória. Mesmo que tenham perdido a proteção de passe ou o bloqueio para corrida, os linhas devem ter a mentalidade blindada pronta para o próximo Snap. Deixar que um ou dois erros o incomodem pode atrapalhar seu jogo. Isso é vital, considerando que existem linhas defensivos com 1,90cm e 140kg vindo em sua direção em cada jogada.

3. Tamanho, Força e Velocidade

Isso pode parecer o mais óbvio, mas ainda acontecem alguns debates referente ao assunto, os tópicos estão em ordem de importância – Inteligência e Mentalidade precisam estar alinhadas para começarmos a passar a fita de medidas ou ativar balança de três dígitos. Só ter 1m90cm (altura) e 140Kg (força). Já está de bom, certo? (como se fosse fácil rs) Não, vamos para velocidade atrelada a agressividade tal combinação se torna uma característica vital quando se trata de ser um jogador de linha de sucesso. Explodir fora da linha de scrimmage é necessário em cada jogada. Permitindo que você fique na posição adequada para encontrar o defensor antes que ele chegue ao quarterback ou ao Running Back.

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